• ARTISTAS PLÁSTICAS EM PORTUGAL

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    UMA OBRA IMPROVÁVEL E SURPREENDENTE, DEDICADA ÀS ARTISTAS MAIS AUDAZES
    QUE OUSARAM ROMPER AS FRONTEIRAS TRADICIONAIS DAS ÁREAS DISCIPLINARES
    DA PINTURA E DA ESCULTURA.

    São raros os livros dedicados a mulheres artistas em Portugal. Oferecendo-nos uma
    notável antologia visual, esta obra vem contrariar essa escassez, reunindo um conjunto
    de estudos ímpares, resultantes de investigação realizada por autores prestigiados,
    que nos mostram o que de mais criativo se fez e vai fazendo.
    OS AUTORES: Sandra Leandro, Mariana Roquette Teixeira, Sandra Vieira Jürgens, Ana Raquel
    Gouveia, José-Luís Porfírio, Emília Ferreira, Raquel Henriques da Silva, Hilda Moreira de
    Frias, Isabel Nogueira, Maria João Gamito, Paulo Simões Nunes, Laura Castro.
    AS ARTISTAS ANALISADAS E RETRATADAS: Maria Augusta Bordalo Pinheiro, Ana Hatherly,
    Lourdes Castro, Helena Almeida, Ana Vieira, Maria Beatriz, Maria José Oliveira, Ana Jotta,
    Graça Pereira Coutinho, Luísa Cunha, Gabriela Albergaria, Cristina Mateus.

    25.00€
  • QUEM SEMEIA SEGREDOS, COLHE DESASTRES

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    A vertigem do imenso para onde nos arrasta?

    Para os lúcidos campos do infinitamente longe,

    em que searas garantidas traçam os destinos,

    ou o grande círculo traz-nos de volta ao ninho,

    à rotina e conforto do acolhedor lar?

    14.90€
  • RUÍDO BRANCO

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    A vertigem do imenso para onde nos arrasta?

    Para os lúcidos campos do infinitamente longe,

    em que searas garantidas traçam os destinos,

    ou o grande círculo traz-nos de volta ao ninho,

    à rotina e conforto do acolhedor lar?

    15.90€
  • PODEMOS MATAR UM SINAL DE TRÂNSITO?

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    Sem ser um romance, este livro é como um romance: no fundo, conta uma história que
    queremos saber como acaba. Sem ter a forma de um ensaio, é um ensaio: tem uma
    tese, mas não a impõe, nem arregimenta os argumentos em ordem clássica, deixando
    ao leitor o trabalho, que aqui é um gosto, de descobrir o seu próprio caminho marítimo
    para a Índia. Acima de tudo, este livro é um divertimento, mas também é filosofia por
    ser pensamento estruturado para lá das fronteiras das disciplinas, e também é política
    por questionar dinâmicas profundas da nossa vida colectiva.
    “Podemos matar um sinal de trânsito? é uma obra surpreendente, que convida a
    transmigrar, interpelando o entendimento profundo de quem vai além do texto e mergulha
    na profundidade do contexto. É um título estranho, intrigante. E só depois de se
    ler o subtítulo se percebe que não se trata de um livro policial…” Edite Estrela
    “No cerne deste livro invulgar estão as correlações lógicas entre palavras e sinais de
    trânsito, ou entre linguagem e realidade. Labiríntica, a dicotomia matéria/pensamento
    suscita uma reflexão inteligente e bem-humorada…” Expresso Revista

    14.90€
  • JASMIM

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    A NOVÍSSIMA OBRA, INCISIVA E FASCINANTE, DE UM DOS MAIS PROMETEDORES AUTORES NO PANORAMA DA LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM LÍNGUA PORTUGUESA.

    UMA HISTÓRIA SURPREENDENTE E CATIVANTE.

    UMA NARRATIVA QUE TEM UM ENCANTO E QUE EXERCE SOBRE O LEITOR UM FASCÍNIO DELICIOSOS.

    “O verdadeiro deslumbre desta obra consiste, não apenas na riqueza e originalidade da história que nos é contada numa linguagem jovem, escorreita e arejada, mas também na riqueza dos conceitos filosóficos, que são esgrimidos de uma forma clara, falando com simplicidade sobre aquilo que é complexo e abrindo janelas à nossa reflexão.” Eduardo Pereira | Excerto do Prefácio

    14.90€
  • DA PONTE P´RA CÁ

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    E SE A MÚSICA MUDASSE A TUA VIDA?
    DOIS MUNDOS QUE SE UNEM. UMA PONTE QUE SE ERGUE.

    Por entre os muros pintados da cidade de Queluz, ao som do hip-hop e ao sabor do conceito Cazota, passando pela magia do tunning, Diana e Dízima vivem uma paixão inesperada, descobrindo que as diferenças que os separam podem ser, afinal, uma ponte que os une.
    Uma história contemporânea, envolvente e empolgante, que nos mostra como por vezes temos de tomar as rédeas da nossa vida para chegarmos onde queremos.

    16.90€
  • O ELOGIO DA TEXTURA

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    “O FOTÓGRAFO TEM A MESMA FUNÇÃO DO POETA: ETERNIZAR O MOMENTO QUE PASSA.”
    MÁRIO QUINTANA.

    Associando a palavra poética a imagens que revelam texturas, Paulo Bicho Garcia, com uma sensibilidade
    fascinante, promove uma experiência nova com a linguagem, dando ao leitor desta sua
    obra a possibilidade de capturar uma visão renovada e enriquecedora acerca das coisas. Com a
    poesia, converte palavras em imagens; com a fotografia, oferece-nos imagens que geram palavras.
    Juntando a poesia e a fotografia, duas manifestações artísticas aparentemente tão diferentes,
    presta uma expressiva homenagem à afirmação de Susan Sontag, segundo a qual a fotografia
    é, afinal, a arte mais próxima da poesia.

    24.90€
  • COVID-19: UMA LIÇÃO DE ESPERANÇA NO FUTURO

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    COMO EM NENHUMA SITUAÇÃO ANTERIOR NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, O MUNDO É HOJE UM PALCO GLOBAL ONDE SIMULTANEAMENTE SE DESENROLA A MESMA TRAGÉDIA.

    “Eis um livro decididamente confiante. Descrevendo os danos já causados pela pandemia do Covid-19, o autor tem perfeita consciência da dimensão da catástrofe, o que não o impede de detectar inúmeros sinais de esperança. E estes são mais fortes do que o pessimismo que a terrível devastação que vemos crescer todos os dias poderia induzir nos nossos espíritos.” José Gil. Excerto do Prefácio

    11.00€
  • CALÇADA DA AJUDA

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    14.90€
  • HÁ CABELOS QUE SORRIEM

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    10.90€
  • A PARTEIRA DOS VALES

    0 de 5
    11.90€
  • MON MIROIR

    0 de 5
    9.90€
  • O TERNO DESPERTAR DA ENGOMADEIRA

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    14.90€
  • FERNANDO PESSOA – DESTACADO E NITIDO – ANTOLOGIA INEDITA

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    19.80€
  • 7 BALAS – TEATRO DE SOMBRAS

    0 de 5
    14.90€
  • CONTOS POPULARES E LENDAS – ANTOLOGIA INÉDITA

    0 de 5
    17.70€
  • O CRIME SEGUNDO NIETZSCHE

    0 de 5
    14.90€
  • O NOVO PALADINO

    0 de 5
    12.90€
  • Por ti e para ti

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    9.90€
  • A Razão Neurótica

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    22.90€