• SILVENIUS

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    Arménio Vieira, escritor e poeta, único cabo-verdiano galardoado com o Prémio Camões, lança o seu décimo livro, intitulado “SILVENIUS – ANTOLOGIA POÉTICA”, com a chancela da Rosa de Porcelana Editora.
    Este livro, que se difere dos anteriores por ser uma seleção feita pelo próprio Autor dos seus exercícios poéticos ao longo dos últimos quarenta anos – em verdade, desde o aparecimento da figura Silvenius, uma espécie de pseudónimo, questionador de poemas “transitivos” e da “poesia utilitária” de um certo fazer literário cabo-verdiano.
    Numa centena e meia de páginas, Arménio Vieira escolhe, entre a sua lavra, os textos poéticos que mais se afinam pelo diapasão universalista e existencialista de Silvenius, optando pelo viés modernista de intertextualidade com outros escritores do mundo, tais como Shakespeare, Cervantes, Camões, Whitman, Baudelaire, Rimbaud, Pessoa, e Borges, entre tantos, bem como os mais próximos como Osvaldo Alcântara, Valcobra, João Vário e Mário Fonseca.
    Outro aspeto digno de registo é o indiciar que este livro marca o fim da fase dos Brumários, composto por quatro livros – O Brumário, Derivações do Brumário, Sequelas do Brumário e Fantasmas e Fantasias do Brumário -, uma espécie de linha poética do Autor, desde 2013.

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  • Capa do livro Sequelas do Brumário, de Arménio Vieira. Rosa de Porcelana Editora

    SEQUELAS DO BRUMÁRIO

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    Em 2009 tornou-se o primeiro escritor cabo-verdiano a obter o Prémio Camões, a mais importante distinção literária na língua portuguesa. “Sou um poeta, apenas isso”

    Natural da Cidade da Praia, cidade presente em boa parte da sua poesia, dono de uma obra inconfundível, cabo-verdiana e ao mesmo tempo universal, Arménio Vieira revelou-se na primeira metade da década de 60 do século XX, juntamente com os também poetas cabo-verdianos Mário Fonseca e Osvaldo Osório.

    15.00€
  • Capa do livro Fantasmas e Fantasias do Brumário, de Arménio Vieira. Rosa de Porcelana Editora

    FANTASMAS E FANTASIAS DO BRUMÁRIO

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    Arménio Vieira, membro na Academia Cabo-verdiana de Letras, em 2009 foi-lhe atribuído o Prémio Camões, o mais importante galardão literário da língua portuguesa.

    Certamente que Descartes sabia o lugar e o nome donde parte o Reno ou qualquer outro rio.

    O que ele nunca soube (nem ele nem ninguém) é a fonte onde nascem as palavras, donde surgem os pensamentos.

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