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  • QUARENTUGAS

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    Um dia, estávamos a fintar pessoas no shopping, a pedir mais um copo na esplanada ou a desesperar na fila da bilheteira do cinema. No dia seguinte, ficámos fechados em casa, a tentar que o vírus não deslizasse por debaixo da porta. As opiniões dividiam-se (ainda se dividem) e não houve meio termo: ou vinha o apocalipse ou era tudo uma fantochada. E se há coisa que o “tuga” faz bem, é borrifar-se no meio termo.
    Para afastar a angústia e o desgosto, só resta uma alternativa ao ser humano: rir a bom rir. Dançar o samba mesmo na cara daquilo que nos mete medo. E depois juntar tudo num livro.

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  • MATEI O MEU PAI E FOI ESTRANHO

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    Zaqueu começa com Z, a última letra do alfabeto. Deslocado por natureza e vocação: Zaqueu nasceu albino no seio de uma família de gente morena. Nasceu artista, embora a sua família nem imagine o que isso seja. É pobre, mas estuda em escola de ricos – o patrão do seu pai é mesmo um sujeito generoso. Conhecemos e tornamo-nos Zaqueu nos seus momentos mais comuns e também nos mais marcantes: a descoberta de que o seu pai tem outra família, os atritos com o irmão armado em marginal, as tentativas patéticas de desvendar o sexo oposto. Mesmo estando numa cidade de 12 milhões de habitantes, Zaqueu procura encontrar o seu lugar, talvez em vão, mas procura. Ele sabe que São Paulo o irá devorar mais cedo ou mais tarde. Pois que o devore, então.

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  • ESCUTA, FORMOSA MÁRCIA

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    Mãe solteira, nascida e criada numa comunidade do Estado do Rio de Janeiro, a enfermeira Márcia vem travando uma verdadeira batalha doméstica para disciplinar a filha, a insubordinada Jaqueline. Apesar do auxílio do seu companheiro Aluísio, padrasto da garota, tudo parece inútil: Jaqueline não aceita submeter-se a nada que a impeça de andar por onde lhe aprouver, a fazer o que lhe der na real gana, sem ter de dar satisfações a ninguém. Porém, quando a jovem se vê envolvida até o pescoço com o crime organizado, Márcia está disposta a ir às últimas consequências para a livrar daquela enrascada. Quer Jaqueline queira, quer não. Marcello Quintanilha é um dos mais célebres autores de Banda Desenhada brasileiros, aclamado internacionalmente. Munido de uma paleta de cores fortes e do seu estilo único de construir diálogos, Quintanilha conseguiu outra vez: Escuta, formosa Márcia é um suspense familiar emocionante, surpreendente e inequivocamente brasileiro

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  • A REVOLTA DA VACINA

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    A Revolta da Vacina – Em 1904, como fizeram tantos outros trabalhadores da sua cidade natal, Fortaleza, Zelito ruma à capital do país em busca de um emprego.

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  • EDIBAR – VOL.5

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    Barrigudo, careca, amoral e cara-de-pau, Edibar é o típico anti-herói que conquista os leitores pelos defeitos e virtudes (se é que tem alguma) identificáveis naquele tipo de pessoa, familiar a muita gente, que faz da mesa de um qualquer bar um cantinho filosófico da vida e cujo desporto preferido é passar horas a cultivar amizades enquanto demonstra uma incrível capacidade de levantar copos. Acompanhado, entre outros, pela mulher, Edimunda, pelo fiel escudeiro, Zé Manguaça, por Gole, o seu cão, e pela terrível sogra, Dona Ana Conda, Edibar desvenda-nos as suas aventuras etílicas através de um humor politicamente incorrrecto saído da cabeça e do traço criativo de Lucio Oliveira, um brasileiro do estado do Paraná que se compara a um vampiro que suga gotas de humor do dia-a-dia e as transforma em tiras de boa disposição!

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  • EDIBAR – VOL.4

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    Barrigudo, careca, amoral e cara-de-pau, Edibar é o típico anti-herói que conquista os leitores pelos defeitos e virtudes (se é que tem alguma) identificáveis naquele tipo de pessoa, familiar a muita gente, que faz da mesa de um qualquer bar um cantinho filosófico da vida e cujo desporto preferido é passar horas a cultivar amizades enquanto demonstra uma incrível capacidade de levantar copos. Acompanhado, entre outros, pela mulher, Edimunda, pelo fiel escudeiro, Zé Manguaça, por Gole, o seu cão, e pela terrível sogra, Dona Ana Conda, Edibar desvenda-nos as suas aventuras etílicas através de um humor politicamente incorrrecto saído da cabeça e do traço criativo de Lucio Oliveira, um brasileiro do estado do Paraná que se compara a um vampiro que suga gotas de humor do dia-a-dia e as transforma em tiras de boa disposição!

    12.90€
  • EDIBAR – VOL.3

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    Barrigudo, careca, amoral e cara-de-pau, Edibar é o típico anti-herói que conquista os leitores pelos defeitos e virtudes (se é que tem alguma) identificáveis naquele tipo de pessoa, familiar a muita gente, que faz da mesa de um qualquer bar um cantinho filosófico da vida e cujo desporto preferido é passar horas a cultivar amizades enquanto demonstra uma incrível capacidade de levantar copos. Acompanhado, entre outros, pela mulher, Edimunda, pelo fiel escudeiro, Zé Manguaça, por Gole, o seu cão, e pela terrível sogra, Dona Ana Conda, Edibar desvenda-nos as suas aventuras etílicas através de um humor politicamente incorrrecto saído da cabeça e do traço criativo de Lucio Oliveira, um brasileiro do estado do Paraná que se compara a um vampiro que suga gotas de humor do dia-a-dia e as transforma em tiras de boa disposição!

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  • O JOGO DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

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    Um jovem portuguesa chamada Sofia foi contratada para desenvolver um jogo de tabuleiro sobre a mitigação às alterações climáticas e a adaptação às suas consequências. Com o intuito de recolher material e ideias, ela parte à descoberta com o seu irmão mais novo Gabriel – que é um pouco mais alto que ela – numa viagem pela Europa. É assim que conhecem alguns dos efeitos atuais das alterações climáticas: secas, incêndios florestais e inundações.

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  • AQUI JÁ HOUVE ALGO…

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  • JIM CURIOSO – VIAGEM ATRAVÉS DA SELVA

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  • MORRO DA FAVELA | 2ª Edição Aumentada

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    17.89€
  • A LOJA

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    8.90€
  • TOUTINEGRA

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    14.99€
  • FOLIA DE REIS

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    13.99€
  • GRANDE

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  • EDIBAR – VOL.2

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  • EDIBAR – VOL.1

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  • Kardec

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • Entre cegos e Invisíveis

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • Cadafalso

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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