• Entre cegos e Invisíveis

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • MALDITOS AMIGOS

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  • OLIMPO TROPICAL

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  • Capa do livro Que Deus Te Abandone, de André Diniz e Tainan Rocha. Polvo Editora

    QUE DEUS TE ABANDONE

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    Decorrendo apenas numa noite, ou em parte dela, a acção deste livro começa muito antes de o abrirmos e continuará para lá de o fecharmos. É uma história simples, sobre escolhas e o valor da vida humana.

    De visita ao seu noivo Quirino, Bárbara é apanhada por uma tempestade, que se abate sobre a favela e faz desmoronar uma parte, arrastando casas e moradores, deixando um rasto de destruição e morte e muitos feridos e soterrados a necessitar de ajuda. Entre eles está Donato, cuja fama de violador, pedófilo e assassino afasta qualquer boa intenção de possíveis salvadores. Desafiando tudo e todos, lutando contra si mesma e os sentimentos contraditórios com que se debate, Bárbara decide que Donato é apenas (mais) um ser humano.

    A luta contra o tempo, os elementos e a desaprovação generalizada, vai gerar surpresas e ter consequências que o leitor descobrirá ao longo de um relato que, na sua humanidade, se revela bem mais extenso e profundo do que as páginas que o contém.

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  • Capa do livro 7 Vidas - Diário de Vidas Passadas, de André Diniz e António Eder. Polvo Editora

    7 VIDAS

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    Levado pela curiosidade, o argumentista André Dinis resolveu aventurar-se numa série de regressões a vidas passadas. O resultado dessas memoráveis sessões, transmitidas pelo traço de Antonio Eder, são as sete vidas mostradas neste livro, que levarão o leitor a experimentar épocas, culturas e lugares diversos…

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  • Capa do livro Duas Luas, de André Diniz e Pablo Mayer. Polvo Editora

    DUAS LUAS

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    NILO, proprietário do Bar do Lourenço (de onde virá o nome?), está interessado em vendê-lo para se poder dedicar mais à sua amada Natali e à filha que está para nascer, fruto do amor de ambos. Mas as coisas não são assim tão lineares e enquanto a venda não se concretiza Nilo terá de enfrentar e resolver uma série de questões, tentando manter sempre a sua integridade imaculada…

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  • MORRO DA FAVELA

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    Morro da Favela, escrita e desenhada por André Diniz, retrata as memórias do fotógrafo Maurício Hora, gerado e criado no Morro da Providência (Rio de Janeiro), também conhecido como Morro da Favela, a primeira favela brasileira, nascida em 1897…

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