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  • Um Anjo Indicou-me o Caminho

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    Sim, o Shatner do título é o actor cromo de Star Trek, se bem que na perspectiva de “Where’s Captain Kirk?”, canção da banda punk Spizz Energi. William Shatner é referido no livro, mas não está nele. Na verdade, nem o autor sabe onde está. Do dito Shatner só interessa para o enredo que, num episódio desse clássico televisivo de ficção científica, era ele o fagotista de um grupo de música de câmara.

    Yep: logo à partida, as referências musicais deste novo caudal de frases de Rui Eduardo Paes (carinhosamente mais conhecido por REP) – porque é de um livro sobre música que se trata – estão no rock and roll e na clássica, ainda que para falar de jazz, de improvisação e dessa música que se diz ser “experimental”. Também se passa pelo hip-hop queer e pelo nintendocore, por exemplo, mas afinal nenhuma forma de arte é uma ilha e tudo está, de alguma maneira, interligado. Até quando o que encontramos são as des-associações reais ou quimicamente induzidas que constituem a realidade. Os contos desta, nas páginas que aqui estão dentro, são os do sexo, da loucura e da morte.

    A música não comunica nada, segundo Gilles Deleuze? Mentira: comunica-nos o desejo, esse grande motor do nosso quotidiano, a esquizofrenia que nos define como humanos e a atribulada relação que temos com a Grande Ceifeira. Para ler em ritmo de corrida, porque foi escrito em ritmo de corrida.

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  • FILHOS DE UM DEUS INJUSTO

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    A história de um miúdo pobre, criado num bairro popular de Lisboa, Alfama, que cedo revela ser possuidor de dotes intelectuais superiores à média. Mas a sua condição social, para além de não lhe possibilitar as oportunidades que mereceria, ainda lhe fecha as portas que normalmente lhe seriam escancaradas – e é a pulso que vai conseguir subir na vida, lutando contra a adversidade.

    Um livro que nos faz recordar a importância da educação – nem o meio social em que aquele miúdo cresceu lhe irá destruir os princípios e os valores que a mãe lhe transmitiu, logo na infância – e que nos transporta à sociedade portuguesa de antes do 25 de Abril, falando-nos da importância do amor, da amizade, da resiliência e da perseverança.

    Dedicado aos homens e mulheres que, com esforço e perseverança, souberam construir um futuro melhor, “Filhos de um Deus Injusto” é, no entanto, um livro dirigido a todas as gerações de portugueses; a dos actuais avós – que cresceram numa sociedade pobre, fechada, tradicionalista e com muito pouca informação, vivendo, a grande maioria, com dificuldades: a sociedade portuguesa de antes da revolução de 1974 – mas também as gerações dos seus filhos e dos seus netos, num convite à reflexão sobre o que já foi alcançado e o muito que ainda falta alcançar.

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  • VOZES QUE ME TRAZ O VENTO

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    Na sua obra poética, Teresa de Almeida Gonçalves fala-nos da sua condição de mulher e de sentimentos, como o amor – de mãe, de avó, de amante, «Despi-me nas palavras para ti…» -, fala-nos também da morte, da doença, da solidão, angústias que nos atormentam, e revela-nos a sua grande paixão pela natureza imensa que nos rodeia.
    “Vozes que nos traz o vento” é o seu terceiro livro. A grande sensibilidade que transmite na sua escrita poética levou-a a receber excelentes críticas nos anteriormente publicados, “Traços da memória” e “A vida é feita de momentos”.

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  • UM LUGAR NO PARAÍSO

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  • MOMENTOS DE REFLEXÃO

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  • A IRMANDADE

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