• MONSTROS URBANOS

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  • APOCRYPHUS VOLUME TRES – FEMME POWER

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  • APOCRYPHUS VOLUME DOIS – CRIME

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  • APOCRYPHUS VOLUME UM – FANTASIA

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  • PENTÂNGULO 3

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  • CORRER MUNDO

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  • UMBRA – ANTOLOGIA DE BANDA DESENHADA – 1

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  • ALL WATCHED OVER BY MACHINES OF LOVING GRACE

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  • ANTOLOGIA FICÇÃO ESPECULATIVA QUEER

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  • A viagem da virgem

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • PENTÂNGULO 2

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    Eis o segundo número da revista PENTÂNGULO que dá continuidade à parceria entre o Ar.Co. – Centro de Arte e Comunicação Visual e a Associação Chili Com Carne.

    A Pentângulo é uma publicação que confere visibilidade ao trabalho de novos autores cuja formação tenha sido feita no curso de Ilustração e Banda Desenhada do Ar.Co.

    Sem hierarquias, nomes consagrados e estreantes, alunos, ex-alunos e professores misturam as suas imagens e palavras numa saudável promiscuidade.

    O departamento de Ilustração/BD do Ar.Co tem vindo a pôr em prática um modelo pedagógico que privilegia as aplicações específicas da ilustração e banda desenhada em relação ao mercado editorial, tendo para o efeito realizado parcerias com várias entidades ao longo dos seus 18 anos de existência, entre elas a Chili Com Carne com quem o departamento colaborou desde o início do milénio.

    10.00€
  • HUMANUS

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    Esta é uma obra comemorativa dos cinco anos da Escorpião Azul como chancela de banda desenhada que publica maioritariamente autores lusos. Nele estão incluídos 37 autores entre desenhadores e argumentistas, desconhecidos e conhecidos que contribuíram com as suas 33 histórias dos mais variados estilos, para dar à luz do dia esta colectânea que homenageia a banda desenhada no seu todo e que quer dar uma visão mais abrangente daquilo que hoje se faz em Portugal.

    21.00€
  • NÓDOA NEGRA

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  • VIAGENS: THE LISBON STUDIO SERIES, VOL. 3

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  • CONTOS DA EMIGRAÇÃO

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    13.80€
  • SILÊNCIO: THE LISBON STUDIO SERIES, VOL. 2

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    11.99€
  • CLARIDOSIDADE

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    Literatura

    25.00€
  • A CULTURA NA PRIMEIRA PÁGINA

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    Talvez um dia os jornais se façam sem jornalistas. E sem notícias. Pelo menos, sem notícias sobre temas culturais. Os resultados do projeto de investigação “Cultura na Primeira Página” mostram uma diminuição da visibilidade da cultura nos media. A representação jornalística da cultura coloca-a em locais que não costumava frequentar: em paisagens de lazer e entretenimento. Dentro de um paradigma em que tudo é cultural, os media tornaram-se alegres companheiros desta viagem pelas esquinas da diversão e da “boa vida”. Neste livro, vários autores refletem sobre as transformações do jornalismo cultural, as razões que alteraram tão profundamente uma relação antiga entre jornalismo e cultura e os impactos para a cidadania de uma diminuição da crítica e da reflexão sobre o campo cultural.

    12.90€
  • CIDADES: THE LISBON STUDIO SERIES, VOL. 1

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    Com lançamento marcado para o Festival Internacional de BD de Beja, já no próximo Sábado, CIDADES é o primeiro volume de uma colecção de antologias de histórias curtas pelos membros do The Lisbon Studio: sete histórias, oito autores e dois prefácios marcam o início desta série, num volume da melhor banda desenhada que se faz no nosso país!

    Dia 27 de Maio pelas 16h30, no Teatro Municipal Pax Julia, no centro de Beja, estarão presentes vários dos autores para a apresentação e lançamento e haverá uma sessão de autógrafos a seguir.

    …Todas estas cidades, reais e imaginárias, são tão verdadeiras como as feitas de metal e betão. Existem no espaço entre os autores e os leitores, são histórias que vivem nesses entretantos…”

    – do prefácio de Filipe Homem Fonseca

    O The Lisbon Studio é um colectivo de ilustradores, designers e autores de BD, que conta com mais de uma década de existência, e que partilham um espaço com vista para o Tejo, em Santa Apolónia. Originalmente fundado por um pequeno grupo que incluía Jorge Coelho, Rui Gamito, Frederico Penteado e outros, foi-se expandido ao longo dos anos para juntar os maiores nomes da banda desenhada naquela que é, de facto, a casa da BD em Portugal. Autores que trabalham para a Marvel, autores que representam alguns dos maiores best-sellers da BD portuguesa, autores que representam estilos e modos de criação muito variados, incluindo autores que trabalham em design, ilustração, web-design, e mais. No The Lisbon Studio – apesar da constituição dos membros do TLS se ter alterado ao longo dos anos – não só se sente a herança dos seus fundadores, como a marca deixada por todos os que por aqui passaram.

    A TLS Series é uma antologia criada pelos membros presentes do The Lisbon Studio, marcando o regresso deste colectivo ao mundo da edição, depois da publicação de um total de 11 números online – Mag e WebMag, entre 2013 e 2016 – desta vez em parceria com a ComicHeart e a G.Floy Studio.

    11.90€
  • SOCIEDADE COOPERATIVA ALMADENSE: PERCURSOS E METAMORFOSE

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    O presente texto, fruto de pesquisa documental e de diversos testemunhos orais, revisita, de uma forma transversal, os espaços, organização e dinâmicas da Sociedade Cooperativa Almadense (SCA), constituída formalmente em 1 de janeiro de 1891, por um grupo de operários tanoeiros e corticeiros.

    Apesar de ter sido a primeira cooperativa de consumo constituída em Almada e de se ter mantido em atividade até à década de 1990 enquanto tal, com um ligeiro interregno antes do 25 de Abril de 1974, a SCA não despertou particular atenção por parte dos investigadores em história local, o que poderá dever-se, entre outras razões, à escassez de documentação arquivística que lhe respeite, ao seu menor número de associados e, porventura, menor protagonismo político, consequência da sua localização e área de influência.

    Durante a década de 1950, a Cooperativa sofreu uma profunda remodelação, atualizando-se, e oferecendo novos serviços aos assocaados. Dispunha então, além de biblioteca, de fancaria, secção de casa, drogaria, mercearia, carvoaria, talho, peixaria e banca de frutas e legumes. Paralelamente constituiu parcerias na área da assistência médica e desportos.

    Em 2007, por razões financeiras, viu-se obrigada a encerrar definitivamente a atividade.

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