• 9789899997905

    BUSCA DA GEMA NOS DESTROÇOS

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    SOMBRAS DANÇAM NESTE INCÊNDIO

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    EXÍLIO AOS OLHOS, EXÍLIO ÀS LÍNGUAS

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    CHÁ DO PRÍNCIPE

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  • 9789729376481

    DRAMAS IMPERFEITOS

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    MEMÓRIAS DE UM MÉDICO DE FAMILIA

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    A MAIS ABSURDA DAS RELIGIÕES

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  • RUIM

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    O SEGREDO DOS BRAGANÇA

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    FILHOS DA PRIMAVERA ÁRABE

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    FLOR DE BASALTO

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    Literatura

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    POLAROIDES DE DISTINTOS NAUFRÁGIOS

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    Literatura

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    IMPRESCINDÍVEL DOUTRINA CONTRA

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    Literatura

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    CLARIDOSIDADE

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    Literatura

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    O ALBERGUE ESPANHOL

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    Literatura

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  • O Pároco de Aldeia, de Alexandre Herculano

    O PÁROCO DE ALDEIA

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    Na galeria dos grandes escritores da literatura portuguesa, Alexandre Herculano (1810–1877) figura entre os maiores, como romancista, historiador, ensaísta, mas também poeta e dramaturgo. Pequeno romance rústico , como lhe chamou Vitorino Nemésio, crónica aldeã , no dizer do próprio autor, O Pároco de Aldeia foi originalmente publicado no jornal literário e instrutivo O Panorama, em 1843-44. Editado agora pela primeira vez em volume autónomo, deliciará os leitores com as desditas de um candidato a santo casamenteiro e os ditos do seu rebanho, narrados com a mestria um prosador que, para lá do sentimentalismo ou da moralidade, sabia como nenhum outro esbater as linhas que separavam o divino do terreno, o erudito do plebeu, para filosofar com graça e gracejar com filosofia.

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    LUZ DE LUZ

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    Foi com a consciência profunda da dor que hoje assombra o mundo que Pedro Strecht escreveu livro. Que atitude tomar presente a constante a constante desorganização de si mesmos a que estão submetidos os homens nas sociedades contemporâneas? Talvez numa necessidade vital: retirar forças para combater o mal, através da felicidade e do prazer de existir. Da luz da luz, nas palavras do autor que, neste pequeno e ambicioso livro, envolve o leitor numa espécie de proferição muda, rítmica, que o atinge no mais fundo dos eu pensar e sentir.

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    ESTICAR O INFINITO ATÉ À BORDA DO PRATO

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    ESTICAR O INFINITO ATÉ À BORDA DO PRATO, de Rony Moreira, é um livro estruturalmente convincente e com inebriante cheiro de coisa nova. Este jovem poeta estreia-se com uma inusitada sedução criativa, atravessada no livro por rara inquietude semântica, transposição estilística e plasticidade metafórica. O conjunto dos escritos divide-se em quatro cadernos interiores – “O Dom-Nato da Terra-Chão”, “Mordedura de Azáfama nos Ciscos”, “O Recado Escrito da Avó” e “Retrato de uma Cidade Fisicamente Impossível” -, cada um caracterizado pela compulsão de complementaridade e de genuína irreverência. Uma voz nova a remarcar a poesia cabo-verdiana nesta segunda década do século XXI.

    10.00€
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    POEIRAS DE DIASÂ

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    Poeiras de Diasâ, o livro com que se comemora 40 anos de escrita de João Lopes Filho, não se enquadra num género literário único, antes apresenta uma mescla entre a crónica e o conto, textos em que a memória é a tónica com que se tecem viagens e torna-viagens. João Lopes Filho, o escritor cabo-verdiano com mais livros publicados, apresenta uma narrativa na qual se pode ver traçado um percurso muito comum ao povo marcado pela migração.

    15.00€
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    O ESCRAVO & EPÍSTOLA

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    O Escravo assinala o nascimento da literatura cabo-verdiana em prosa. A expressividade do título decorre não só do facto de ele identificar a realidade social da época, mas também de nos chamar a atenção e de nos despertar para outra realidade, ainda mais curiosa, onde, no seio da massa escravocrata, se pudesse atender a um escravo enquanto sujeito bem definido, numa época em que um escravo era só um objeto. Epístola a… trata-se de um poema que engenhosamente mistura elementos líricos e épicos. As ilhas de Cabo Verde aparecem como lembrança invocada por “de café pequena taça” que traz recordações de “uns doze’ anos de bem custosa vida” e “d’esse povo meigo e dócil”.

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