Ver Carrinho “DAKOTA E A VILA DO SOL” foi adicionado ao seu carrinho.
  • FORA DOS EIXOS

    0 de 5

    Poemas de desamor e outras histórias.
    Permitam-me ser contraditório, fingir que finjo, ser honesto por vezes e dizer o que
    os outros pensam que devo sentir. Assim não haverá lugar para dúvidas, apenas uma
    incerteza sagaz que não sabe mais do que deve, nem importuna quem se acha descansado
    em vital suspensão.

    13.90€
  • MARIA! NÃO ME MATES, QUE SOU TUA MÃE!

    0 de 5

    Sexo, dinheiro, amores contrariados, violência doméstica, ganância e
    matricídio. Ou «o maior crime que viu o mundo, praticado em Lisboa no
    ano de 1848», como diz Camilo Castelo Branco. Uma arrepiante história
    de faca e alguidar parodiada pelo genial escritor.

    7.42€
  • O HOMEM QUE MATOU O ESQUECIMENTO GLOBAL

    0 de 5

    O Homem que matou o esquecimento global é uma viagem de sentidos. Agrupando textos de estilos diferentes, alguns em parceria com outros autores, Carlos Musga leva o leitor por diversos caminhos. A escrita cheia de subtilezas desperta sentimentos contraditórios: profundos, hilariantes, malandros, quotidianos.
    A forma de conhecer esta obra é um desafio: abra em qualquer página, leia um conto, sinta-o. Agora repita o processo: seguramente a reacção será diferente. E é desta forma de Carlos Musga, como um viajante experiente da vida, nos obriga a relembrar fases, histórias, sentimentos. É com personagens ricas e cenários comuns que reaviva, no leitor, o esquecimento comum do passar do tempo.
    Sobre “O homem que matou o esquecimento global” e Carlos Musga
    “Há uma pessoa – e um escritor – de verdade nestas palavras.” – Pedro Chagas Freitas.

    15.00€
  • DE GUADALUPE A FÁTIMA COM MARIA E SEUS DIZERES

    0 de 5

    Há muitos livros sobre Fátima, Lurdes, Guadalupe… mas nenhum é igual a este.
    Atrevemo-nos então a desafiar o leitor: constate por si próprio, analise criticamente
    e tire partido de tudo o que este livro tem para lhe oferecer.
    A insanidade dos videntes requer provas, sob pena de os estudiosos caírem na
    falácia: toda a religião e suas visões e crenças serem patológicas. Esta generalização
    ideológica pode sugerir investigadores menos credíveis e mais insanos que
    muitos videntes.
    “Trata-se de um livro difícil de classificar: não é um relato de peregrinações, embora
    evoque várias e a vários santuários; não é um livro de estudos e ensaios, embora
    também os apresente e muitas das páginas sejam fruto de estudo e reflexão aprofundada;
    não é uma obra jornalística, embora faça crónica de vários acontecimentos
    significativos. O subtítulo ‘ensaios, peregrinações e narrativas’ não consegue ser
    exaustivo na definição do conteúdo desta obra singular. (…) Este livro é precioso até
    por isso: por resistir a qualquer classificação fácil e pelos horizontes de reflexão que
    abre diante de nós.” P. Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima.

    14.90€
  • NA CINTURA DA VIDA

    0 de 5

    Um retrato da vida real que em Portugal se vivia nos tempos que antecederam o 25
    de Abril. Alguns leitores hão-de recordar-se com nostalgia daquilo que neste livro se
    conta, outros tomarão consciência de como hoje somos privilegiados.
    Pelos olhos de uma criança e adolescente da classe média, confrontamo-nos com as
    dificuldades, os dramas e as alegrias de um mundo que estava a desaparecer.
    “Era daqui que iam para a escola alguns dos companheiros de Carlos, crianças que
    ficavam sem comer todo o dia, que levavam reguadas, que tinham oito e nove
    irmãos, que não tinham livros, nem cadernos, nem canetas e que, quando chegavam
    a casa depois da escola, tinham de trabalhar ou tomar conta dos mais novos.”
    Excerto da obra

    9.90€
  • NAS GAVETAS CORREM RIOS DE SOLIDÃO

    0 de 5

    Este livro é uma viagem pela condição humana, repleta de devaneios e ilusões, onde
    a realidade e a fantasia se confundem numa série de episódios absurdos sem desígnio
    aparente.
    É também um texto fragmentário, que se espraia por reflexões e poemas em prosa e
    que lida com a mais importante e incontestável questão: o que sou?
    Será talvez, e finalmente, um romance narrado por diversas personagens. Um cadáver
    em quarentena, uma jovem que se fartou de ouvir piropos ordinários e decidiu
    fazer justiça pelas próprias mãos, dois gémeos siameses com três olhos e quatro
    cabeças, uma barata gigante que é professora primária e um indivíduo hipocondríaco
    que se fechou na cave com a esperança de nunca mais ser encontrado…

    12.90€
  • FILHOS DE UM DEUS INJUSTO

    0 de 5

    A história de um miúdo pobre, criado num bairro popular de Lisboa, Alfama, que cedo revela ser possuidor de dotes intelectuais superiores à média. Mas a sua condição social, para além de não lhe possibilitar as oportunidades que mereceria, ainda lhe fecha as portas que normalmente lhe seriam escancaradas – e é a pulso que vai conseguir subir na vida, lutando contra a adversidade.

    Um livro que nos faz recordar a importância da educação – nem o meio social em que aquele miúdo cresceu lhe irá destruir os princípios e os valores que a mãe lhe transmitiu, logo na infância – e que nos transporta à sociedade portuguesa de antes do 25 de Abril, falando-nos da importância do amor, da amizade, da resiliência e da perseverança.

    Dedicado aos homens e mulheres que, com esforço e perseverança, souberam construir um futuro melhor, “Filhos de um Deus Injusto” é, no entanto, um livro dirigido a todas as gerações de portugueses; a dos actuais avós – que cresceram numa sociedade pobre, fechada, tradicionalista e com muito pouca informação, vivendo, a grande maioria, com dificuldades: a sociedade portuguesa de antes da revolução de 1974 – mas também as gerações dos seus filhos e dos seus netos, num convite à reflexão sobre o que já foi alcançado e o muito que ainda falta alcançar.

    16.90€
  • VOZES QUE ME TRAZ O VENTO

    0 de 5

    Na sua obra poética, Teresa de Almeida Gonçalves fala-nos da sua condição de mulher e de sentimentos, como o amor – de mãe, de avó, de amante, «Despi-me nas palavras para ti…» -, fala-nos também da morte, da doença, da solidão, angústias que nos atormentam, e revela-nos a sua grande paixão pela natureza imensa que nos rodeia.
    “Vozes que nos traz o vento” é o seu terceiro livro. A grande sensibilidade que transmite na sua escrita poética levou-a a receber excelentes críticas nos anteriormente publicados, “Traços da memória” e “A vida é feita de momentos”.

    14.00€
  • AINDA BEM QUE FICOU DESSE LADO

    0 de 5

    O que houve de verdadeiramente inovador em séries como Os Sopranos , Mad Men ou Breaking Bad ? Porque
    terá a Netix imitado a televisão para se substituir a ela? Estará a televisão “clássica” realmente a morrer? E
    as audiências, o que são anal e como se medem? São mais importantes nos programas ou nos intervalos?
    Para que serve um apresentador e porque pede palmas a toda a hora? Como é que nas séries fala sempre
    um de cada vez e ninguém se interrompe? Porque haverá tantas passadas em hospitais? E, claro, o que
    justica a obsessão das telenovelas (e de algumas séries) por salas gigantes, com escadarias que vão dar a
    quartos, e pequenos-almoços servidos à mesa com todos a intrigarem logo de manhã cedo?
    Estas e outras questões sobre Televisão, a sua história, a sua técnica, o impacto que teve e tem na sociedade
    e nas nossas vidas, são abordadas por Pedro Boucherie Mendes, prossional e profundo conhecedor do
    género, cuja carreira e visão têm marcado a televisão em Portugal nos últimos 10 anos.

    13.95€
  • ESPELHO CONVEXO

    0 de 5

    Em Espelho Convexo a poesia jamais morrerá; o teatro é o autoconhecimento do
    Homem; o conto eleva-nos ao grandioso gosto pelas histórias sem tempo; uma tradução
    permite-nos encontrar o sentido do todo, palavra a palavra; um estudo etnográfico
    é tão-somente conhecer as raízes de um povo; entretanto, as imagens que dividem
    os capítulos enfeitam com nobreza cada pátio de entrada.
    ► Uma obra única e incomparável, com múltiplos sentidos, que tanto podem ser harmoniosos
    como violentos, e que nos arrasta para o interior de nós mesmos na busca
    de beleza e de emoção.
    ► Neste livro, para além de poesia, poesia narrativa e um estudo etnopoético, a autora
    oferece-nos dois textos de teatro, um conto e a tradução de uma composição literária do
    poeta mexicano Jorge Manuel Herrera, numa incursão por estilos diversificados que lhe
    permitem mostrar o seu domínio do ofício e a sua capacidade experimentalista.

    14.90€
  • RIMAS ESQUECIDAS

    0 de 5

    Esquecidas são as rimas que se foram perdendo ao longo do tempo, mas que tomam
    forma para demonstrar o quão forte pode ser algo que se esqueceu.
    Como um pensamento perdido ou uma memória oculta, este livro tenta explicar a
    proveniência do nosso nascimento, da nossa felicidade, da nossa dor, dos nossos
    remorsos amorosos e, por fim, como partimos.
    ► Uma obra poética singular, muito influenciada por Fernando Pessoa e Ruy Belo.
    ► O livro ideal para os iniciantes na leitura poética, com uma estrutura muito fixa,
    que tem por base os sonetos, e com uma musicalidade envolvente.

    9.90€
  • NICOLAS FLAMEL: O VENCEDOR DA PEDRA PELO FOGO

    0 de 5

    Quem foi Nicolas Flamel, uma das figuras mais emblemáticas de Paris nos séculos XIV

    e XV e fonte de mil e uma fábulas, como ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ ou ‘O
    Código da Vinci’?
    Numa autêntica caça ao homem, e munido de documentos genuínos, Walter Grosse
    empreendeu uma investigação quase policial, propondo-se desvendar um enigma que
    perdura há mais de seis séculos e que tem iludido inúmeros historiadores.

    Para Richard Khaitzine, o nome “Nicolas Flamel” parece um pseudónimo e, de facto,
    seguindo a demonstração sui generis do ilustre Fulcanelli, este seria, efectivamente,
    um nomen mysticum.
    Assim que se apercebeu deste facto, Walter Grosse observou que esta seria a chavemestra
    de toda a engrenagem capaz de destrinçar o mistério do Nicolas Flamel
    livreiro, uma das figuras mais emblemáticas de Paris nos séculos XIV e XV e fonte de
    mil e uma fábulas, como ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ ou ‘O Código da Vinci’.
    Numa autêntica caça ao homem, e munido de documentos genuínos, empreendeu
    então uma investigação quase policial, propondo-se desvendar um enigma que perdura
    há mais de seis séculos e que tem iludido inúmeros historiadores.

    14.90€
  • NEM TUDO QUE BRILHA É DIAMANTE

    0 de 5

    Um livro de Elisa Pereira, uma história de quem luta com a diferença. Uma doença limitativa que a Elisa prova poder contornar.
    Nem sempre nascemos com a sorte de comandar o nosso corpo. Às vezes, a doença domina-nos e obriga-nos a adaptar-nos das mais variadas formas.
    A Elisa prova-nos que a força está no querer e que as doenças possuem o poder que as deixamos possuir.
    Nem tudo o que brilha é diamante – uma história de luta com conquistas impensáveis de quem desafia as leis da medicina e o próprio destino.

    14.00€
  • EU E A VIDA – REBECA

    0 de 5

    Uma obra gigantesca, que narra um percurso que nos ensina a ver a vida com um único sentido: vivê-la.
    “Este livro fala sobre isso, a vida como uma missão. E acreditem, todos temos uma. Não existe a sorte nem o azar. Não há adversidades para uns e destino colorido para outros. Aliás, o destino é algo forjado por quem precisa de justificar alguma inércia e desalento que não retalia.”

    17.50€
  • LISBOA OCULTA

    0 de 5

    Já todos os turistas sabem o que devem visitar em Lisboa, mas saberão eles o que não devem visitar?
    No Guia Turístico – Lisboa Oculta (publicação bi-lingue em Português e Inglês) poderás encontrar as histórias 13 atracções de Lisboetas até agora ocultas e que desafiam o limite entre a ficção e a realidade.
    Jantares secretos, Institutos paranormais, estátuas falantes, sereias e sons divinos, tudo isto e muito mais nesta edição ricamente ilustrada.

    13.00€
  • OS MELHORES CONTOS PORTUGUESES DE OITOCENTOS

    0 de 5

    Soberbos. Simplesmente encantadores. De leitura obrigatória para os que queiram ser seduzidos pela arte de bem escrever.
    Se o Padre António Vieira, no dizer de Fernando Pessoa, foi o Imperador da língua portuguesa, os autores que nesta obra se apresentam pertencem ao selecto grupo dos príncipes da arte de bem escrever em português. Com eles, saboreamos o que de melhor a nossa língua tem para nos oferecer.
    Os contos que nesta obra o leitor vai encontrar não serão inequivocamente os melhores, mas fazem parte, sem dúvida, do panteão onde os melhores se alinham. Certo é que todos causam aquele deslumbramento que somente as penas notáveis conseguem inspirar.
    ► ANTOLOGIA INÉDITA
    ► 15 CONTOS DE 7 AUTORES
    ► PREFÁCIO DE ANNABELA RITA
    ► SELECÇÃO, PREÂMBULO E NOTAS DE FRANCISCO ABREU

    15.90€
  • OS LIBERTISTAS

    0 de 5

    Lisboa, outubro de 2018 – “Não, não sei ao certo
    se foi meu pai quem matou o presidente” . A
    primeira frase de Meu Velho Guerrilheiro é um
    aviso de que convém abandonar certezas. Melhor ficção de 2017 no prêmio da
    Academia Pernambucana de Letras, o quarto romance de Álvaro Filho, semifinalista do
    Oceanos 2018 e vencedor do FNAC Portugal de Escrita 2018, navega entre o real e o
    ficcional, a política e a autobiografia.
    Meu Velho Guerrilheiro foi publicado pela Editora Jaguatirica, no Brasil, e em outubro,
    será lançado em Portugal, onde vive o autor, durante o Festival Literário Internacional –
    Folio, em Óbidos.
    A narrativa de Meu Velho Guerrilheiro lança mão da afetividade para revisitar um golpe
    político, um plano de assassinato, as relações familiares entre memórias, às vezes,
    “incertas”. Nas páginas, o narrador é um escritor que vê o autoexílio no estrangeiro ter
    fim ao ser convocado, a pedido da mãe, de volta à cidade da infância. Na pacata e
    litorânea Olinda, a “missão” dele será: demover o pai da ideia de matar o presidente do
    país, que assumiu o poder após um golpe político.
    Álvaro Filho conta que o velho guerrilheiro do título é parte o pai dele, parte ficção. “Em
    meados de 2014, meu pai falava que havia um risco de golpe no Brasil, o que à época
    parecia um desvario, o que levou, inclusive, a família a se preocupar” , explica o autor.
    A situação política do país depois comprovou que talvez o delírio fosse uma espécie de
    “clarividência” do pai. “A partir deste pseudo embaralho da memória, desenvolve-se uma
    jornada de reflexão sobre a perda de memória dos entes queridos, das pessoas e das
    nações” , completa.

    14.00€
  • MEU VELHO GUERRILHEIRO

    0 de 5

    Lisboa, outubro de 2018 – “Não, não sei ao certo
    se foi meu pai quem matou o presidente” . A
    primeira frase de Meu Velho Guerrilheiro é um
    aviso de que convém abandonar certezas. Melhor ficção de 2017 no prêmio da
    Academia Pernambucana de Letras, o quarto romance de Álvaro Filho, semifinalista do
    Oceanos 2018 e vencedor do FNAC Portugal de Escrita 2018, navega entre o real e o
    ficcional, a política e a autobiografia.
    Meu Velho Guerrilheiro foi publicado pela Editora Jaguatirica, no Brasil, e em outubro,
    será lançado em Portugal, onde vive o autor, durante o Festival Literário Internacional –
    Folio, em Óbidos.
    A narrativa de Meu Velho Guerrilheiro lança mão da afetividade para revisitar um golpe
    político, um plano de assassinato, as relações familiares entre memórias, às vezes,
    “incertas”. Nas páginas, o narrador é um escritor que vê o autoexílio no estrangeiro ter
    fim ao ser convocado, a pedido da mãe, de volta à cidade da infância. Na pacata e
    litorânea Olinda, a “missão” dele será: demover o pai da ideia de matar o presidente do
    país, que assumiu o poder após um golpe político.
    Álvaro Filho conta que o velho guerrilheiro do título é parte o pai dele, parte ficção. “Em
    meados de 2014, meu pai falava que havia um risco de golpe no Brasil, o que à época
    parecia um desvario, o que levou, inclusive, a família a se preocupar” , explica o autor.
    A situação política do país depois comprovou que talvez o delírio fosse uma espécie de
    “clarividência” do pai. “A partir deste pseudo embaralho da memória, desenvolve-se uma
    jornada de reflexão sobre a perda de memória dos entes queridos, das pessoas e das
    nações” , completa.

    14.00€
  • A LINGUAGEM DA LUZ

    0 de 5
    14.00€
  • ITINERÁRIOS DE AMÍLCAR CABRAL

    0 de 5
    24.99€