Livros da editora G. Floy: Wolverine, Southern Bastards, Fatale, Saga, Tony Chu e Esquadrão da Luz. Compre aqui os seus livros de Banda Desenhada!

  • TONY CHU VOL.11 – Últimas ceias

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    13.00€
  • DYLAN DOG – Até que a morte nos separe

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    12.50€
  • DYLAN DOG – O velho que lê

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    12.50€
  • WOLVERINE ARMA X VOL.2 – Demente

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    13.00€
  • Placeholder

    O IMORTAL PUNHO DE FERRO VOL.4 – Fuga da oitava cidade

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    20.00€
  • UNCANNY X-FORCE VOL.4 – Execução final

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    20.00€
  • Filhos do Rato

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    14.00€
  • Mar de Aral

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    14.00€
  • Criminal – Livro 1

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    25.00€
  • Renascidos

    0 de 5

    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    16.00€
  • ASTONISHING X-MEN – LIVRO 2

    0 de 5

    Destroçados o comportamento errático de Emma Frost está à beira de ser desvendado, quando o novo Clube do Inferno entra finalmente em acção contra os X-Men, depois de meses de se esconderem dos olhares dos mutantes do Instituto Xavier.

    Imparável.
    Os X-Men têm de partir para o perigoso mundo Ruptura, naquela que será a sua última oportunidade de proteger a Terra dum terrível ataque. e quando tudo acabar, nada será como dantes!

    Joss Whedon e John Cassaday criaram uma das mais inteligentes e aclamadas séries dos X-Men de todos os tempos, Astonishing X-Men, uma saga dos mutantes focada nestas personagens e independente do universo mais vasto da Marvel, que venceu em 2006 o prémio Eisner para Melhor Série em Continuação, e dois prémios Eisner para Melhor Desenho, em 2005 e 2006.

    28.00€
  • DESCENDER VOL.3 – SINGULARIDADES

    0 de 5

    A luta épica de um jovem robô para se manter vivo num universo em que os andróides foram colocados fora-da-lei, e em que caçadores de prémios espreitam em todos os planetas da galáxia.

    Uma odisseia cósmica, dinâmica e emotiva, que lança homens contra máquinas e mundo contra mundo, e uma das grandes space operas da banda desenhada actual.

    Jeff Lemire é um dos mais aclamados argumentistas actuais de comics, e Dustin Nguyen, o artista que ganhou com Descender o prémio Eisner para Melhor Arte Pintada em 2016.

    O terceiro volume reúne os números #12-16 desta série de sucesso.

    13.00€
  • KICK-ASS

    0 de 5

    Alguma vez quiseram ser um super-herói?
    Não, a sério, nunca quiseram mesmo ser um super-herói?

    Dave Lizewski queria ser um super-herói, não queria ser banqueiro ou cozinhar hambúrgueres ou estudar direito. Queria ser super-herói, e ao contrário de vocês, decidiu que ia tomar o seu destino nas mãos, e seguir o seu sonho! e um fato de mergulho e uma máscara depois, a cidade começou a reparar no seu novo super-herói…

    Mas agora, à medida que a moda dos super-heróis alastra pela cidade e pelas redes sociais, e que aparecem cada vez mais aventureiros mascarados, a realidade vai apanhar Dave Lizewski e exigir-lhe que demonstre a coragem que um super-herói tem de ter, mesmo que isso signifique chegar atrasado às aulas e desapontar o seu pai.

    O livro que inspirou o filme!

    Reúne os números #1-8 da série Kick-Ass, de Mark Millar e John Romita Jr.

    20.00€
  • OUTCAST VOL.5: O NOVO CAMINHO / INVASÃO

    0 de 5

    Os acontecimentos vão suceder-se a um ritmo tremendo, e muitas surpresas aguardam Kyle Barnes, que começa a descobrir a fonte verdadeira do seu poder sobre o adversário… e que vai ter de enfrentar algo para o qual já não estava preparado: a esperança! Com novos aliados, e muitos inimigos, começa guerra contra as forças demoníacas que infestam Rome, na Virgínia Ocidental. O penúltimo volume (agora em formato duplo) de uma das mais inquietantes e viscerais séries de terror da banda desenhada actual.

    24.00€
  • THE WICKED + THE DIVINE VOL.3: SUICÍDIO COMERCIAL

    0 de 5

    Não é por seres imortal que vais viver para sempre…

     

    A cada noventa anos, doze deuses aceitam reencarnar em forma humana. São carismáticos. São amados. São odiados. E morrem passados dois anos. E está tudo a acontecer agora. A acontecer de novo. Depois dos acontecimentos quase cataclísmicos que atingiram os deuses-estrelas-pop, estes têm de se refugiar nas sombras para evitar que os seus segredos se dispersem pelo mundo. Mas os leitores descobrirão esses segredos pelas mãos dos criadores da série, Kieron Gillen e Jamie McKelvie, acompanhados neste volume por um elenco fabuloso de artistas convidados.

     

    A série continua da única maneira que sabe continuar: mais negra, mais estranha, mais rápida. Mas não se preocupem. Vai ficar tudo bem.

    17.00€
  • DEADPOOL MATA OS CLÁSSICOS

    0 de 5

    Depois de ter morto o Universo Marvel, o Mercenário Desbocado decide ir atrás dos maiores clássicos da literatura!

     

    E o que é que as grandes personagens da história literária podem fazer para deter Deadpool? Que hipótese terão o Capitão Ahab e Moby Dick, os Três Mosqueteiros ou D. Quixote, Tom Sawyer e Sherlock Holmes, contra um mercenário mutante feroz e chateado como sei lá o quê? Para quê ler os livros deles, se podem vê-los morrer nas páginas desta banda desenhada? A literatura acaba aqui, nas páginas deste Deadpool louco!

    12.00€
  • TONY CHU VOL.10 – GALO DE CABIDELA

    0 de 5

    Tony Chu, o agente federal cibopata capaz de obter impressões psíquicas daquilo que come, vai enfrentar o seu maior desafio. O confronto final com o monstro que matou a irmã dele. Que desfigurou os seus colegas. E que agora ameaça a sua filha. Para sobreviver a esta batalha, Tony vai precisar da ajuda do maior agente secreto que alguma vez viveu… Poyo! O problema? Poyo está desaparecido, e presume-se que esteja morto… O novo arco de história de Tony CHU, a série best-seller do New York Times, aproxima-nos rapidamente do final da série, com a sua combinação improvável (e um pouco parva, temos de admitir) de detectives, bandidos, canibais, clarividentes, cozinheiros e homens biónicos.

    12.00€
  • HARROW COUNTY VOL.5 – ABANDONADO

    0 de 5

    BEM-VINDOS A HARROW COUNTY… O Abandonado, aquela figura enorme, ameaçadora, com os seus olhos amarelos e inquietantes, raramente sai da sua cabana escondida nas profundezas dos bosques do Condado de Harrow. Mas não foi sempre assim. E quando um grupo de caçadores forasteiros chega a Harrow County em busca de caça grossa, vão encontrar algo muito para além do que imaginavam. E Emmy vai continuar a conhecer mais visitantes vindos do exterior, e a descobrir mais segredos do seu passado e das suas raízes, no volume que marca o início da recta final da série. Este volume reúne os números #17-20 de Harrow County, o estranho e inquietante conto de fadas southern gothic, criado pelo escritor Cullen Bunn e assombrosamente desenhado e pintado pelo artista Tyler Crook.

    “Harrow County é um dos melhores e mais inquietantes títulos de terror actuais.” – The Guardian

    12.00€
  • INDEH

    0 de 5

    O ano é 1872, na nação Apache, uma região dividida por décadas de guerra. Goyahkla, um jovem guerreiro, perdeu a sua família e todos os que alguma vez amou. Mas, depois de uma visão, vai pedir ao chefe Apache Cochise que o deixe comandar um ataque contra a vila Mexicana de Azripe. Será esta manifestação feroz de coragem que irá transformar o jovem Goyahkla no famoso herói índio Gerónimo. Os índios Apache iriam combater os seus inimigos, as forças do Exército Americano, ao longo de décadas, perdendo aqueles que amavam, tentando salvar as terras dos seus antepassados e a sua cultura, até estarem reduzidos a chamarem-se a si próprios “Indeh”, ou “aqueles que estão mortos”. INDEH captura a narrativa riquíssima de nações em guerra – contada pelos olhos de Naiches, filho do chefe Apache Cochise, e de Gerónimo, dois homens que procuraram encontrar a paz e o perdão neste conflito, e revela-nos também o tremendo custo espiritual e emocional das Guerras Apache. Fruto de investigações exaustivas, INDEH permite-nos aperceber de maneira notável as diferenças culturais, o horror da guerra, a busca pela paz, e, em última instância, a vingança, nesta grande saga. Os Apaches deixaram uma marca indelével na nossa percepção do Oeste Americano, e INDEH mostra-nos porquê. “Este fabuloso romance gráfico mostra-nos todo o orgulho e a nobreza de um povo cuja cultura está emprenhada de ritos, crenças, regras sociais e mesmo da astúcia necessária para sobreviver. Longe dos clichés da mitologia Holywoodesca, Indeh coloca-se com empatia no lugar do índio americano, algo que ainda hoje parece ser raro nos Estados Unidos.” Le Figaro

    22.00€
  • STARLIGHT – O REGRESSO DE DUKE McQUEEN

    0 de 5

    Duke McQueen foi em tempos um herói do espaço que salvou um planeta distante da tirania. Mas isso foi há quarenta anos, e entretanto ele regressou à Terra, casou, teve filhos e tornou-se num homem velho, a quem já nada resta senão as suas memórias de um tempo mais glorioso… até uma noite em que uma astronave desce dos céus e aterra no seu jardim, a pedir-lhe que aceite regressar para uma última aventura! Do escritor de KICK-ASS e do artista de PUNISHER: MAX

    16.00€