• PALAVRAS DE FOGO

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    Os poemas que constituem o livro Palavras de Fogo, de Jidi Majia, traduzido por José Luís Peixoto, são abertamente identitários. O eu poético confunde-se com o autor sem qualquer constrangimento, são diversas as ocasiões em que se refere o próprio nome de Jidi Majia no interior de poemas. E, também dessa forma despudorada, desenvolve-se bastante o sentimento de pertença, a defesa das origens, a assunção apaixonada de uma identidade local e cultural. Esse aspeto, no âmbito da história recente e da realidade chinesa contemporânea, assume uma dimensão política muito forte, explicitada em múltiplas passagens. Ainda assim, sem contradizer estas características, é muito evidente que não estamos perante uma forma de poesia apenas “local” ou, se preferirmos, “étnica”. Jidi Majia refere-se de modo abundante e direto ao vasto mundo, com referências concretas e a defesa inabalável de uma postura humanista.

    15.00€
  • A SEDUTORA TINTA DE MINHAS NOUTES

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    O livro A sedutora tinta das minhas noutes, de Jorge Carlos Fonseca, um dos grandes poetas contemporâneos de Cabo Verde, é uma seleta de textos poéticos, uns inéditos, outros de livros anteriores do autor, feita pelo seu conterrâneo o escritor Arménio Vieira, assim como textos de fortuna crítica sobre o conjunto da sua obra poética por parte de ensaístas e de escritores. O livro – décima publicação da coleção poética Rose is a rose is a rose, da Rosa de Porcelana Editora – de pendor abstracionista, sendo o autor um dos cultores da poesia surrealista na literatura cabo-verdiana, tem como figurino de capa um quadro do artista plástico e poeta luso-cabo-verdiano António Pedro, no ano de celebração do 110º aniversário do seu nascimento.

    15.00€
  • SER ALICE

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    O AMOR É SOBRE FICAR. Na vontade de permanecer, na saudade que a ausência
    impõe.
    O AMOR TEM DE SER FÁCIL. Tem de nos transportar e fazer levantar os pés do chão.
    Tem de ficar marcado na pele. Sem medo, sem hesitação, sem culpa e sem a dúvida
    que mata.
    O AMOR É A CERTEZA DA VIDA. Desta vida e não de outra.
    Talvez amar nos assuste. Talvez amar seja isso. O susto constante da perda de nós
    para acordarmos.
    Vamos então soltar as palavras. Aquelas que nos afligem e consomem. Aquelas que
    nos matam lentamente.
    Palavras que, soltas, podem voar e transformar-se em comportamentos, acções e hábitos.
    QUE HÁBITO MELHOR QUE AMAR?

    12.00€
  • O TEU SOL

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    11.90€
  • Capa-Esticar-o-Infinito-ate-a-Borda-do-Prato

    ESTICAR O INFINITO ATÉ À BORDA DO PRATO

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    ESTICAR O INFINITO ATÉ À BORDA DO PRATO, de Rony Moreira, é um livro estruturalmente convincente e com inebriante cheiro de coisa nova. Este jovem poeta estreia-se com uma inusitada sedução criativa, atravessada no livro por rara inquietude semântica, transposição estilística e plasticidade metafórica. O conjunto dos escritos divide-se em quatro cadernos interiores – “O Dom-Nato da Terra-Chão”, “Mordedura de Azáfama nos Ciscos”, “O Recado Escrito da Avó” e “Retrato de uma Cidade Fisicamente Impossível” -, cada um caracterizado pela compulsão de complementaridade e de genuína irreverência. Uma voz nova a remarcar a poesia cabo-verdiana nesta segunda década do século XXI.

    10.00€
  • Capa do livro Entre o Ar e a Perfeição, de Teresa Leonor Vale. Europress - O sol no tecto

    ENTRE O AR E A PERFEIÇÃO

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    Grande Prémio de Poesia da 1.ª Mostra Portuguesa de Artes e Ideias.

    1. mesmo quando não estás e a casa adormece a custo.

    2. leio muitos livros.inventario todos os olhos possíveis.

    3. da janela.invento muito, também. sei‑o. porque escrevo.

    4.24€
  • Capa do livro Desabrochar (Poesia), de Mira Clock. Europress - Subterrâneos/Espontâneos

    DESABROCHAR

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    “Louco sentimento que ninguém entende

    É na solidão que se estende

    E descontrola-me a mente

    No bater forte do coração…”

    7.00€