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  • ONTEM E HOJE – VIDAS QUE SE REENCONTRAM

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  • O NOVO PALADINO

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  • NA HORA DA MUDANÇA

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  • Um Anjo Indicou-me o Caminho

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • Agostinho Neto – Da guerrilha aos primeiros anos da independência

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • Por ti e para ti

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • AMADIS DE GAULA – LIVRO 1

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    Estas são as fantásticas aventuras do cavaleiro Amadis de Gaula e da sua
    amada Oriana. Odiado pelo mago Arcalaus e protegido pela misteriosa Urganda,
    Amadis terá de encontrar o seu lugar no Mundo e lutar pela justiça.
    Um romance de fantasia medieval, absolutamente seminal para a história da
    ficção Ibérica, tal como ciclo do Graal do Rei Artur o é para Inglaterra.
    Tradução em Português a partir da versão mais antiga conhecida, a de 1508
    em castelhano, pela Professora Graça Videiro Lopes.
    Prefácio de Nuno Júdice.
    Amadis de Gaula foi um “best seller” medieval/renascentista e, graças à não
    existência de direitos de autor na altura, sofreu várias sequelas, spin-offs e obras
    paralelas nele directamente inspiradas.
    A importância deste romance pode-se ver reflectida no facto de ser um dos
    poucos livros que não foram destruídos pelos amigos de D. Quixote ao tentarem
    salvar o Cavaleiro da Triste Figura da sua loucura, por considerarem tratar-se de
    um dos poucos bons livros de romances de cavalaria.
    Já no plano da não-ficção, quando os primeiros exploradores chegaram a
    Aztec, a capital de Tenochtitlan exclamaram “Ficámos maravilhados. Dissemos que
    se parecia com as coisas encantadas de que falam no livro do Amadis”.

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  • ROTXA SCRIBIDA

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    Dezassete anos em Cabo Verde impregnaram o Autor de cabo-verdianidade. Foram usos e costumes, foram hábitos e tradições, foi toda uma cultura crioula e até mesmo o seu linguajar muito especial que em quase duas décadas moldaram-lhe o ânimo e espírito tal como a bruma seca que, por longos períodos durante o ano, sobrevoa as ilhas.

    Rotxa Scribida (nome de um dos “mistérios” que povoam as ilhas) é o mais recente livro de poemas de Nuno Rebocho, escritos durante a sua estadia em Cabo Verde.

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  • USSU DE BISSAU

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    MILHARES DE CRIANÇAS DA COSTA OCIDENTAL AFRICANA CONTINUAM A SER
    SUJEITAS AOS TERRÍVEIS RISCOS DOS MAUS TRATOS, DA VIOLAÇÃO, DA MENDICIDADE
    E DA MISÉRIA.
    Ussu de Bissau conta a história ficcionada de uma criança talibé, retratando afinal
    uma realidade bem mais cruel do que se pode imaginar.
    “Ussu de Bissau, para além de ser um notável utensílio pedagógico de construção de
    consciência a partir do drama da privação, exploração e tortura, (…) revela-se uma
    importante produção literária, não fantasista, mas de posicionamento cívico…”
    Excerto do Prefácio [Aua Baldé e Miguel de Barros]

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  • PACTO

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    “QUAL O SIGNIFICADO DA VIDA? NESTE LIVRO, MIGUEL ALMEIDA, AUTOR MADURO
    E SENSÍVEL, UTILIZA A SUA VOZ POÉTICA ÚNICA PARA SE DEBRUÇAR SOBRE ESTA
    QUESTÃO E OUTRAS IGUALMENTE ESSENCIAIS. AS SUAS RESPOSTAS SÃO FREQUENTEMENTE
    SURPREENDENTES…” RICHARD ZIMLER
    “Miguel Almeida é um poeta-filósofo que faz do ponto de interrogação a sua arma, o
    motor para avançar no seu tempo, no nosso tempo, sempre em busca de respostas
    que sabe não existirem cabalmente… Vale a pena ler sem pressas este livro, mastigá-
    lo,
    degustá-lo, retirar dele o prazer de se confrontar com cada poema, dar-lhe luta,
    até. Pacto é uma grata possibilidade de leitura de uma escrita adulta, séria, desafiante.”
    Joaquim Pessoa
    “A poesia, neste maravilhoso livro, é uma porta pela qual Miguel Almeida passa para
    explorar os grandes temas da vida humana: a perda, a dor, a coragem, a felicidade, a
    solidariedade, o significado da existência e, naturalmente, a morte. É um enorme
    prazer acompanhá-lo nesta exploração.” Richard Zimler

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  • O ELO INVISÍVEL

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    «A escrita é limpa. Depurada. Despojada de
    adereços, mas fulgente como a vida. A vida sem
    concessões», escreveu Paulo Neto, editor da
    revista literária “Aquilino”, sobre “O Elo Invisível”,
    livro de estreia de Patrícia Maia Noronha.
    O arranque literário da autora, já distinguida com
    uma menção honrosa no Prémio Literário Alves
    Redol, foi editado pela Gato Bravo e reúne um
    conjunto de 17 contos em que a conexão, o elo, é
    um tema recorrente.
    «O humor, nos contos de Patrícia Maia Noronha,
    não obstante tudo o referido, também se
    presentifica, doseado com mestria, até quase
    pudor, de forma espontânea ou cáustica, com
    ironia leve ou calçadeira de um sarcasmo»,
    escreveu Paulo neto, no prefácio da obra.

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  • SONHOS & DESVARIOS

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    Os 15 contos que compõem o livro Sonhos & Desvarios foram inspirados em sonhos e em imagens que a autora deles conseguiu reter. A partir de seu universo onírico, Fátima Bettencourt narra histórias como o insólito cortejo fúnebre de uma elegante senhora, um automóvel que desenvolve dotes de inteligência, julgamento e condenação ou a emersão de uma Vénus igual à de Botticelli durante uma hecatombe planetária.

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  • VEROMAR

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    Veromar, nome de uma cidade que nasce de um “erro”, é o título do novo romance de Dina Salústio. Numa narrativa com marcas do realismo mágico, o livro aborda questões como a violência contra as mulheres e as crianças, o abandono e a indiferença.

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