• DIZER O INFINITO EM AIS DE BRILHO E ESPANTO

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    “Para ler a poesia de Aires Gameiro é urgente despovoar-se das ideias e dos pensamentos
    e sentir cada uma das suas palavras arrumadas em verso, com múltiplas facetas.
    Diz-nos o autor que ‘cada poesia é uma ousadia’ e que ‘poetar é mudar a prosa
    em luar’… Assim sente o poeta, que na busca do indizível sabe que as palavras trazem
    mudança e nascem nos dias claros e inspiradores, até adormecerem amadurecidas,
    já sem sol, iluminadas pelo luar…!” Délia Gomes

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  • DE GUADALUPE A FÁTIMA COM MARIA E SEUS DIZERES

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    Há muitos livros sobre Fátima, Lurdes, Guadalupe… mas nenhum é igual a este.
    Atrevemo-nos então a desafiar o leitor: constate por si próprio, analise criticamente
    e tire partido de tudo o que este livro tem para lhe oferecer.
    A insanidade dos videntes requer provas, sob pena de os estudiosos caírem na
    falácia: toda a religião e suas visões e crenças serem patológicas. Esta generalização
    ideológica pode sugerir investigadores menos credíveis e mais insanos que
    muitos videntes.
    “Trata-se de um livro difícil de classificar: não é um relato de peregrinações, embora
    evoque várias e a vários santuários; não é um livro de estudos e ensaios, embora
    também os apresente e muitas das páginas sejam fruto de estudo e reflexão aprofundada;
    não é uma obra jornalística, embora faça crónica de vários acontecimentos
    significativos. O subtítulo ‘ensaios, peregrinações e narrativas’ não consegue ser
    exaustivo na definição do conteúdo desta obra singular. (…) Este livro é precioso até
    por isso: por resistir a qualquer classificação fácil e pelos horizontes de reflexão que
    abre diante de nós.” P. Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima.

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