• A POUCOS PALMOS DO CHÃO

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  • O ESCRAVO & EPÍSTOLA

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    O Escravo assinala o nascimento da literatura cabo-verdiana em prosa. A expressividade do título decorre não só do facto de ele identificar a realidade social da época, mas também de nos chamar a atenção e de nos despertar para outra realidade, ainda mais curiosa, onde, no seio da massa escravocrata, se pudesse atender a um escravo enquanto sujeito bem definido, numa época em que um escravo era só um objeto. Epístola a… trata-se de um poema que engenhosamente mistura elementos líricos e épicos. As ilhas de Cabo Verde aparecem como lembrança invocada por “de café pequena taça” que traz recordações de “uns doze’ anos de bem custosa vida” e “d’esse povo meigo e dócil”.

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  • O CHEIRO DA ANONEIRA

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    Quando o mundo que Rafaela havia construído para si e para a filha se desfaz como um castelo de areia, ela não se deixa abater pela derrota e pelo desespero.

    O destino, consultado numa mesa de tarot, diz-lhe que o futuro fica no lugar da infância. Ela abre, então, a porta desse mundo esquecido. Como quem folheia um álbum de fotografias, recorda a velha quinta onde nasceu, a aldeia de casinhas brancas, os barcos coloridos varados no cais.

    Os homens a jogar à bisca debaixo de palmeiras queimadas pelo sol. As mulheres a bordar à sombra da montanha a pique. E aquele mar azul fundo, que em noites de tempestade se atira à vila em ondas brancas de raiva e espuma.

    Perdida, procura no passado a rota que uma carta de tarot lhe aponta como uma seta numa cruz de caminho.

    O cheiro da anoneira é um romance pungente e também humorístico, salpicado aqui e ali de cenas hilariantes, protagonizadas por alguns habitantes da aldeia.

    Rafaela vive na fronteira entre o mundo que conhecemos e um mundo que pressentimos e que, de alguma forma, receamos.

    Espiritismo, vidência e contactos com o paranormal são uma constante nesta obra, que não pretende revelar nada de novo. Apenas tocar uma realidade que, quer queiramos quer não, irá marcar decisivamente este novo milénio.

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  • Capa do livro Cadernos de Fausto, de Rafael Dionísio. Chili com Carne

    CADERNOS DE FAUSTO

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    Trata-se de um livro que orbita recursivamente em torno dessa personagem tentando defini-la de uma maneira obsessiva. São pequenos textos que funcionam simultaneamente ou como capítulos de uma biografia sem factos ou como capítulos de um romance que não existe. Assim temos que o livro é de um género híbrido, algures entre a ficção e a poesia, num lugar não determinado. Uma das características do livro é ter algum grau de experimentação sintáctica e semântica. É um livro, literariamente, encorpado, denso e profundo.

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