• DE GUADALUPE A FÁTIMA COM MARIA E SEUS DIZERES

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    Há muitos livros sobre Fátima, Lurdes, Guadalupe… mas nenhum é igual a este.
    Atrevemo-nos então a desafiar o leitor: constate por si próprio, analise criticamente
    e tire partido de tudo o que este livro tem para lhe oferecer.
    A insanidade dos videntes requer provas, sob pena de os estudiosos caírem na
    falácia: toda a religião e suas visões e crenças serem patológicas. Esta generalização
    ideológica pode sugerir investigadores menos credíveis e mais insanos que
    muitos videntes.
    “Trata-se de um livro difícil de classificar: não é um relato de peregrinações, embora
    evoque várias e a vários santuários; não é um livro de estudos e ensaios, embora
    também os apresente e muitas das páginas sejam fruto de estudo e reflexão aprofundada;
    não é uma obra jornalística, embora faça crónica de vários acontecimentos
    significativos. O subtítulo ‘ensaios, peregrinações e narrativas’ não consegue ser
    exaustivo na definição do conteúdo desta obra singular. (…) Este livro é precioso até
    por isso: por resistir a qualquer classificação fácil e pelos horizontes de reflexão que
    abre diante de nós.” P. Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima.

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  • NA CINTURA DA VIDA

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    Um retrato da vida real que em Portugal se vivia nos tempos que antecederam o 25
    de Abril. Alguns leitores hão-de recordar-se com nostalgia daquilo que neste livro se
    conta, outros tomarão consciência de como hoje somos privilegiados.
    Pelos olhos de uma criança e adolescente da classe média, confrontamo-nos com as
    dificuldades, os dramas e as alegrias de um mundo que estava a desaparecer.
    “Era daqui que iam para a escola alguns dos companheiros de Carlos, crianças que
    ficavam sem comer todo o dia, que levavam reguadas, que tinham oito e nove
    irmãos, que não tinham livros, nem cadernos, nem canetas e que, quando chegavam
    a casa depois da escola, tinham de trabalhar ou tomar conta dos mais novos.”
    Excerto da obra

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  • NAS GAVETAS CORREM RIOS DE SOLIDÃO

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    Este livro é uma viagem pela condição humana, repleta de devaneios e ilusões, onde
    a realidade e a fantasia se confundem numa série de episódios absurdos sem desígnio
    aparente.
    É também um texto fragmentário, que se espraia por reflexões e poemas em prosa e
    que lida com a mais importante e incontestável questão: o que sou?
    Será talvez, e finalmente, um romance narrado por diversas personagens. Um cadáver
    em quarentena, uma jovem que se fartou de ouvir piropos ordinários e decidiu
    fazer justiça pelas próprias mãos, dois gémeos siameses com três olhos e quatro
    cabeças, uma barata gigante que é professora primária e um indivíduo hipocondríaco
    que se fechou na cave com a esperança de nunca mais ser encontrado…

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  • FILHOS DE UM DEUS INJUSTO

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    A história de um miúdo pobre, criado num bairro popular de Lisboa, Alfama, que cedo revela ser possuidor de dotes intelectuais superiores à média. Mas a sua condição social, para além de não lhe possibilitar as oportunidades que mereceria, ainda lhe fecha as portas que normalmente lhe seriam escancaradas – e é a pulso que vai conseguir subir na vida, lutando contra a adversidade.

    Um livro que nos faz recordar a importância da educação – nem o meio social em que aquele miúdo cresceu lhe irá destruir os princípios e os valores que a mãe lhe transmitiu, logo na infância – e que nos transporta à sociedade portuguesa de antes do 25 de Abril, falando-nos da importância do amor, da amizade, da resiliência e da perseverança.

    Dedicado aos homens e mulheres que, com esforço e perseverança, souberam construir um futuro melhor, “Filhos de um Deus Injusto” é, no entanto, um livro dirigido a todas as gerações de portugueses; a dos actuais avós – que cresceram numa sociedade pobre, fechada, tradicionalista e com muito pouca informação, vivendo, a grande maioria, com dificuldades: a sociedade portuguesa de antes da revolução de 1974 – mas também as gerações dos seus filhos e dos seus netos, num convite à reflexão sobre o que já foi alcançado e o muito que ainda falta alcançar.

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  • VOZES QUE ME TRAZ O VENTO

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    Na sua obra poética, Teresa de Almeida Gonçalves fala-nos da sua condição de mulher e de sentimentos, como o amor – de mãe, de avó, de amante, «Despi-me nas palavras para ti…» -, fala-nos também da morte, da doença, da solidão, angústias que nos atormentam, e revela-nos a sua grande paixão pela natureza imensa que nos rodeia.
    “Vozes que nos traz o vento” é o seu terceiro livro. A grande sensibilidade que transmite na sua escrita poética levou-a a receber excelentes críticas nos anteriormente publicados, “Traços da memória” e “A vida é feita de momentos”.

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  • AINDA BEM QUE FICOU DESSE LADO

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    O que houve de verdadeiramente inovador em séries como Os Sopranos , Mad Men ou Breaking Bad ? Porque
    terá a Netix imitado a televisão para se substituir a ela? Estará a televisão “clássica” realmente a morrer? E
    as audiências, o que são anal e como se medem? São mais importantes nos programas ou nos intervalos?
    Para que serve um apresentador e porque pede palmas a toda a hora? Como é que nas séries fala sempre
    um de cada vez e ninguém se interrompe? Porque haverá tantas passadas em hospitais? E, claro, o que
    justica a obsessão das telenovelas (e de algumas séries) por salas gigantes, com escadarias que vão dar a
    quartos, e pequenos-almoços servidos à mesa com todos a intrigarem logo de manhã cedo?
    Estas e outras questões sobre Televisão, a sua história, a sua técnica, o impacto que teve e tem na sociedade
    e nas nossas vidas, são abordadas por Pedro Boucherie Mendes, prossional e profundo conhecedor do
    género, cuja carreira e visão têm marcado a televisão em Portugal nos últimos 10 anos.

    13.95€
  • ESPELHO CONVEXO

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    Em Espelho Convexo a poesia jamais morrerá; o teatro é o autoconhecimento do
    Homem; o conto eleva-nos ao grandioso gosto pelas histórias sem tempo; uma tradução
    permite-nos encontrar o sentido do todo, palavra a palavra; um estudo etnográfico
    é tão-somente conhecer as raízes de um povo; entretanto, as imagens que dividem
    os capítulos enfeitam com nobreza cada pátio de entrada.
    ► Uma obra única e incomparável, com múltiplos sentidos, que tanto podem ser harmoniosos
    como violentos, e que nos arrasta para o interior de nós mesmos na busca
    de beleza e de emoção.
    ► Neste livro, para além de poesia, poesia narrativa e um estudo etnopoético, a autora
    oferece-nos dois textos de teatro, um conto e a tradução de uma composição literária do
    poeta mexicano Jorge Manuel Herrera, numa incursão por estilos diversificados que lhe
    permitem mostrar o seu domínio do ofício e a sua capacidade experimentalista.

    14.90€
  • RIMAS ESQUECIDAS

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    Esquecidas são as rimas que se foram perdendo ao longo do tempo, mas que tomam
    forma para demonstrar o quão forte pode ser algo que se esqueceu.
    Como um pensamento perdido ou uma memória oculta, este livro tenta explicar a
    proveniência do nosso nascimento, da nossa felicidade, da nossa dor, dos nossos
    remorsos amorosos e, por fim, como partimos.
    ► Uma obra poética singular, muito influenciada por Fernando Pessoa e Ruy Belo.
    ► O livro ideal para os iniciantes na leitura poética, com uma estrutura muito fixa,
    que tem por base os sonetos, e com uma musicalidade envolvente.

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  • NICOLAS FLAMEL: O VENCEDOR DA PEDRA PELO FOGO

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    Quem foi Nicolas Flamel, uma das figuras mais emblemáticas de Paris nos séculos XIV

    e XV e fonte de mil e uma fábulas, como ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ ou ‘O
    Código da Vinci’?
    Numa autêntica caça ao homem, e munido de documentos genuínos, Walter Grosse
    empreendeu uma investigação quase policial, propondo-se desvendar um enigma que
    perdura há mais de seis séculos e que tem iludido inúmeros historiadores.

    Para Richard Khaitzine, o nome “Nicolas Flamel” parece um pseudónimo e, de facto,
    seguindo a demonstração sui generis do ilustre Fulcanelli, este seria, efectivamente,
    um nomen mysticum.
    Assim que se apercebeu deste facto, Walter Grosse observou que esta seria a chavemestra
    de toda a engrenagem capaz de destrinçar o mistério do Nicolas Flamel
    livreiro, uma das figuras mais emblemáticas de Paris nos séculos XIV e XV e fonte de
    mil e uma fábulas, como ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ ou ‘O Código da Vinci’.
    Numa autêntica caça ao homem, e munido de documentos genuínos, empreendeu
    então uma investigação quase policial, propondo-se desvendar um enigma que perdura
    há mais de seis séculos e que tem iludido inúmeros historiadores.

    14.90€
  • NEM TUDO QUE BRILHA É DIAMANTE

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    Um livro de Elisa Pereira, uma história de quem luta com a diferença. Uma doença limitativa que a Elisa prova poder contornar.
    Nem sempre nascemos com a sorte de comandar o nosso corpo. Às vezes, a doença domina-nos e obriga-nos a adaptar-nos das mais variadas formas.
    A Elisa prova-nos que a força está no querer e que as doenças possuem o poder que as deixamos possuir.
    Nem tudo o que brilha é diamante – uma história de luta com conquistas impensáveis de quem desafia as leis da medicina e o próprio destino.

    14.00€
  • EU E A VIDA – REBECA

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    Uma obra gigantesca, que narra um percurso que nos ensina a ver a vida com um único sentido: vivê-la.
    “Este livro fala sobre isso, a vida como uma missão. E acreditem, todos temos uma. Não existe a sorte nem o azar. Não há adversidades para uns e destino colorido para outros. Aliás, o destino é algo forjado por quem precisa de justificar alguma inércia e desalento que não retalia.”

    17.50€
  • LISBOA OCULTA

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    Já todos os turistas sabem o que devem visitar em Lisboa, mas saberão eles o que não devem visitar?
    No Guia Turístico – Lisboa Oculta (publicação bi-lingue em Português e Inglês) poderás encontrar as histórias 13 atracções de Lisboetas até agora ocultas e que desafiam o limite entre a ficção e a realidade.
    Jantares secretos, Institutos paranormais, estátuas falantes, sereias e sons divinos, tudo isto e muito mais nesta edição ricamente ilustrada.

    13.00€
  • OS MELHORES CONTOS PORTUGUESES DE OITOCENTOS

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    Soberbos. Simplesmente encantadores. De leitura obrigatória para os que queiram ser seduzidos pela arte de bem escrever.
    Se o Padre António Vieira, no dizer de Fernando Pessoa, foi o Imperador da língua portuguesa, os autores que nesta obra se apresentam pertencem ao selecto grupo dos príncipes da arte de bem escrever em português. Com eles, saboreamos o que de melhor a nossa língua tem para nos oferecer.
    Os contos que nesta obra o leitor vai encontrar não serão inequivocamente os melhores, mas fazem parte, sem dúvida, do panteão onde os melhores se alinham. Certo é que todos causam aquele deslumbramento que somente as penas notáveis conseguem inspirar.
    ► ANTOLOGIA INÉDITA
    ► 15 CONTOS DE 7 AUTORES
    ► PREFÁCIO DE ANNABELA RITA
    ► SELECÇÃO, PREÂMBULO E NOTAS DE FRANCISCO ABREU

    15.90€
  • OS LIBERTISTAS

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    Lisboa, outubro de 2018 – “Não, não sei ao certo
    se foi meu pai quem matou o presidente” . A
    primeira frase de Meu Velho Guerrilheiro é um
    aviso de que convém abandonar certezas. Melhor ficção de 2017 no prêmio da
    Academia Pernambucana de Letras, o quarto romance de Álvaro Filho, semifinalista do
    Oceanos 2018 e vencedor do FNAC Portugal de Escrita 2018, navega entre o real e o
    ficcional, a política e a autobiografia.
    Meu Velho Guerrilheiro foi publicado pela Editora Jaguatirica, no Brasil, e em outubro,
    será lançado em Portugal, onde vive o autor, durante o Festival Literário Internacional –
    Folio, em Óbidos.
    A narrativa de Meu Velho Guerrilheiro lança mão da afetividade para revisitar um golpe
    político, um plano de assassinato, as relações familiares entre memórias, às vezes,
    “incertas”. Nas páginas, o narrador é um escritor que vê o autoexílio no estrangeiro ter
    fim ao ser convocado, a pedido da mãe, de volta à cidade da infância. Na pacata e
    litorânea Olinda, a “missão” dele será: demover o pai da ideia de matar o presidente do
    país, que assumiu o poder após um golpe político.
    Álvaro Filho conta que o velho guerrilheiro do título é parte o pai dele, parte ficção. “Em
    meados de 2014, meu pai falava que havia um risco de golpe no Brasil, o que à época
    parecia um desvario, o que levou, inclusive, a família a se preocupar” , explica o autor.
    A situação política do país depois comprovou que talvez o delírio fosse uma espécie de
    “clarividência” do pai. “A partir deste pseudo embaralho da memória, desenvolve-se uma
    jornada de reflexão sobre a perda de memória dos entes queridos, das pessoas e das
    nações” , completa.

    14.00€
  • MEU VELHO GUERRILHEIRO

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    Lisboa, outubro de 2018 – “Não, não sei ao certo
    se foi meu pai quem matou o presidente” . A
    primeira frase de Meu Velho Guerrilheiro é um
    aviso de que convém abandonar certezas. Melhor ficção de 2017 no prêmio da
    Academia Pernambucana de Letras, o quarto romance de Álvaro Filho, semifinalista do
    Oceanos 2018 e vencedor do FNAC Portugal de Escrita 2018, navega entre o real e o
    ficcional, a política e a autobiografia.
    Meu Velho Guerrilheiro foi publicado pela Editora Jaguatirica, no Brasil, e em outubro,
    será lançado em Portugal, onde vive o autor, durante o Festival Literário Internacional –
    Folio, em Óbidos.
    A narrativa de Meu Velho Guerrilheiro lança mão da afetividade para revisitar um golpe
    político, um plano de assassinato, as relações familiares entre memórias, às vezes,
    “incertas”. Nas páginas, o narrador é um escritor que vê o autoexílio no estrangeiro ter
    fim ao ser convocado, a pedido da mãe, de volta à cidade da infância. Na pacata e
    litorânea Olinda, a “missão” dele será: demover o pai da ideia de matar o presidente do
    país, que assumiu o poder após um golpe político.
    Álvaro Filho conta que o velho guerrilheiro do título é parte o pai dele, parte ficção. “Em
    meados de 2014, meu pai falava que havia um risco de golpe no Brasil, o que à época
    parecia um desvario, o que levou, inclusive, a família a se preocupar” , explica o autor.
    A situação política do país depois comprovou que talvez o delírio fosse uma espécie de
    “clarividência” do pai. “A partir deste pseudo embaralho da memória, desenvolve-se uma
    jornada de reflexão sobre a perda de memória dos entes queridos, das pessoas e das
    nações” , completa.

    14.00€
  • A LINGUAGEM DA LUZ

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    14.00€
  • ITINERÁRIOS DE AMÍLCAR CABRAL

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    24.99€
  • ARMINDO MONSTRO

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    11.90€
  • MULHER

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    14.00€
  • DO QUE NÃO EXISTE

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    17.90€