• Velvet Vol.3: O Homem que Roubou o MundoPT-Velvet-3

    VELVET VOL. 3: O HOMEM QUE ROUBOU O MUNDO

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    VOLUME FINAL DA SÉRIE

     

    Todas as pistas e todos os destinos que constituem o mistério que rodeia Velvet acabam por a levar de volta aos Estados Unidos e a Washington, para o final explosivo da saga de Velvet Templeton. Por dois dos criadores de comics mais aclamados de hoje, Ed Brubaker e Steve Epting, a dupla responsável também pela série Fatale.“Afinal a história não é sobre a Moneypenny, a secretária do MI6 que se transforma em agente secreto. É uma história que pergunta – E se a secretária de 40 e tal anos afinal sempre tivesse sido um agente secreto?”

     

    “Para quem queira ver uma equipa de criadores de comics em plena forma a fazer o que só eles sabem fazer tão bem, podem parar de procurar.”

    -Newsarama

     

    Reúne os números 11-15 de Velvet

    9.99€
  • Southern Bastards Vol.3: RegressosPT-Southern-Bastards-32

    SOUTHERN BASTARDS VOL. 3: REGRESSOS

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    Chegou a semana do Homecoming, o fim das férias e o maior jogo do ano para a equipa do Condado de Craw, os Runnin’ Rebs. Mas o Coach Euless Boss tem muito mais inimigos do que os que vai enfrentar no campo de jogo. O xerife cujo passado negro o continua a assombrar. O misterioso caçador sempre pronto a fazer a sua justiça rural muito peculiar. O estranho rapaz em coma. A maquiavélica mulher do Mayor. Os cães selvagens.

    E há também Roberta Tubb, do Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos. A filha do homem que Euless Boss matou a sangue-frio. Todos estão a regressar a casa, como que atraídos por uma promessa de violência e vingança. Mas o Coach Boss não tem medo de sangrar. Nem de verter o sangue de outros, se isso for necessário para ganhar o jogo.

    Seis histórias. Seis grandessíssimos cabrões. Uma série “frita à moda do Sul”.

     

    Southern Bastards é a aclamada criação de Jason AARON e do desenhador Jason LATOUR, uma saga que nos mergulha no Sul dos Estados Unidos, na sua cultura violenta e dividida, um thriller de que ninguém sairá incólume. Southern Bastards venceu o Prémio Harvey para Melhor Nova Série em 2015.

     

    “Se existe por aí um comic mais visceral e perturbador que este, não quero saber.” – Newsarama

    Este volume inclui também o ensaio de Jason latour sobre a célebre capa variante Death to the Flag, Long Live the South (Acerca da bandeira rebelde do sul…) e uma extensa galeria de capas alternativas e esboços.

     

    Reúne os números 9-14 de Southern Bastards

    11.99€
  • Outcast Vol.2: Uma Ruína sem Fim, de Robert Kirkman e Paul AzacetaPT-Outcast-2-

    OUTCAST VOL. 2: UMA RUÍNA SEM FIM

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    A nova série do criador de THE WALKING DEAD, que serviu de base à série de TV da FOX

    Toda a vida, Kyle Barnes foi perseguido por influências demoníacas, que lhe assombram a sua vida e a de todos os que alguma vez amou. Quando finalmente consegue fazer a ligação entre uma estranha série de novos casos, e a terrível possessão da sua mãe, que lhe destruiu a infância, sente que está finalmente no caminho de desvendar o segredo dos seus temíveis dons sobrenaturais.

    Infelizmente, aquilo que ele vai descobrir poderá significar o fim do mundo tal como o conhecemos…

     

    Robert Kirkman é um dos mais influentes criadores de comics actual, e um dos cinco partners da Image – o único que não é um dos fundadores. Kirkman é mundialmente famoso pela série The Walking Dead, que foi adaptada à TV pela Fox e se transformou num dos maiores êxitos mundiais. Depois de ter lançado The Walking Dead e Invincible, duas séries que lhe granjearam grande sucesso no início dos anos 2000, trabalhou em inúmeros outros comics, incluindo séries para a Marvel, entre as quais podemos destacar Marvel Zombies ou Ultimate X-Men. Mas em 2008, foi aceite como partner da Image, e desde então, tem-se dedicado à editora, e ao trabalho de produção televisiva das suas séries. É considerado como um dos grandes responsáveis daquilo que foi chamado a “Revolução Image”, o incrível período de criatividade pelo qual a editora tem passado e que a transformou numa das maiores editoras de BD do mundo, a terceira maior do mercado americano.

    Paul Azaceta, o desenhador de Outcast, é um artista cujo estilo simples, directo e arrojado, já ilustrou séries como Demolidor, Punisher Noir, Homem-Aranha e outras. Foi também o co-criador de Graveyard of Empires, com Mark Sable, publicado pela Image. Outcast é o seu trabalho mais mediático e aclamado, onde o seu estilo, geralmente visto nas páginas de comics de acção muito dinâmicos, é posto ao serviço de uma narrativa pausada e inquietante.

    “…Em termos de escrita, Kirkman continua um trabalho tremendo. Embora seja certamente um comic ‘descomprimido’ e com um ritmo calmo de narração, a grande força do livro, e o seu verdadeiro coração, são as caracterizações… A arte continua a ser muitas vezes fantástica e atmosférica… O volume 2 acaba numa nota de calma antes de tempestade, aquele momento mesmo antes do trovão rebentar!”

    – Jordan Richman, Adventures in Poor Taste

    Podem a seguir o anúncio de TV criado pela G.Floy para a FOX Portugal:

    www.youtube.com/watch?v=XcVadHQvd3U

    11.99€
  • A Leoa: Um Retrato Gráfico de Karen Blixen, de Anne-Caroline Pandolfo e Terkel RisbjergLa-lionne_PT-final-3

    A LEOA: UM RETRATO GRÁFICO DE KAREN BLIXEN

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    Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg – os autores de O Astrágalo – apresentam um retrato audacioso e imaginativo de Karen Blixen, a autora de “África Minha” e “A Festa de Babete”, uma das mulheres mais livres e originais da primeira metade do século 20, e que deixou uma marca indelével e complexa na cultura do seu país, a Dinamarca.

    A vida (ou as vidas) da Baronesa Karen Blixen desfila à nossa frente neste álbum. Desde uma infância com um pai adorado mas muito ausente, um aventureiro nunca satisfeito, e com uma mãe encerrada na mentalidade conservadora da Dinamarca do final do século XIX, até uma aventura desesperada para escapar a um destino que lhe tinha sido traçado, burguês e aborrecido: aceita casar com o Barão Bror Blixen, e tomar as rédeas de uma plantação de café no Quénia… onde descobrirá uma paixão louca, o seu grande amor africano… até ao seu regresso à Dinamarca e à sua coroação como autora literária famosa.

    O livro terá lançamento no Festival de BD de Beja, dia 27 de maio, pelas 16h15 no auditório do Teatro Municipal Pax Julia (Largo de São João, no centro de Beja), com a presença dos autores e com uma sessão de autógrafos.

    Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg trabalham juntos há alguns anos, em adaptações à banda desenhada de livros vários, e em projectos próprios. Anne-Caroline Pandolfo é ilustradora e argumentista; um encontro fortuito com produtores de filmes leva-a a realizar duas curtas-metragens animadas para crianças, e isso vai encorajá-la a continuar esse trabalho criativo na banda desenhada. Terkel Risbjerg é um artista dinamarquês que estudou cinema e filosofia em Copenhaga, e acabou por se fixar em França, onde trabalhou alguns anos em animação, tendo trabalhado nomeadamente em Le Chat du Rabin e na série Yakari. Juntos, assinaram já cinco romances gráficos: O Astrágalo (já editado pela G.Floy), bem como Mine: Une Vie de Chat, Le Roi des Scarabées, e mais recentemente Perceval, adaptação do Romance de Perceval, publicado nas Éditions Le Lombard – e este A Leoa. Para o seu próximo projecto, adaptarão para BD o célebre romance Serena, de Ron Rash.

     

    “Redescoberta pelo grande público pela ocasião da estreia do filme Out of Africa (1985), a autora dinamarquesa não se pode reduzir a um único romance. E é isso que demonstram Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg com A Leoa. Morta aos setenta e sete anos, Karen Blixen no fim apenas viveu dezassete anos na sua fazenda de Mbogani! (…) Um álbum que não é bem uma autobiografia no sentido estrito, mas sim um álbum que retoma os princípios do conto, em que a singularidade do destino da heroína é entendida através do olhar das fadas totémicas que se aproximaram do seu berço e zelaram para que ela se tornasse quem acabou por ser.”

    Chroniques BD Gest

     

    Para uma interessante entrevista dos autores ao célebre programa de TV Francês La Grande Librairie! apresentado por François Busnel, veja o seguinte vídeo:

    https://youtu.be/YsV9FTW0M8o

    17.99€
  • Harrow County Vol.2: Duas Vezes Contado, de Cullen Bunn e Tyler CrookPT-Harrow-County-2-HC-#5-1

    HARROW COUNTY VOL. 2: DUAS VEZES CONTADO

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    Depois de desvendar a estranha e terrível história de Harrow County, bem como a sua bizarra ligação às suas gentes, Emmy forjou uma nova e profunda relação com as terras que a rodeiam e com as suas criaturas – mas enquanto Emmy procura aprofundar a sua relação com os seus vizinhos da vila, uma presença ao mesmo tempo familiar e sinistra reúne uma força negra com a qual irá desafiá-la…

     

    Uma história terrível e onírica ao estilo “southern gothic”, criada pelo escritor Cullen Bunn e assombrosamente desenhada e pintada pelo artista Tyler Crook.

     

    “Harrow County é à vontade o melhor comic de terror actual.”

    – BloodyDisgusting.com

     

    “Fascinante, inquietante e assustador, e visualmente brilhante.”

    – Kurt Busiek (Astro City, Marvels)

     

     

    Cullen Bunn é um autor de comics americanos, bem conhecido pelas histórias que escreveu para a Marvel, em particular para Uncanny X-Men e várias mini-séries de Deadpool, bem como pelas suas próprias séries, The Damned e The Sixth Gun (publicadas pela Oni Press). Como romancista, Cullen Bunn já foi nomeado para o Bram Stoker Award (que distingue a melhor ficção de terror) e para dois Eisners, um dos quais por Harrow County.

     

    Tyler Crook trabalhou durante anos na indústria de vídeojogos, até ao lançamento, em 2011, de Petrograd, uma novela gráfica escrita por Phillip Gelatt, e publicada pela Oni Press, que marcou a sua estreia na BD. Desde então, tem trabalhado em projectos independentes, incluindo em B.P.R.D. (no universo de Hellboy), Witchfinder, Badblood, etc... Crook venceu também um Russ Manning Award, um prémio atribuído durante os Eisners, e que premeia o trabalho de um estreante no mundo da BD.

     

    Este volume inclui também uma extensa galeria de esboços e estudos preliminares, anotada e comentada pelo artista, com uma ênfase no processo de criação das capas, e uma galeria de pinups desenhados por uma variedade de artistas de comics.

     

    Reúne os #5 a 8 de Harrow County. Série prevista para um total de seis volumes.

    9.99€
  • Cidades - the Lisbon Studio Series Vol. 103-1.Joana

    CIDADES: THE LISBON STUDIO SERIES, VOL. 1

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    Com lançamento marcado para o Festival Internacional de BD de Beja, já no próximo Sábado, CIDADES é o primeiro volume de uma colecção de antologias de histórias curtas pelos membros do The Lisbon Studio: sete histórias, oito autores e dois prefácios marcam o início desta série, num volume da melhor banda desenhada que se faz no nosso país!

    Dia 27 de Maio pelas 16h30, no Teatro Municipal Pax Julia, no centro de Beja, estarão presentes vários dos autores para a apresentação e lançamento e haverá uma sessão de autógrafos a seguir.

    …Todas estas cidades, reais e imaginárias, são tão verdadeiras como as feitas de metal e betão. Existem no espaço entre os autores e os leitores, são histórias que vivem nesses entretantos…”

    – do prefácio de Filipe Homem Fonseca

    O The Lisbon Studio é um colectivo de ilustradores, designers e autores de BD, que conta com mais de uma década de existência, e que partilham um espaço com vista para o Tejo, em Santa Apolónia. Originalmente fundado por um pequeno grupo que incluía Jorge Coelho, Rui Gamito, Frederico Penteado e outros, foi-se expandido ao longo dos anos para juntar os maiores nomes da banda desenhada naquela que é, de facto, a casa da BD em Portugal. Autores que trabalham para a Marvel, autores que representam alguns dos maiores best-sellers da BD portuguesa, autores que representam estilos e modos de criação muito variados, incluindo autores que trabalham em design, ilustração, web-design, e mais. No The Lisbon Studio – apesar da constituição dos membros do TLS se ter alterado ao longo dos anos – não só se sente a herança dos seus fundadores, como a marca deixada por todos os que por aqui passaram.

    A TLS Series é uma antologia criada pelos membros presentes do The Lisbon Studio, marcando o regresso deste colectivo ao mundo da edição, depois da publicação de um total de 11 números online – Mag e WebMag, entre 2013 e 2016 – desta vez em parceria com a ComicHeart e a G.Floy Studio.

    11.90€
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    TONY CHU VOL. 6: BOLOS JANADOS

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    A série mais tresloucada dos comics atinge a metade: com o volume 6 de 12, CHU chega a meio do caminho, e começa a recta final que nos levará a descobrir a verdade sobre a FDA, os extra-terrestres, a gripe das aves, a NASA e muito mais!

    Tony Chu – o agente federal cibopata com a habilidade de obter impressões psíquicas de tudo o que come – está num hospital, a lutar pela vida, e, por isso, será Toni, a sua irmã gémea, a tomar a dianteira nesta aventura. Toni é cibovidente, e consegue ver o futuro de tudo o que come. E, nestes últimos tempos, tem visto umas cenas mesmo horríveis!

    11.99€
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    CAGE

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    O herói da Marvel que deu origem à série da NETFLIX!

    Quando Luke Cage aceita investigar o assassinato de uma jovem adolescente, descobre que está a decorrer uma guerra entre três gangues diferentes pelo controlo do bairro a que chama lar. E que melhor maneira de quebrar um impasse do que oferecer os seus serviços a quem lhe pagar mais?

    Brian Azzarello é um dos mais aclamados escritores de comics da actualidade, criador de uma das mais premiadas e conhecidas séries independentes, 100 Bullets, e autor de várias sagas de super-heróis para a Marvel e a DC, onde adopta sempre um ponto de vista mais humano para analisar um mundo com super-poderes. Alguns dos títulos que ele assinou mais conhecidos incluem Joker, Lex Luthor ou Batman: Cidade Destroçada. Para a Marvel escreveu um notável Hulk em que colaborou pela primeira vez com Richard Corben, um artista com um talento ímpar e um estilo original, pelo qual foi eleito para o Will Eisner Hall of Fame. E nas páginas deste Cage volta a juntar forças com Corben para um conto negro e realista, que nos transporta para o submundo do universo Marvel. Muitas vezes violento, e sempre fascinante, Cage é uma história de acção urbana no seu melhor.

    O Hip-hop, os filmes de  blaxploitation e os comics são primos. A música, a banda desenhada e a rua cruzam-se nos cartoons das capas de discos pós-fase Igreja do Processo do Julgamento Final dos Funkadelic. Bootsy Collins cita os estúdios Hanna-Barbera como uma das suas principais influências. Quando descreve os primeiros tempos do Rap, no livro That’s Blaxploitation: Roots of the Baadasssss’Tude, o sempre saboroso Fab Five Freddy mostra-nos que o MC muitas vezes se comparava a “todo o género de personagens de banda desenhada e super-heróis”. Como disse, o hip-hop, os filmes de  blaxploitation e os comics estão todos na família. E agora, temos de volta um Cage de barrete, para manter o funk vivo. CAGE traz uma voz urbana autêntica – a voz do herói de blaxploitation, a voz do hip-hop, a voz da classe negra pobre – para a banda desenhada. E, apesar de afirmar que é um mercenário – tal como em todos os bons filmes de blaxploitation e kung fu – Cage é um herói da classe pobre. Um preto à séria, cheio de atitude à Huey Newton, imbuído de Mito Urbano.”

    Do prefácio de Darius James.

     

    10.99€
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    LOKI

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    Uma das mais belas histórias da Marvel, um título totalmente auto-contido, pintado de modo magnífico pelo grande Esad Ribic!

    Loki tornou-se finalmente soberano de Asgard, e Odin foi colocado a ferros, tal como todos aqueles que batalharam em seu nome. No entanto, Loki vê-se cercado de antigos aliados e interesses vários, todos em busca de recompensa pela ajuda prestada na sua ascensão. E Hela, deusa do Reino dos Mortos, empurra-o para completar o seu triunfo com a execução de Thor. Loki terá de ponderar se a sua existência fará algum sentido sem o seu meio-irmão…

    Há dois lados para cada história, e agora chegou a altura de ouvir o lado de Loki: o filho preterido de Odin vai contar a história do seu ponto de vista, a sua sede insaciável de poder, os seus sentimentos ambíguos para com Sif, a sua antipatia para com Balder, e o imenso ressentimento contra o seu irmão mais velho, Thor. Com a excepcional arte de Esad Ribic, um dos maiores artistas da Marvel, e argumento do romancista Robert Rodi, esta história auto-contida vai mostrar-nos Asgard como nunca a tínhamos visto!

    Todos os vilões deviam ter a sorte de poder receber um tratamento tão clássico e maduro.” – Entertainment Weekly

    Roberto Rodi é um romancista, dramaturgo, escritor, crítico e artista de palco, que nasceu em Chicago e viveu as profundas mudanças e atmosferas conturbadas dos anos 70 aos anos 90, o que lhe deu um talento natural para perceber e expor a hipocrisia e a mentira, permitindo-lhe, durante os anos 90, atingir um estatuto muito recomendável como escritor satírico e crítico da sociedade que o rodeia. Ao longo das duas últimas décadas, Rodi escreveu também argumentos para banda desenhada, inicialmente para a Vertigo, onde trabalhou também pela primeira vez com Esad Ribic (em Four Horsemen, uma mini-série de 4 comics, em 2000), e de seguida para a Marvel, para quem tem escrito regularmente mini-séries, e onde se especializou em histórias do Deus do Trovão – Astonishing Thor, com Mike Choi, Thor: For Asgard, com Simone Bianchi, Thor: The Deviants Saga, com Stephen Segovia, e claro, este Loki, que foi o primeiro de todos. Robert Rodi vive em Chicago com o seu companheiro de longa data, sendo há muitos anos um activista pelas causas gay.

    Nascido em 1972 na Croácia, de origem Bosníaca, o artista Esad Ribic atingiu nesta última década e meia um verdadeiro estatuto de super-estrela dos comics, fruto do seu imenso talento e do seu estilo de arte pintada, simultaneamente grandiosa e épica, e realista. Depois de frequentar um curso de de Arte e Design em Zagreb, começou a trabalhar em comics e em animação no seu país natal. A partir do ano 2000 estreou-se no mercado americano, tendo chegado finalmente à Marvel, onde acabou por firmar a sua residência, em séries regulares e mini-séries com que teve imenso sucesso, e que construíram a sua reputação: Loki, Silver Surfer: Requiem, e mais tarde séries como Thor, God of Thunder, com Jason Aaron, ou Secret Wars, com Jonathan Hickman.

    Rodi, na sua proposta de história para a Marvel afirmou: “Loki é um estudo exaustivo de um dos personagens mais complexos da Marvel. Durante mais de duas décadas, os leitores apenas conheceram a versão dos factos a partir do ponto de vista de Thor. Agora é altura de conhecermos a de Loki.”

    9.99€
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    SAGA VOL. 6

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    SAGA narra a luta de uma jovem família para encontrar o seu lugar num universo vasto e hostil, e já foi descrito como um épico de ficção científica cruzado com fantasia, com romance e comédia à mistura, um encontro entre a Guerra dos Tronos e a Guerra das Estrelas ou Romeu e Julieta no espaço. Depois de um salto dramático no tempo, reunimo-nos com Hazel no momento em que ela inicia a maior aventura da sua vida: a escola! Enquanto isso, os seus pais terão de forjar uma aliança improvável com o Príncipe Robot IV, e A Vontade dá os seus primeiros passos no caminho da vingança.

    Fantasia e ficção científica – e sexo, política, traição, morte, amor verdadeiro e reality shows – juntam-se como nunca antes neste épico subversivo e provocante do escritor Brian K. Vaughan e da artista Fiona Staples.

    “SAGA volume 6: narrativa pura, com uma história sobre campos de refugiados, vingança, compaixão, mortes horríveis e sexo intenso, tudo o que esperamos de um volume de Saga. Não há melhor nome para esta série do que SAGA!”

    – Cory Doctorow, boingboing.net

    “Fiona Staples iguala Brian Vaughan na construção do mundo de Saga, com a sua caracterização tão distinta, e as suas cores brilhantes, em contraste surpreendente com o universo terrível que ela retrata. Um trabalho notável!”

    – Joey Esposito, IGN.com

    SAGA venceu já nove Prémios Eisner – o galardão máximo da banda desenhada anglo-saxónica – entre os quais três prémios consecutivos como Melhor Série em Continuação. SAGA ganhou também prémios nas categorias de Melhor Nova Série, Melhor Argumento e Melhor Arte. Foi também premiado com o Hugo para Melhor História Gráfica – os Hugos distinguem a melhor ficção científica publicada em cada ano. Finalmente, a série e os seus autores foram distinguidos com uns incríveis dezassete Harveys, que premeiam os melhores comics independentes, incluindo Melhor Argumento, Melhor Artista, Melhores Cores, Melhor Nova Série, Melhor Série Limitada, e Melhor Single Issue (melhor número solto de uma série).

    10.99€
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    CAPITÃO AMÉRICA BRANCO

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    “ÀS VEZES NÃO CONSEGUIMOS DIZER TUDO O QUE QUERÍAMOS A ALGUÉM QUE AMAMOS, ANTES DELE MORRER.”

    Para Steve Rogers, a parte mais difícil de ser um homem fora do seu tempo, é não ter o seu melhor amigo. E quando o Capitão América confronta essa perda, mergulhará nas memórias de um tempo mais simples, e mais a preto e branco, o tempo da Segunda Guerra Mundial… com Bucky Barnes ao seu lado, e com os Comandos Selvagens logo atrás, a arriscarem as suas vidas e a lutarem contra a mais terrível das ameaças. 

    Jeph Loeb e Tim Sale revisitam os dias de glória do Capitão América e Bucky, num conto clássico de uma amizade forjada na guerra.

    Capitão América BRANCO é o volume final de uma das mais importantes séries sobre as origens e inícios de algumas das grandes personagens da Marvel, a “série das cores” de Jeph Loeb e Tim Sale.

    “…Tal como nas obras anteriores de Jeph Loeb e Tim Sale, Demolidor: Amarelo, Homem-Aranha: Azul, e Hulk: Cinzento, todo o enredo de Capitão América: Branco lida com os interesses românticos nas vidas dos heróis. Steve e Bucky são como almas gémeas, porque mais ninguém na Terra é capaz de compreender aquilo por que passaram como eles, e a história lida com as forças e fraquezas desse relacionamento. Tal como o Caveira Vermelha diz a Bucky, “O Capitão tem uma… certa ‘fraqueza’ por ti. Uma fraqueza na qual tenciono colocar uma bala esta noite, e pôr fim a esta guerra.” Os soldados lutam sempre pela sua pátria. Lutam por si. Lutam uns pelos outros. E por vezes morrem por esses ideais. E aqueles que ficam mantêm viva a memória dos que se sacrificaram. Com Steve Rogers não é diferente…”

    “Uma bela combinação de história muito humana e grande aventura.”
    Comicverse.com

    Jeph Loeb e Tim Sale são uma das mais aclamadas duplas de criadores de comics de sempre, responsáveis por sagas tão conhecidas como O LONGO HALLOWEEN ou SUPERMAN FOR ALL SEASONS. Para a Marvel, criaram uma série brilhante de contos que revisitam o passado e os amores e amizades de alguns dos mais icónicos heróis da Casa das Ideias: Homem-Aranha AZUL, Demolidor AMARELO, Hulk CINZENTO e este Capitão América BRANCO.

    12.99€
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    VELVET VOL. 2: VIDAS SECRETAS DE HOMENS MORTOS

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    Dos criadores de ‘Capitão América: O Soldado de Inverno’, uma das mais brilhantes séries de espionagem em banda desenhada.

    A mais temível e ousada das espias regressa, na segunda parte da sua saga. Tudo aquilo que Velvet Templeton pensava saber sobre a pior noite da sua vida era afinal mentira… agora, ela está de regresso a Londres, e vai ser ela a levar a vingança aos seus inimigos e confrontar aqueles que foram seus colegas na agência. E vai descobrir a verdade, ou morrer a tentar!

    Ed Brubaker é um dos mais aclamados argumentistas da actualidade, com histórias em todas as grandes editoras americanas, e Steve Epting é um dos grandes desenhadores de comics. A colaboração entre os dois começou quando Brubaker foi contratado pela Marvel para escrever a série do Capitão América. O resultado foi uma das fases mais aclamadas deste herói, que incluiu a história O Soldado do Inverno, que serviu de base ao segundo filme do Capitão América. Velvet é o resultado da nova junção destes dois criadores, numa aventura de espionagem ambientada nos anos 70, em que descobrimos Velvet Templeton, a secretária executiva duma agência secreta de espionagem… que em tempos foi uma agente operacional, e que agora, na sua meia-idade, terá de voltar ao activo para resolver um caso complexo, e salvar a sua própria vida.

    Velvet é uma série em três volumes (originalmente publicada em 15 comics, e que se concluiu no passado Verão). O terceiro volume será lançado em Março/Abril.

    House of Flying Scalpels, um dos principais blogs britânicos de comics, nomeou a equipa criativa desta série – Brubaker, Epting e Breitweiser nas cores – como a mais impressionante do ano de 2016: “Um grupo de criadores que são uma combinação perfeita e que produzem um trabalho glorioso. A utilização das luzes e sombras e da iluminação em geral é um dos pontos fortes do livro, e o Steve Epting e a Elizabeth Breitweiser fazem com que se torne numa história de espiões que era obrigatório contar.”

    “A dupla Brubaker e Epting vai desenvolvendo – perante os nossos olhos – uma personagem interessante, dura, segura de si, mas saudosa do passado, apesar das sombras que com ele vêm, e a tentar superar as marcas que o tempo foi deixando em si – e também nos outros.”
    Pedro Cleto – As Leituras do Pedro

    “Velvet Templeton não é nenhuma Bond girl, nem é um Bond feminizado, é antes uma personagem complexa e impressionante, e os elementos textuais e visuais desta história combinam-se para criar algo de único. Velvet é uma série a não perder.”

    ign.com

    9.99€
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    OUTCAST VOL. 1 – AS TREVAS QUE O RODEIAM

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    A nova série do criador de THE WALKING DEAD, que serviu de base à série de TV da FOX

    Toda a vida, Kyle Barnes foi perseguido por influências demoníacas, que lhe assombram a sua vida e a de todos os que alguma vez amou. Quando finalmente consegue fazer a ligação entre uma estranha série de novos casos, e a terrível possessão da sua mãe, que lhe destruiu a infância, sente que está finalmente no caminho de desvendar o segredo dos seus temíveis dons sobrenaturais. Infelizmente, aquilo que ele vai descobrir poderá significar o fim do mundo tal como o conhecemos.

    Robert Kirkman é um dos mais influentes criadores de comics actual, e um dos cinco partners da Image – o único que não é um dos fundadores. Kirkman é mundialmente famoso pela série The Walking Dead, que foi adaptada à TV pela Fox e se transformou num dos maiores êxitos mundiais. Kirkman iniciou a sua carreira com títulos auto-publicados, mas em 2003 a sua carreira mudou radicalmente, com o lançamento das séries que lhe granjearam fama e sucesso: a série de super-heróis Invincible, e The Walking Dead. A partir daí, trabalhou em inúmeros outros comics, incluindo séries para a Marvel, entre as quais podemos destacar Marvel Zombies ou Ultimate X-Men. Mas deixaria os trabalhos free-lance para outras editoras em 2008, quando foi aceite como partner da Image. Desde então tem-se dedicado à editora, e ao trabalho de produção televisiva das suas séries. É considerado como um dos grandes responsáveis daquilo que foi chamado “a Revolução Image”, o incrível período de criatividade pelo qual a editora tem passado e que a transformou numa das maiores editoras de BD do mundo, a terceira maior do mercado americano.

    Paul Azaceta, o desenhador de Outcast, é um artista cujo estilo simples, directo e arrojado, já ilustrou séries como Demolidor, Punisher Noir, Homem-Aranha e outras. Foi também o co-criador de Graveyard of Empires, com Mark Sable, publicado pela Image. Outcast é o seu trabalho mais mediático e aclamado, onde o seu estilo, geralmente visto nas páginas de comics de acção muito dinâmicos, é posto ao serviço de uma narrativa pausada e inquietante: “Outcast é um comic mais difícil, é um grande desafio. É fácil tornar as coisas dinâmicas quando há murros e tiros. Mas nestas cenas mais calmas, é tudo uma questão de tom. Tenho de trabalhar com as poses das personagens, as expressões. Há uma página em que a única coisa que o Kyle faz é varrer a casa. Uma página inteira. É desse género de coisas que gosto: como tornar algo assim interessante?”

    “Ao contrário do horror presente na outra grande série de Kirkman, The Walking Dead, em Outcast a ameaça é invisível, esconde-se por baixo da superfície da narrativa… as personagens existem no presente, mas vivem no passado, assombradas pelos terrores e provações das suas vidas passadas.”

    James Charisma – Playboy

    “Um fabuloso primeiro volume que não podem perder. Vai invadir-vos e rastejar por baixo da vossa pele e lembrar-vos que existem coisas negras e terríveis que vos querem apanhar… e que existe Outcast!”

    Adventures in Poor Taste

    Reúne os #1 a #6 da série original de Outcast

    11.99€
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    SAGA VOL. 5

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    Argumento de BRIAN K. VAUGHAN e arte de FIONA STAPLES

    SAGA narra a luta de uma jovem família para encontrar o seu lugar num universo vasto e hostil, e já foi descrito como um épico de ficção científica cruzado com fantasia, com romance e comédia à mistura, um encontro entre a Guerra dos Tronos e a Guerra das Estrelas ou Romeu e Julieta no espaço.

    Várias histórias se cruzam neste volume: Gwendolyn e a Gata Mentirosa arriscam tudo para tentarem encontrar uma cura para A Vontade, enquanto Marko e o Príncipe Robot IV se tornam aliados improváveis na busca dos seus filhos desaparecidos, presos num mundo estranho por terríveis inimigos. Fantasia, ficção científica, sexo, política, traição, morte, amor verdadeiro e reality shows – todos se juntam como nunca antes neste épico subversivo e provocante do escritor Brian K. Vaughan e da artista Fiona Staples.

    “SAGA volume 5: a prova de que se pode escrever grande ficção científica com extraterrestres malucos e política a sério.”
    – Cory Doctorow, boingboing.net

    SAGA venceu já sete Prémios Eisner – o galardão máximo da banda desenhada anglo-saxónica – um feito sem precedentes para um comic independente. Foi também premiado com o Hugo para Melhor História Gráfica – os Hugos distinguem a melhor ficção científica publicada em cada ano. Finalmente, foi distinguido com uns incríveis 17 Prémios Harvey Harveys, atribuídos pelos profissionais dos comics.

    10.99€
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    O ASTRÁGALO

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    Anne tem 19 anos, e parte um osso do tornozelo chamado astrágalo, ao saltar a parede da prisão onde está presa por assalto. Salva por Julien, um ladrão como ela, Anne irá esconder-se, sofrer, rebelar-se, voltar a fugir, tanto faz, está loucamente apaixonada por Julien. Estavam em fuga, são jovens e bonitos, são livres e totalmente, furiosamente selvagens… E a sociedade autoritária do pós-guerra da França vai fazer-lhes pagar o preço dessa liberdade.

    Lançado em 1965, O Astrágalo fez descobrir a milhões de leitores o destino de uma jovem mulher escandalosamente livre na França de antes de Maio 68. Desse destino, Albertine conseguiu fazer uma grande obra, graças ao “estilo Sarrazin”, uma maneira de escrever que misturava a frescura do argot, o calão francês tão típico de Paris, a mestria da língua francesa e verdadeiros achados poéticos, sob o signo de uma liberdade audaciosa, tónica e cheia de humor. O Astrágalo é o primeiro volume de uma autobiografia que continuou em La Cavale e depois La Traversière. No ano em que saiu esse terceiro romance, 1967, Albertine Sarrazin morreria numa mesa de operações. Ainda não tinha 30 anos.

    Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg trabalham juntos há alguns anos, em adaptações à banda desenhada de livros vários, e em projectos próprios. Anne-Caroline Pandolfo é ilustradora e argumentista; um encontro fortuito com produtores de filmes leva-a a realizar duas curtas-metragens animadas para crianças, e isso vai encorajá-la a continuar esse trabalho criativo na banda desenhada. Terkel Risbjerg é um artista dinamarquês que estudou cinema e filosofia em Copenhaga, e acabou por se fixar em França, onde trabalhou alguns anos em animação, tendo trabalhado nomeadamente em Le Chat du Rabin e na série Yakari. Juntos, assinaram já quatro romances gráficos: este O Astrágalo, bem como Mine: Une Vie de Chat, La Lionne (uma biografia de Karen Blixen em BD), Le Roi des Scarabées, e mais recentemente (acabado de lançar há dias) Perceval, adaptação do Romance de Perceval, publicado nas Éditions Le Lombard.

    Do prefácio de Jean-Jacques Pauvert:

    “…Nesse ano, aparecia …um artigo de Jacques Senelier, “Passage des étoiles”, que contava a história violenta de duas adolescentes (de dezasseis e dezoito anos) que fugiram de uma casa de correcção. Combinaram encontrar-se alguns meses mais tarde, no dia 1 de Novembro, aos pés do obelisco da Place de la Concorde, separam-se, reencontram-se no dia combinado, vivem de pequenos expedientes, e acabam por assaltar uma loja, um pouco ao acaso. Uma delas entra em pânico e fere a dona da loja com um tiro de pistola. Fogem, e acabam por ser capturadas uns dias mais tarde. A mais nova, Anne-Marie – a futura Albertine Sarrazin – lê Baudelaire e Rimbaud, e faz declarações cínicas ao juiz (“Não tive tempo de me arrepender, mas se um dia o fizer, não me esquecerei de o informar logo.”). …Jacques Senelier escreve: “Nestas duas figuras de mulheres ‘perdidas’, condensa-se para nós a imagem fulgurante das verdadeiras aspirações dos nossos tempos”.

    “Albertine, a pequena santa dos escritores inconformistas. Pergunto-me se sem ela, eu seria o que sou hoje. O seu mantra juvenil foi aceite de corpo e alma, impregnando o meu espírito juvenil.”
    Patti Smith

    13.99€
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    HARROW COUNTY VOL. 1: ASSOMBRAÇÕES SEM FIM

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    Argumento de Cullen Bunn e arte de Tyler Crook

    BEM-VINDOS A HARROW COUNTY…

    Na pequena vila de Harrow County, no Sul dos Estados Unidos, a jovem Emmy sempre soube que a floresta à volta da sua casa estava cheia de fantasmas e monstros. Mas, na véspera do seu décimo oitavo aniversário, ela descobre que está profundamente ligada a essas criaturas – e à própria terra que pisa – de uma maneira que nunca poderia ter imaginado. Aos poucos, sentirá nascer dentro dela os estranhos poderes que a ligam ao passado de Harrow County… estará ela pronta para enfrentar todos os seus mistérios?

    Considerada pelo lendário Mike Mignola como a melhor série do ano de 2015, Harrow County conta-nos a viagem iniciática de uma jovem rapariga numa terra imbuída de sobrenatural. Uma história terrível e onírica ao estilo “southern gothic”, criada pelo escritor Cullen Bunn e assombrosamente desenhada e pintada pelo artista Tyler Crook.

    “Brilhantemente escrito, belissimamente ilustrado, criado por uma imaginação fabulosa, Harrow County parece já ser um clássico do terror.”
    Michael Chabon

    Harrow County foi originalmente escrito como um romance por Cullen Bunn, que nunca o concluiu em prosa. Transformado em série de BD, esgotou a primeira tiragem do #1 da série, venceu já um Ghastly Award (para os melhores comics de horror) e foi nomeado para o prémio Eisner da Melhor Série em Continuação em 2016.

    Cullen Bunn é um autor de comics americanos, bem conhecido pelas histórias que escreveu para a Marvel, em particular para Uncanny X-Men e várias mini-séries de Deadpool, bem como pelas suas próprias séries, The Damned e The Sixth Gun (publicadas pela Oni Press). Romancista Cullen Bunn já foi nomeado para o Bram Stoker Award (que distingue a melhor ficção de terror) e para dois Eisners, um dos quais por Harrow County. Tyler Crook trabalhou durante anos na indústria de vídeojogos, até ao lançamento, em 2011, de Petrograd, uma novela gráfica escrita por Phillip Gelatt, e publicada pela Oni Press, que marcou a sua estreia na BD. Desde então, tem trabalhado em projectos independentes, incluindo em B.P.R.D. (no universo de Hellboy), Witchfinder, Badblood, etc… Crook venceu também um Russ Manning Award, um prémio atribuído durante os Eisners, e que premeia o trabalho de um estreante no mundo da BD.

    O primeiro volume inclui também uma extensa galeria de esboços e estudos preliminares, anotada e comentada pelos autores, e uma galeria de pinups desenhados por uma variedade de artistas de comics célebres, como Jason laTour, Jeff Lemire, etc…

    Reúne os #1 a 4 de Harrow County. Série prevista para um total de seis volumes.

    9.99€
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    JESSICA JONES: ALIAS VOL. 2

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    Argumento de BRIAN MICHAEL BENDIS e arte de MICHAEL GAYDOS

    TUDO O QUE ELA QUERIA, ERA TER SIDO UMA SUPER-HEROÍNA.

    As aventuras da Vingadora que se tornou detective privada continuam em mais dois casos. Jessica Jones viaja para uma pequena cidade do interior, uma cidade cheia de preconceitos e racismo, para investigar a desaparição de uma adolescente que todos acreditam ser uma mutante… mas será mesmo? E, logo depois, a nossa investigadora azarada vai sair num encontro com… o Homem-Formiga?!

    Continuam as aventuras da heroína de banda desenhada da Marvel que deu origem à série de TV
    da NETFLIX com o mesmo nome! Alias volume 2 apresenta-nos mais dois casos da vida da super-heroína que abandonou os Vingadores para se tornar detective. E inclui também um dos mais aclamados números de sempre da série, e considerado uma das histórias curtas mais importantes da década em saíu, o número 10 da série:

    J. Jonah Jameson contrata Jessica Jones para descobrir a identidade secreta do Homem-Aranha, usando as suas conexões com outros super-heróis! Pela primeira vez ouvimos falar do passado de Jessica como heroína, mas Jessica engendra um plano… diabólico. Contada de modo diferente do habitual, em painéis experimentais de uma página, pintados a aguarela, e focando o diálogo rápido, divertido e feroz que era a marca de Bendis na altura, como se estivéssemos a ver um ecrã de TV, este história curta foi escolhida pela revista Wizard como um dos 100 melhores números de sempre dos comics.

    Inclui um extenso caderno de esboços e arte de DAVID MACK, o criador das capas da série

    12.99€
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    MIRACLEMAN

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    Miracleman foi o primeiro de uma série de obras “revisionistas” que puseram em questão todos os clichés e características das histórias de super-heróis. Foi só na sequência de Miracleman, que O Regresso do Cavaleiro das Trevas, Watchmen, ou histórias como Batman Ano Um ou Piada Mortal, escritas por autores inovadores como Frank Miller ou Alan Moore, estabeleceram o cânone deste revisionismo, que aplicava a psicologia real ao universo dos super-heróis, com resultados nem sempre agradáveis, que iam da violência excessiva, da subversão social e política à psicose e sociopatia. Mas até nisso Miracleman foi revolucionário, e abriu caminho a um novo entendimento do género super-heróico, com as suas raízes no mito e na lenda. De certo modo, Miracleman pode ser visto como uma exploração daquilo que pode acontecer num mundo povoado de super-heróis, se levarmos até às últimas consequências a sua existência. Onde é que tudo pode acabar? O que pode sair dali?

    25.00€
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    TONY CHU VOL. 5: FOME DE VENCER

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    Tony CHU, o detective cibopata com a habilidade de sentir impressões psíquicas de tudo o que come, foi raptado! Atacado de surpresa, puseram-no KO e levaram-no para um local remoto. Os seus raptores querem obrigá-lo a comer um conjunto de comidas específicas para descobrirem o que ele vê, e obterem pistas preciosas… E a sua filha, Olive, também foi raptada, e pelas mesmas razões. Dois raptores, dois prisioneiros, e dois resultados muito diferentes, nesta nova aventura de Tony Chu, detective canibal.

    9.99€
  • Capa do livro Southern Bastards Vol.2: Sangue e Suor, de Jason Aaron e Jason Latour. G. Floy Studios

    SOUTHERN BASTARDS VOL. 2: SANGUE E SUOR

    0 de 5

    A aclamada série “frita à moda do Sul” regressa com o seu segundo volume, que vai iluminar a história negra e sórdida do condado de Craw e do seu mais famoso e temido residente, Euless Boss, o treinador de futebol do liceu local, que se tornou em senhor do crime. Numa terra onde só os sacanas é que se safam, o que foi preciso para ele se tornar no maior, pior e mais poderoso de todos os sacanas? Só o Coach Boss sabe. Mas talvez seja melhor não lhe perguntar…

    Um regresso ao passado de um sacana de primeira ordem. Podem odiá-lo, podem sentir-se chocados com os seus crimes e com o final terrível do primeiro volume, mas, depois de lerem este volume, irão por fim entender o Coach Boss e as suas motivações!

    Southern Bastards é a mais recente criação de Jason AARON (argumentista de Thor e Wolverine, entre outros) e do desenhador Jason LATOUR (Wolverine, Spider-Gwen). Misturando ficção e memórias bem vivas dos autores, este livro mergulha no Sul dos Estados Unidos e revela todo o amor que eles têm pelas suas origens, bem como como o seu ódio pela maldade e estupidez humana, venham de onde vierem. O resultado é um thriller de que ninguém sairá incólume, tanto autores como leitores.

    Southern Bastards venceu o Prémio Harvey para Melhor Nova Série em 2015.

     

    9.99€