• A ARANHA

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  • VAZIO

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    Eric vive no meio de um deserto cinzento, vazio e árido, há tanto tempo que nem sabe como foi lá parar.
    O que resta da sua imaginação e das suas memórias regressa inesperadamente, para lhe mostrar como existe
    mais mundo para lá do horizonte, e que vale a pena todo o esforço para tentar lá chegar.

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  • UM TROVÃO NO CAMINHO E OUTRAS HISTÓRIAS

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    No deserto rochoso do Arizona, uma criança assiste em choque à morte do seu pai, um destemido caçador de tempestades.
    Vinte anos depois, essa mesma criança, agora casado e pai de uma menina, vai tentar o sucesso onde o seu pai falhou.
    Uma história que reflecte sobre quem somos enquanto filhos, e como isso
    influencía quem somos enquanto pais.
    Um tema revisitado na curta “O Pai Partiu”, onde a ausência é a personagem principal.
    Mas muito mais se pode encontrar nesta colectânea de temáticas e géneros de Banda Desenhada,
    desde o arquétipo do bom selvagem representado no estilo “sword and sorcery”, uma derivação da “Guerra dos Mundos” ou a solidão do espaço sideral.
    Narrativas para reflectir a nossa existência, ou, se quiser, apenas para passar umas horas divertidas de leitura.

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  • PLANETA PSICOSE

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    É tudo verdade. Andaram a mentir-nos este tempo todo. A ciência e a racionalidade não passam de instrumentos dos poderes ocultos que controlam o mundo, para nos roubar a liberdade e impôr o cativeiro eterno. Não existem factos. Só a nossa opinião é que é verdadeiramente válida. As alterações climáticas, as extinções de espécies em massa, a crise energética e alimentar, as pandemias, o colapso financeiro. Tudo tem uma explicação paranormal de contornos conspirativos. E é tudo mentira. A única esperança da humanidade reside num pequeno punhado de heróis que luta diáriamente contra esse conluio maquiavélico. E estas são as histórias de alguns deles.

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  • SAPHARI

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    Saphari – Doze anos depois de Playlove, Miguel Ángel Martín volta a banda desenhada com uma nova novela gráfica em que o seu estilo cada vez mais refinado é colocado ao serviço de um enredo que não deixará o leitor indiferente.

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  • ERMAL – ÓMEGA E ALFA

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    A guerra nuclear destruiu o Hemisfério Norte. O 25 de Abril nunca aconteceu. A cidadela, o último reduto do império colonial, é um prémio disputado por inimigos externos que se aproximam dos seus muros, e por cidadãos descontentes que conspiram nas sombras para assaltar o poder. Enquanto isso, notícias sobre um antigo plano genocida começam a circular na região.

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  • HAVERÁ UM AMANHÃ?!

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    A Entrada no Caminho Mahãyãna – Neste livro, Sua Santidade guia-nos através de aspetos essenciais do caminho budista, iluminando os ensinamentos fundamentais do Mahāyāna, o Grande Veículo.

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  • O ÚLTIMO SOPRO DOS MORTOS

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    Na Califórnia, após a morte da sua jovem esposa, o ex-boina verde Jerry Braxter embarcou na carreira de assassino profissional para conseguir pagar os caros tratamentos da sua filha que foi afectada por uma doença rara e que a transformou num vegetal. Um dia, ao voltar de mais um “trabalho”, para a triste solidão do seu apartamento, encontra uma convidada inesperada: a Morte. Surpreendida pelas habilidades do Jerry, acaba por lhe oferecer um pacto: enquanto ele continuar a matar, a sua filha permanecerá viva e passará a ser considerado o “mensageiro da morte”.

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  • UNIVERSO NEGRO

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    Este “Universo Negro” é constituído por um conjunto de histórias curtas baseadas numa linha de um real impossível, a que os autores inicialmente deram o nome Estupiditias. Algumas destas bandas desenhadas foram publicadas no fanzine Protótipo, na revista Mundo de Aventuras e na revista Selecções BD. Nelas não existem personagens fixos, o que importa é que essa realidade seja posta a nu no final de cada capítulo. Deste universo negro ninguém escapa ileso… Aqui não há começos ou finais felizes, apenas o inesperado. Nada é inocente e nem tudo o que parece ser o é realmente. Por isso, prepare-se podia acontecer-lhe a si…

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  • O PENTEADOR

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    15.00€
  • JÚPITER

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    22.00€
  • HOMO INVENTOR

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    12.50€
  • O ESPÍRITO DO ESCORPIÃO

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    15.00€
  • O PISTOLEIRO DO FUTURO

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    10.00€
  • O FILHO DO FUHRER

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    12.00€
  • ERMAL – SEMENTES NO DESERTO

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    12.50€
  • BEIRÃO: RIJO COMO GRANITO

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  • Sintra – 2ª Edição

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • A viagem da virgem

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • Tangerina

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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