• SAPHARI

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    Saphari – Doze anos depois de Playlove, Miguel Ángel Martín volta a banda desenhada com uma nova novela gráfica em que o seu estilo cada vez mais refinado é colocado ao serviço de um enredo que não deixará o leitor indiferente.

    15.00€
  • ERMAL – ÓMEGA E ALFA

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    A guerra nuclear destruiu o Hemisfério Norte. O 25 de Abril nunca aconteceu. A cidadela, o último reduto do império colonial, é um prémio disputado por inimigos externos que se aproximam dos seus muros, e por cidadãos descontentes que conspiram nas sombras para assaltar o poder. Enquanto isso, notícias sobre um antigo plano genocida começam a circular na região.

    12.50€
  • HAVERÁ UM AMANHÃ?!

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    A Entrada no Caminho Mahãyãna – Neste livro, Sua Santidade guia-nos através de aspetos essenciais do caminho budista, iluminando os ensinamentos fundamentais do Mahāyāna, o Grande Veículo.

    11.90€
  • O ÚLTIMO SOPRO DOS MORTOS

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    Na Califórnia, após a morte da sua jovem esposa, o ex-boina verde Jerry Braxter embarcou na carreira de assassino profissional para conseguir pagar os caros tratamentos da sua filha que foi afectada por uma doença rara e que a transformou num vegetal. Um dia, ao voltar de mais um “trabalho”, para a triste solidão do seu apartamento, encontra uma convidada inesperada: a Morte. Surpreendida pelas habilidades do Jerry, acaba por lhe oferecer um pacto: enquanto ele continuar a matar, a sua filha permanecerá viva e passará a ser considerado o “mensageiro da morte”.

    17.00€
  • UNIVERSO NEGRO

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    Este “Universo Negro” é constituído por um conjunto de histórias curtas baseadas numa linha de um real impossível, a que os autores inicialmente deram o nome Estupiditias. Algumas destas bandas desenhadas foram publicadas no fanzine Protótipo, na revista Mundo de Aventuras e na revista Selecções BD. Nelas não existem personagens fixos, o que importa é que essa realidade seja posta a nu no final de cada capítulo. Deste universo negro ninguém escapa ileso… Aqui não há começos ou finais felizes, apenas o inesperado. Nada é inocente e nem tudo o que parece ser o é realmente. Por isso, prepare-se podia acontecer-lhe a si…

    12.90€
  • O PENTEADOR

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    15.00€
  • JÚPITER

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    22.00€
  • HOMO INVENTOR

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    12.50€
  • O ESPÍRITO DO ESCORPIÃO

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    15.00€
  • O PISTOLEIRO DO FUTURO

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    10.00€
  • O FILHO DO FUHRER

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    12.00€
  • ERMAL – SEMENTES NO DESERTO

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    12.50€
  • BEIRÃO: RIJO COMO GRANITO

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  • Sintra – 2ª Edição

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    13.00€
  • A viagem da virgem

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    12.90€
  • Tangerina

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

    11.50€
  • QUINTO IMPÉRIO

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    Estamos no ano 2059 e o mundo é um lugar diferente do que conhecemos. No extremo ocidental do continente europeu encontramos o Estado Lusitano, um país renascido há duas décadas, no caminho de se afirmar como centro de uma nova ordem mundial. Na sua bandeira vemos um escudo sobre uma espada. Uma era distópica e violenta, à mercê dos fantasmas do passado. Esta é uma história sobre a sombra do triunfo.

    11.90€
  • THE SPACE BETWEEN

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    Fomos testemunhas da ascensão e morte do Chambers.
    Da pena de Miguel Ángel Martín revisitamos as suas primeiras aventuras, descobrindo alguns capítulos por nós desconhecidos até hoje.
    Também presenciámos como a vida de Chris se desenvolveu na Terra até decidir adormecer.
    Os Chambers, família cujo o único vínculo comum parecia ser o seu sangue frio com que enfrentavam as situações limite, já não estão entre nós. Só nos ficou este livro magistral para os recordar.
    Parece-vos pouco?

    12.50€
  • BANDA DESENHADA

    0 de 5

    Os artistas de Banda Desenhada são confrontados diariamente com a tarefa de transmitir uma mensagem e comunicar ao leitor toda a acção, diálogo, tensão e emoções da história, apelando, entre outros elementos deste meio artístico, ao grafismo. Este, apesar de ser intrínseco a cada artista, está sujeito a incoerências gráficas que se manifestam, quer naturalmente, quando um artista evolui na sua arte, quer intencionalmente, se um dado momento da história assim o necessitar. Neste ensaio, originalmente escrito no âmbito de uma dissertação de mestrado, iremos analisar a problemática da incoerência estilística, através de alguns artistas que a manifestaram ao longo da sua obra; e iremos acompanhar o Making Of do álbum “No Caderno da Tangerina” que, por apresentar incoerências de ambos os tipos, deu origem a este trabalho.

    10.00€
  • ASCENSÃO

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    E se te dessem a oportunidade de te tornares um deus, aceitavas o desafio? Mesmo sabendo que se falhasses o mais certo era morreres? “Ascensão” é a segunda parte da aventura iniciada em Terra 2.7 por quatro heróis improváveis e que dá respostas às questões então levantadas. A acção decorre nas míticas cidades de Tenochtitlán e Atlantis no continente Oríon.

    12.00€