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  • Capa do livro Viver sem Trabalhar... Continua, de Luís Campos. Europress - Quotidiano

    VIVER SEM TRABALHAR CONTINUA

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    O êxito do 1.º volume de Viver sem Trabalhar… justificou que Luís Campos voltasse à carga com igual sucesso.

    Ser Português, é entender-se mais latino que os espanhóis, mais brasileiro que os brasileiros (já que eles nos chamam Mãe) e africano de primeira (já que para os indígenas foi mais do que um pais); é sentir-se bem quando se instala lá fora e incapaz de se instalar cá dentro: é, no amor, não se limitar a ser macho, precisando de ser marialva…

    8.48€
  • VIVER SEM TRABALHAR NUM PAÍS À BEIRA-MAR

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    Quase clássico da literatura de costumes. Humor cáustico, corrosivo, um retrato do dia‑a‑dia dos portugueses. A crónica dos dias vividos.

    8.48€
  • Capa do livro Estórias de Gente, de Nuno Rebocho. Europress - Povoação

    ESTÓRIAS DE GENTE

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    Um burgo não é só paisagem, senhores. Um burgo é as suas gentes, as suas relações e ralações. Um burgo é a capacidade da sua cultura. Pensemos nisso.

    9.08€
  • Capa do livro 1755, O Grande Terramoto, de Filomena Oliveira e Miguel Real. Europress - Máscara

    1755 – O GRANDE TERRAMOTO

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    Dois eixos dramáticos unificam o todo da peça: a história de Mariana e do seu presumível incesto com o conde de Unhão, que se inscreve na Lisboa popular, e a história da ascensão ao poder do Marquês de Pombal, como ministro do reino e construtor do Estado português contemporâneo…

    10.09€
  • Capa do livro Tomai Lá do O'Neill e A Relíquia, de Eça de Queirós, de Filomena Oliveira. Europress - Máscara

    TOMAI LÁ DO O´NEILL – A RELÍQ. DE EÇA DE QUEIRÓS

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    Tomai lá do O’Neill nasceu como desafio para escrever uma peça que tivesse como suporte de texto a obra de Alexandre O’Neill. É um texto que cruza ambiências e inspirações dos seus poemas e das suas crónicas. Portugal é uma repartição pública, um café e um poeta condenado a ser português. Manter a fidelidade ao espírito do romance e ao tom e estilo de Eça foi o objectivo primeiro desta adaptação.

    8.59€
  • Capa do livro Os Patriotas, de Filomena Oliveira e Miguel Real. Europress - Máscara

    OS PATRIOTAS

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    Tendo como centro a emergência do Ultimatum de 1890, por via de Antero de Quental, desenha‑se a contradição entre a paixão do Modernismo e o apelo da Tradição; Guerra Junqueiro simboliza o republicanismo; Eça de Queirós espelha a ideologia do cepticismo finissecular d’ “Os Vencidos da Vida”; Ramalho Ortigão, em duelo com A. de Quental, defende os ideais de uma Monarquia forte; José Fontana e os dois revolucionários espanhóis simbolizam a emergência do movimento socialista.

    7.58€
  • Capa do livro Touro, de Abel Neves. Europress - Máscara

    TOURO

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    O teatro e a festa taurina são, por excelência, artes de redução e expansão, isto é, capazes do maior optimismo utilizando simplesmente o que é essencial: o homem e o seu duplo.

    5.30€
  • Capa do livro Os Outros Segredos da Cova da Iria, de Iván Ceva. Europress - Subterrâneos/Espontâneos

    OS OUTROS SEGREDOS DE COVA DA IRIA

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    …Deus é uma necessidade humana.
    Nem todas as opiniões que põem em causa a existência do pai de Emanuel são insultos ou contra‑sensos. São apenas e simplesmente liberdades da maior dádiva do Celestial, o pensamento.
    Nas inquisições, como nas ditaduras, não pensamos: cumprimos….

    12.12€
  • Capa do livro Em Sagres, de Armando Martins. Europress - Subterrâneos/Espontâneos

    EM SAGRES

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    …A história que vou contar não é a história de Sagres como a vejo em sonhos. É uma história de pessoas na Sagres dita real… Mas ninguém espere de mim que cale a verdade. Sagres tem vida, e mesmo muito mais vida do que nós. Almas penadas, miasmas, deuses antigos caídos em esquecimento, ah, Sagres tem tanto disso!

    15.15€
  • Capa do livro Manuel Laranjeira e o Sentimento Decadentista na Passagem do Século XIX, de Eugénio Montoito. Europress - Heuris

    MANUEL LARANJEIRA E O SENTIMENTO DECADENTISTA

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    … A última verdade será a que nos desmanchar a última ilusão, a ilusão da imortalidade. No dia em que o Homem, assassinada a última esperança pela última verdade, adquira a certeza de que a sua passagem na terra é um traço efémero, e que a sua sede de eterno é um desejo perdido e vão; nesse dia trágico, em que o Homem tenha de renunciar à sua loucura de absoluto…

    8.48€
  • Capa do livro Lagunae - Lagoas (Minha Aldeia Romana), de José Lopes Alves. Europress - Europavizinha

    LAGUNAE – LAGOAS (MINHA ALDEIA ROMANA)

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    … Creio que sois suficientemente espertos para adivinhardes que ides ser enforcados nessas cordas… Apenas um ligeiro puxão destes possantes homens e estareis os três dependurados e a estrebuchar… Assim, como ides ver e sentir!…

    15.15€
  • Capa do livro A Morte Desceu à Praia, de José Lopes Alves. Europress - Europavizinha

    A MORTE DESCEU À PRAIA

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    Costumes, comportamentos e atitudes sociais com inserção na literatura policial. A acção passa-se nos anos a seguir ao Movimento de Abril de 1974, quando alguns, agindo individualmente ou não, procuraram aproveitar-se da instabilidade da Autoridade e das aberturas políticas criadas para obter benefícios e vogar no modelo de uma democracia imaginada.

    9.08€
  • Capa do livro O Preto que Deitado Não Estava - Moçambique, 1969, de José Lopes Alves. Europress - Europavizinha

    O PRETO DEITADO QUE NÃO ESTAVA

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    … Nessa sua primeira missão ao Destacamento, o oficial que viera esperá-lo murmurara com um sorriso de mofa quando se referiu a tão invulgar massa rochosas criada pela natureza:

    – Ah, o preto deitado?!… É, na verdade, uma visão notável!… Já agora fica a saber que os colonos brancos dizem que Moçambique será independente quando esse preto se levantar!…

    12.12€
  • Capa do livro No Tempo do Caparandanda, de António Trabulo. Europress - Europavizinha

    NO TEMPO DO CAPARANDANDA

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    O ambiente oral do conto angolano é a noite, em volta da fogueira.

    O narrador destaca‑se e fala de pé. Anima-se, modula a voz segundo os vários actores que intervêm na recitação e intercala interjeições, ora lamentosas, ora admirativas. Gesticula, não só com os braços mas… com o corpo todo. E fascina!

    10.09€
  • Capa do livro Mulembra - Contos de Áfrisa, de António Trabulo. Europress - Europavizinha

    MULEMBA

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    Conhecereis N’Gongo, do povo da ilha, Canjala, a menina má e Munkhete, que foi banido dos cuancalas. Ouvireis falar de muita gente, de novos e de velhos, e até de Pamba que, ao criar o homem, deu-lhe por sina procurar a felicidade como se estivesse próxima e só dar por ela depois de a ter perdido.

    Sabereis também da velhice de Pamba, que esqueceu até a língua dos homens.

    8.48€
  • Capa do livro Entre Cardos e Espinhos ao Anoitecer - Regresso a "Verão Quente" de 1936, de A. de Alémmontes. Europress - Europavizinha

    ENTRE CARDOS E ESPINHOS AO ANOITECER

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    …Ricardo pousou bruscamente o auscultador, desligando o telefone. Compreendera tudo. Triste e desiludido, deu conhecimento ao pai das informações tão esclarecedoras de Ernesto e quedou-se uns minutos com ele, debruçado no parapeito da janela a observar o jardineiro na tarefa de aparar os cardos e espinheiros que se entrecruzavam na sebe ressequida…

    12.12€
  • Capa do livro Momentum, de Ricardo Ventura. Europress - Europavizinha

    MOMENTUM

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    Nóvel escritor e consistente representante da nova geração de ficcionistas romanescos, o autor dá‑nos uma visão contextualizada da problemática do mundo actual, “flashes” de sentimentos e contradições que se autojustificam em si e por si.

    Referência também ao magnífico ensaio introdutório sobre a “Geração de 90”, da autoria de Miguel Real”.

    6.36€
  • Capa do livro Crónica dos Novos Feitos da Guiné, de António Ferra. Europress - Europavizinha

    CRÓNICA DOS NOVOS FEITOS DA GUINÉ

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    Com reminescências e alusões aos velhos cronistas portugueses, esta obra dá continuidade a uma tradição literária de auto‑ironia. As histórias do Oliveira, do Tomazinho ou do Machado podem ser o retrato de muitos portugueses e guineenses que se repartem entre o “24 de Setembro, o Sheraton, a pensão da dona Berta, o mercado do Bandim…”

    8.48€
  • Capa do livro Encruzilhadas Sentimentais, de Raul D'Andrade. Europress - Europavizinha

    ENCRUZILHADAS SENTIMENTAIS

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    É a história dum rapaz, pobre, autodidacta, que se debate angustiadamente contra a mediocridade da sua condição de caixeiro e que, para sair dela, acaba por tomar um caminho que a sua consciência condena, mas que satisfaz o seu ego de Dom Juan.

    15.90€
  • Capa do livro Fogos de Santelmo, de Raul d'Andrade. Europress - Europavizinha

    FOGOS DE SANTELMO

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    Num discurso dramático, por vezes lírico ou religioso, o autor mergulha nas profundezas da alma humana e, com agudeza, capta-lhe a sua permanente contradição entre a busca do absoluto e o relativismo dos actos quotidianos.

    9.54€