• MANUAL DE XADREZ – NÍVEL 3

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    O Manual de Xadrez – Nível 3 é um livro que ensina a jogar xadrez através da resolução de exercícios práticos.
    Vem no seguimento dos manuais de nível 1 e 2, introduzindo algumas ideias mais avançadas para progredir no jogo. Neste nível 3, o acréscimo de dificuldade reside, não na profundidade de cálculo que se mantém, mas na abrangência de lances a considerar para chegar à ideia vencedora.
    Está pensado essencialmente para ser usado em ambiente de sala de aula como ferramenta de apoio ao professor e é dirigido sobretudo a alunos do 1º e 2º ciclo do Ensino Básico. Pode também ser utilizado por praticantes de outras idades que queiram evoluir de forma estruturada e autonomamente.

    9.00€
  • MANUAL DE XADREZ – NÍVEL 2

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    O Manual de Xadrez – Nível 2 é um livro que ensina a jogar xadrez através da resolução de exercícios práticos.
    É a continuação do primeiro volume, introduzindo algumas ideias mais avançadas para progredir no jogo.

    9.00€
  • MANUAL DE XADREZ – NÍVEL 1

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    O Manual de Xadrez – Nível 1 é um livro que propõe a aprendizagem das regras básicas do xadrez e algumas ideias simples de jogo através da resolução de exercícios práticos.

    9.00€
  • Capa do livro A Ganhar ou a Perder: um Ano de Sporting, de Mário Lopes. Edições Paquiderme

    A GANHAR OU A PERDER – UM ANO DE SPORTING

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    «A ganhar ou a perder» é um livro que comemora a  fidelidade. A  fidelidade de um homem, Mário Lopes, a uma ideia: o Sporting Clube de Portugal. É precisamente dessa ideia romântica do clube desportivo que trata esta obra. Trinta crónicas que narram como ao longo de uma época desportiva, por mero acaso a de 2014/2015, essa relação é vivida e sentida pelo autor. Um ano de Sporting não é um livro de balanço de um ano desportivo, revisto à fria luz do facto consumado, da razão retrospectiva ou, pior, do triunfalismo eufórico. É, pelo contrário, uma sucessão de crónicas escritas a quente, jogo a jogo – em permanente encantamento com a incerteza do resultado e, acrescente-se, do futuro; seguro «de que glorificar as vitórias, esquecendo tudo o resto, na verdade, nada explica». Levamos as derrotas connosco porque não as podemos esquecer. As vitórias são, por natureza, inesquecíveis: aos 37 anos, depois da festa no Jamor, Mário Lopes pisou pela primeira vez o relvado de Alvalade.

    12.90€