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    LOKI

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    Uma das mais belas histórias da Marvel, um título totalmente auto-contido, pintado de modo magnífico pelo grande Esad Ribic!

    Loki tornou-se finalmente soberano de Asgard, e Odin foi colocado a ferros, tal como todos aqueles que batalharam em seu nome. No entanto, Loki vê-se cercado de antigos aliados e interesses vários, todos em busca de recompensa pela ajuda prestada na sua ascensão. E Hela, deusa do Reino dos Mortos, empurra-o para completar o seu triunfo com a execução de Thor. Loki terá de ponderar se a sua existência fará algum sentido sem o seu meio-irmão…

    Há dois lados para cada história, e agora chegou a altura de ouvir o lado de Loki: o filho preterido de Odin vai contar a história do seu ponto de vista, a sua sede insaciável de poder, os seus sentimentos ambíguos para com Sif, a sua antipatia para com Balder, e o imenso ressentimento contra o seu irmão mais velho, Thor. Com a excepcional arte de Esad Ribic, um dos maiores artistas da Marvel, e argumento do romancista Robert Rodi, esta história auto-contida vai mostrar-nos Asgard como nunca a tínhamos visto!

    Todos os vilões deviam ter a sorte de poder receber um tratamento tão clássico e maduro.” – Entertainment Weekly

    Roberto Rodi é um romancista, dramaturgo, escritor, crítico e artista de palco, que nasceu em Chicago e viveu as profundas mudanças e atmosferas conturbadas dos anos 70 aos anos 90, o que lhe deu um talento natural para perceber e expor a hipocrisia e a mentira, permitindo-lhe, durante os anos 90, atingir um estatuto muito recomendável como escritor satírico e crítico da sociedade que o rodeia. Ao longo das duas últimas décadas, Rodi escreveu também argumentos para banda desenhada, inicialmente para a Vertigo, onde trabalhou também pela primeira vez com Esad Ribic (em Four Horsemen, uma mini-série de 4 comics, em 2000), e de seguida para a Marvel, para quem tem escrito regularmente mini-séries, e onde se especializou em histórias do Deus do Trovão – Astonishing Thor, com Mike Choi, Thor: For Asgard, com Simone Bianchi, Thor: The Deviants Saga, com Stephen Segovia, e claro, este Loki, que foi o primeiro de todos. Robert Rodi vive em Chicago com o seu companheiro de longa data, sendo há muitos anos um activista pelas causas gay.

    Nascido em 1972 na Croácia, de origem Bosníaca, o artista Esad Ribic atingiu nesta última década e meia um verdadeiro estatuto de super-estrela dos comics, fruto do seu imenso talento e do seu estilo de arte pintada, simultaneamente grandiosa e épica, e realista. Depois de frequentar um curso de de Arte e Design em Zagreb, começou a trabalhar em comics e em animação no seu país natal. A partir do ano 2000 estreou-se no mercado americano, tendo chegado finalmente à Marvel, onde acabou por firmar a sua residência, em séries regulares e mini-séries com que teve imenso sucesso, e que construíram a sua reputação: Loki, Silver Surfer: Requiem, e mais tarde séries como Thor, God of Thunder, com Jason Aaron, ou Secret Wars, com Jonathan Hickman.

    Rodi, na sua proposta de história para a Marvel afirmou: “Loki é um estudo exaustivo de um dos personagens mais complexos da Marvel. Durante mais de duas décadas, os leitores apenas conheceram a versão dos factos a partir do ponto de vista de Thor. Agora é altura de conhecermos a de Loki.”

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    SAGA VOL. 6

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    SAGA narra a luta de uma jovem família para encontrar o seu lugar num universo vasto e hostil, e já foi descrito como um épico de ficção científica cruzado com fantasia, com romance e comédia à mistura, um encontro entre a Guerra dos Tronos e a Guerra das Estrelas ou Romeu e Julieta no espaço. Depois de um salto dramático no tempo, reunimo-nos com Hazel no momento em que ela inicia a maior aventura da sua vida: a escola! Enquanto isso, os seus pais terão de forjar uma aliança improvável com o Príncipe Robot IV, e A Vontade dá os seus primeiros passos no caminho da vingança.

    Fantasia e ficção científica – e sexo, política, traição, morte, amor verdadeiro e reality shows – juntam-se como nunca antes neste épico subversivo e provocante do escritor Brian K. Vaughan e da artista Fiona Staples.

    “SAGA volume 6: narrativa pura, com uma história sobre campos de refugiados, vingança, compaixão, mortes horríveis e sexo intenso, tudo o que esperamos de um volume de Saga. Não há melhor nome para esta série do que SAGA!”

    – Cory Doctorow, boingboing.net

    “Fiona Staples iguala Brian Vaughan na construção do mundo de Saga, com a sua caracterização tão distinta, e as suas cores brilhantes, em contraste surpreendente com o universo terrível que ela retrata. Um trabalho notável!”

    – Joey Esposito, IGN.com

    SAGA venceu já nove Prémios Eisner – o galardão máximo da banda desenhada anglo-saxónica – entre os quais três prémios consecutivos como Melhor Série em Continuação. SAGA ganhou também prémios nas categorias de Melhor Nova Série, Melhor Argumento e Melhor Arte. Foi também premiado com o Hugo para Melhor História Gráfica – os Hugos distinguem a melhor ficção científica publicada em cada ano. Finalmente, a série e os seus autores foram distinguidos com uns incríveis dezassete Harveys, que premeiam os melhores comics independentes, incluindo Melhor Argumento, Melhor Artista, Melhores Cores, Melhor Nova Série, Melhor Série Limitada, e Melhor Single Issue (melhor número solto de uma série).

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    CAPITÃO AMÉRICA BRANCO

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    “ÀS VEZES NÃO CONSEGUIMOS DIZER TUDO O QUE QUERÍAMOS A ALGUÉM QUE AMAMOS, ANTES DELE MORRER.”

    Para Steve Rogers, a parte mais difícil de ser um homem fora do seu tempo, é não ter o seu melhor amigo. E quando o Capitão América confronta essa perda, mergulhará nas memórias de um tempo mais simples, e mais a preto e branco, o tempo da Segunda Guerra Mundial… com Bucky Barnes ao seu lado, e com os Comandos Selvagens logo atrás, a arriscarem as suas vidas e a lutarem contra a mais terrível das ameaças. 

    Jeph Loeb e Tim Sale revisitam os dias de glória do Capitão América e Bucky, num conto clássico de uma amizade forjada na guerra.

    Capitão América BRANCO é o volume final de uma das mais importantes séries sobre as origens e inícios de algumas das grandes personagens da Marvel, a “série das cores” de Jeph Loeb e Tim Sale.

    “…Tal como nas obras anteriores de Jeph Loeb e Tim Sale, Demolidor: Amarelo, Homem-Aranha: Azul, e Hulk: Cinzento, todo o enredo de Capitão América: Branco lida com os interesses românticos nas vidas dos heróis. Steve e Bucky são como almas gémeas, porque mais ninguém na Terra é capaz de compreender aquilo por que passaram como eles, e a história lida com as forças e fraquezas desse relacionamento. Tal como o Caveira Vermelha diz a Bucky, “O Capitão tem uma… certa ‘fraqueza’ por ti. Uma fraqueza na qual tenciono colocar uma bala esta noite, e pôr fim a esta guerra.” Os soldados lutam sempre pela sua pátria. Lutam por si. Lutam uns pelos outros. E por vezes morrem por esses ideais. E aqueles que ficam mantêm viva a memória dos que se sacrificaram. Com Steve Rogers não é diferente…”

    “Uma bela combinação de história muito humana e grande aventura.”
    Comicverse.com

    Jeph Loeb e Tim Sale são uma das mais aclamadas duplas de criadores de comics de sempre, responsáveis por sagas tão conhecidas como O LONGO HALLOWEEN ou SUPERMAN FOR ALL SEASONS. Para a Marvel, criaram uma série brilhante de contos que revisitam o passado e os amores e amizades de alguns dos mais icónicos heróis da Casa das Ideias: Homem-Aranha AZUL, Demolidor AMARELO, Hulk CINZENTO e este Capitão América BRANCO.

    12.99€
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    NOITADAS DEPRÊS & BUBAS

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    Bd’s autobiográficas de Marcos Farrajota, publicadas entre 1995 e 1997, nos números (esgotados) 6 ao 12 doMesinha de Cabeceira, antecedentes ao É sempre demais… (Lx Comics #2, Bedeteca de Lisboa; 1998), apresentam o grosso da exploração da autobiografia no seu trabalho. Género esse pouco habitual em Portugal, mesmo depois do “”boom”” e da implosão da bd portuguesa, ao qual o autor acabou por subverter e abandonar gradualmente.
    E como na vida, há de tudo nestas bd’s: sexo juvenil, amores de recorte Primavera/Verão, uso de drogas leves, vida suburbana em Cascais, relações sociais (envolvento desde vários autores de bd a músicos como os Primitive Reason), deambulações urbano-filosóficas de quem andava à toa, rapinanços de conteúdos alheios (Mão Morta, Julie Doucet, Einstürzende Neubauten, Madman) e participações alheias de amigos – como na bd Die Fliege II com textos de Miguel Caldas.

    15.00€
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    MUSCLECHOO: TRUMP CARD

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    Musclechoo is drawn with the total abandonment of drawings made on the back of scholl notebooks, during class.

    8.00€
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    A MARCA JACOBS

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    No ano em que se assinalam os 40 anos da morte de Edgar Pierre Jacobs, (que ocorreu a 20 de Fevereiro de 1987), e com a publicação de A MARCA JACOBS, convidamos o leitor a descobrir os grandes momentos da vida de um dos grandes mestres da 9ª Arte.

    Contemporâneo de Hergé, de quem foi colaborador e amigo antes de se tornar « concorrente » após a criação de AS AVENTURAS DE BLAKE & MORTIMER,  Jacobs foi um homem de múltiplos talentos.

    A grande revelação desta biografia é a voz do criador de Blake & Mortimer, os momentos mais marcantes da sua vida pessoal, mas é verdade que muitos desses momentos não podem ser dissociados dos acontecimentos que marcaram o século XX (como as duas Grandes Guerras Mundiais, o crescimento da sociedade de consumo ou as evoluções tecnológicas).

    Saberão os leitores que que Edgar P. Jacobs, o criador de Blake e Mortimer, foi um cantor de ópera profissional com uma carreira fulgurante? Mas os tempos que decorreram entre as duas Grandes Guerras não eram fáceis, e o seu futuro torna-se incerto quando se vê obrigado a sair de Lille para regressar a Bruxelas. E é aí, afinal, que todas as oportunidades lhe surgem, ao ser convidado para fazer parte da equipa de uma nova revista semanal que dá pelo nome Le Journal de Tintin. E é nas páginas desta publicação que surge, em 1946, O Segredo do Espadão, aventura que será publicada ao ritmo de uma página por semana.

    17.80€
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    DETECTIVE RATON

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    Numa pequena Vila do interior de Portugal, o desaparecimento de uma criança leva a uma investigação por parte de Raton Meireles, o detective da zona, com a ajuda dos habitantes da Vila, vão-se reunindo as pistas por forma a encontrar a menina desaparecida, e devolver a normalidade à Vila de Batoque.

    10.00€
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    ESTICAR O INFINITO ATÉ À BORDA DO PRATO

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    ESTICAR O INFINITO ATÉ À BORDA DO PRATO, de Rony Moreira, é um livro estruturalmente convincente e com inebriante cheiro de coisa nova. Este jovem poeta estreia-se com uma inusitada sedução criativa, atravessada no livro por rara inquietude semântica, transposição estilística e plasticidade metafórica. O conjunto dos escritos divide-se em quatro cadernos interiores – “O Dom-Nato da Terra-Chão”, “Mordedura de Azáfama nos Ciscos”, “O Recado Escrito da Avó” e “Retrato de uma Cidade Fisicamente Impossível” -, cada um caracterizado pela compulsão de complementaridade e de genuína irreverência. Uma voz nova a remarcar a poesia cabo-verdiana nesta segunda década do século XXI.

    10.00€
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    POEIRAS DE DIASÂ

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    Poeiras de Diasâ, o livro com que se comemora 40 anos de escrita de João Lopes Filho, não se enquadra num género literário único, antes apresenta uma mescla entre a crónica e o conto, textos em que a memória é a tónica com que se tecem viagens e torna-viagens. João Lopes Filho, o escritor cabo-verdiano com mais livros publicados, apresenta uma narrativa na qual se pode ver traçado um percurso muito comum ao povo marcado pela migração.

    15.00€
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    VELVET VOL. 2: VIDAS SECRETAS DE HOMENS MORTOS

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    Dos criadores de ‘Capitão América: O Soldado de Inverno’, uma das mais brilhantes séries de espionagem em banda desenhada.

    A mais temível e ousada das espias regressa, na segunda parte da sua saga. Tudo aquilo que Velvet Templeton pensava saber sobre a pior noite da sua vida era afinal mentira… agora, ela está de regresso a Londres, e vai ser ela a levar a vingança aos seus inimigos e confrontar aqueles que foram seus colegas na agência. E vai descobrir a verdade, ou morrer a tentar!

    Ed Brubaker é um dos mais aclamados argumentistas da actualidade, com histórias em todas as grandes editoras americanas, e Steve Epting é um dos grandes desenhadores de comics. A colaboração entre os dois começou quando Brubaker foi contratado pela Marvel para escrever a série do Capitão América. O resultado foi uma das fases mais aclamadas deste herói, que incluiu a história O Soldado do Inverno, que serviu de base ao segundo filme do Capitão América. Velvet é o resultado da nova junção destes dois criadores, numa aventura de espionagem ambientada nos anos 70, em que descobrimos Velvet Templeton, a secretária executiva duma agência secreta de espionagem… que em tempos foi uma agente operacional, e que agora, na sua meia-idade, terá de voltar ao activo para resolver um caso complexo, e salvar a sua própria vida.

    Velvet é uma série em três volumes (originalmente publicada em 15 comics, e que se concluiu no passado Verão). O terceiro volume será lançado em Março/Abril.

    House of Flying Scalpels, um dos principais blogs britânicos de comics, nomeou a equipa criativa desta série – Brubaker, Epting e Breitweiser nas cores – como a mais impressionante do ano de 2016: “Um grupo de criadores que são uma combinação perfeita e que produzem um trabalho glorioso. A utilização das luzes e sombras e da iluminação em geral é um dos pontos fortes do livro, e o Steve Epting e a Elizabeth Breitweiser fazem com que se torne numa história de espiões que era obrigatório contar.”

    “A dupla Brubaker e Epting vai desenvolvendo – perante os nossos olhos – uma personagem interessante, dura, segura de si, mas saudosa do passado, apesar das sombras que com ele vêm, e a tentar superar as marcas que o tempo foi deixando em si – e também nos outros.”
    Pedro Cleto – As Leituras do Pedro

    “Velvet Templeton não é nenhuma Bond girl, nem é um Bond feminizado, é antes uma personagem complexa e impressionante, e os elementos textuais e visuais desta história combinam-se para criar algo de único. Velvet é uma série a não perder.”

    ign.com

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    OUTCAST VOL. 1 – AS TREVAS QUE O RODEIAM

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    A nova série do criador de THE WALKING DEAD, que serviu de base à série de TV da FOX

    Toda a vida, Kyle Barnes foi perseguido por influências demoníacas, que lhe assombram a sua vida e a de todos os que alguma vez amou. Quando finalmente consegue fazer a ligação entre uma estranha série de novos casos, e a terrível possessão da sua mãe, que lhe destruiu a infância, sente que está finalmente no caminho de desvendar o segredo dos seus temíveis dons sobrenaturais. Infelizmente, aquilo que ele vai descobrir poderá significar o fim do mundo tal como o conhecemos.

    Robert Kirkman é um dos mais influentes criadores de comics actual, e um dos cinco partners da Image – o único que não é um dos fundadores. Kirkman é mundialmente famoso pela série The Walking Dead, que foi adaptada à TV pela Fox e se transformou num dos maiores êxitos mundiais. Kirkman iniciou a sua carreira com títulos auto-publicados, mas em 2003 a sua carreira mudou radicalmente, com o lançamento das séries que lhe granjearam fama e sucesso: a série de super-heróis Invincible, e The Walking Dead. A partir daí, trabalhou em inúmeros outros comics, incluindo séries para a Marvel, entre as quais podemos destacar Marvel Zombies ou Ultimate X-Men. Mas deixaria os trabalhos free-lance para outras editoras em 2008, quando foi aceite como partner da Image. Desde então tem-se dedicado à editora, e ao trabalho de produção televisiva das suas séries. É considerado como um dos grandes responsáveis daquilo que foi chamado “a Revolução Image”, o incrível período de criatividade pelo qual a editora tem passado e que a transformou numa das maiores editoras de BD do mundo, a terceira maior do mercado americano.

    Paul Azaceta, o desenhador de Outcast, é um artista cujo estilo simples, directo e arrojado, já ilustrou séries como Demolidor, Punisher Noir, Homem-Aranha e outras. Foi também o co-criador de Graveyard of Empires, com Mark Sable, publicado pela Image. Outcast é o seu trabalho mais mediático e aclamado, onde o seu estilo, geralmente visto nas páginas de comics de acção muito dinâmicos, é posto ao serviço de uma narrativa pausada e inquietante: “Outcast é um comic mais difícil, é um grande desafio. É fácil tornar as coisas dinâmicas quando há murros e tiros. Mas nestas cenas mais calmas, é tudo uma questão de tom. Tenho de trabalhar com as poses das personagens, as expressões. Há uma página em que a única coisa que o Kyle faz é varrer a casa. Uma página inteira. É desse género de coisas que gosto: como tornar algo assim interessante?”

    “Ao contrário do horror presente na outra grande série de Kirkman, The Walking Dead, em Outcast a ameaça é invisível, esconde-se por baixo da superfície da narrativa… as personagens existem no presente, mas vivem no passado, assombradas pelos terrores e provações das suas vidas passadas.”

    James Charisma – Playboy

    “Um fabuloso primeiro volume que não podem perder. Vai invadir-vos e rastejar por baixo da vossa pele e lembrar-vos que existem coisas negras e terríveis que vos querem apanhar… e que existe Outcast!”

    Adventures in Poor Taste

    Reúne os #1 a #6 da série original de Outcast

    11.99€
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    NOVOS SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DE CABO VERDE

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    O Embaixador Daniel Pereira preparou o presente livro, privilegiando a publicação de uma seleção de documentos do século XIX que enriqueceu, com a sua escrita própria, analisando-os, anotando-os e, por vezes, estabelecendo convictamente elos com a atualidade, numa livre mas verificável interpretação das informações.

    15.00€
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    O ESCRAVO & EPÍSTOLA

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    O Escravo assinala o nascimento da literatura cabo-verdiana em prosa. A expressividade do título decorre não só do facto de ele identificar a realidade social da época, mas também de nos chamar a atenção e de nos despertar para outra realidade, ainda mais curiosa, onde, no seio da massa escravocrata, se pudesse atender a um escravo enquanto sujeito bem definido, numa época em que um escravo era só um objeto. Epístola a… trata-se de um poema que engenhosamente mistura elementos líricos e épicos. As ilhas de Cabo Verde aparecem como lembrança invocada por “de café pequena taça” que traz recordações de “uns doze’ anos de bem custosa vida” e “d’esse povo meigo e dócil”.

    15.00€
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    MEMÓRIA E FUTURO 4

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    Memórias e futuro, é a revista da Associação de Professores do Concelho de Almada e pretende ser o testemunho vivo e relevante da atividade desenvolvida ao serviço da cultura e da educação. Reúne: textos de investigação, de reflexão e testemunhos de práticas nas áreas da educação e do associativismo; textos criativos, em prosa ou em verso, dando relevo à criatividade de associados e de estudantes da Universidade Sénior de Almada – USALMA, projeto mais relevante da Associação; textos de divulgação das diversas atividades e projetos desenvolvidos em prol da comunidade.

    Folhear a revista Memórias e futuro é mergulhar nas memórias que regista e nas quais poderemos, aqui e ali, rever-nos.

    10.00€
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    CEMITÉRIO DOS SONHOS

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    Se estás a ler isto enquanto estás a trabalhar na  tua profissão de sonho…então és um sortudo.

    O Dre Amos não teve a tua sorte, é responsável pelos testes de máquinas de lavar roupa e leva uma vida inútil.

    Um dia, uma entidade estranha dá-lhe a oportunidade de ele recuperar o seu sonho de infância, mas para isso Dre Amos terá de mergulhar nos recantos da sua própria mente e enfrentar os seus fantasmas e traumas interiores, se quer chegar ao Cemitério dos Sonhos.

    Terá Dre Amos força de vontade suficiente para ultrapassar os obstáculos que se avizinham?

    Para saberes, tens mesmo de embarcar numa verdadeira odisseia onírica trazida pela mente surreal do argumentista Miguel Peres e acompanhada pelo talento de 4 ilustradores brasileiros diferentes como Rodrigo Martins dos Santos, Marília Feldhues, Rômulo de Oliveira e Cinthia Fujii.

    12.99€
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    O SEGREDO DO JUIZ BEAN

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    Em perseguição do bandido Lonnie Moon, Tex e Carson chegam a Langtry, pequeno povoado onde vive o juiz Roy Bean, “a lei a oeste do Pecos”, acabando por ajudá-lo a enfrentar Pablo Morientes e seus acólitos, interessados nos vinte mil dólares roubados pela quadrilha de Collins, dos quais acreditam ter o juiz tomado posse. Depois de auxiliar à fuga de Moon da prisão, Morientes monta duas armadilhas: uma destinada a Tex e Carson, para serem massacrados pelos Comanches de Cachorro Louco, seus cúmplices; a outra dirigida ao juiz Bean, que é atraído a San Antonio depois de receber uma carta anónima em que lhe anunciam o iminente rapto da actriz inglesa Lillie Langtry, por quem o juiz nutre uma profunda paixão. Após derrotarem os guerreiros Comanches e libertarem o juiz, que entretanto tinha sido sequestrado por Morientes, Tex e Carson chegam a San Antonio no final da apresentação da Senhorita Langtry, quando os sobreviventes do bando de Morientes e ele próprio estão prestes a entrar em acção. É então que tudo se precipita…

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    O CHEIRO DA ANONEIRA

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    Quando o mundo que Rafaela havia construído para si e para a filha se desfaz como um castelo de areia, ela não se deixa abater pela derrota e pelo desespero.

    O destino, consultado numa mesa de tarot, diz-lhe que o futuro fica no lugar da infância. Ela abre, então, a porta desse mundo esquecido. Como quem folheia um álbum de fotografias, recorda a velha quinta onde nasceu, a aldeia de casinhas brancas, os barcos coloridos varados no cais.

    Os homens a jogar à bisca debaixo de palmeiras queimadas pelo sol. As mulheres a bordar à sombra da montanha a pique. E aquele mar azul fundo, que em noites de tempestade se atira à vila em ondas brancas de raiva e espuma.

    Perdida, procura no passado a rota que uma carta de tarot lhe aponta como uma seta numa cruz de caminho.

    O cheiro da anoneira é um romance pungente e também humorístico, salpicado aqui e ali de cenas hilariantes, protagonizadas por alguns habitantes da aldeia.

    Rafaela vive na fronteira entre o mundo que conhecemos e um mundo que pressentimos e que, de alguma forma, receamos.

    Espiritismo, vidência e contactos com o paranormal são uma constante nesta obra, que não pretende revelar nada de novo. Apenas tocar uma realidade que, quer queiramos quer não, irá marcar decisivamente este novo milénio.

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    COISAS DE ADORNAR PAREDES

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    Qualquer cidade está viva, respira e expressa-se. Podemos entendê-la através dos elementos decorativos, raros ou corriqueiros, que se encontram nas suas paredes. Tudo aquilo que é possível pendurar, riscar, colar ou criar sobre elas, fala não só do nosso ambiente, mas de nós mesmos. A relação que as pessoas constroem com os seus objectos quotidianos, atribuindo-lhes valores emocionais, sociais ou até surreais é alvo de estudo de um aspirante a escritor, cujas narrativas ninguém quer publicar. Esta é a sua história.

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    FEALDADE DE FABIANO GORILA

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    Fealdade de Fabiano Gorila, de 1999, é o romance gráfico de estreia de Marcello Quintanilha, ainda sob o pseudónimo de Marcello Gaú, nome com que assinou os seus trabalhos iniciais. Baseado em acontecimentos reais da vida de seu pai, Hélcio Carneiro Quintanilha, jogador de futebol profissional na década de 1950, tem como pano de fundo o suicídio do presidente da nação brasileira, Getúlio Vargas, em 24 de Agosto de 1954, que lançou o país num caos institucional cujas consequências imediatas foram conflitos armados espalhados por vários pontos da então capital Rio de Janeiro. Trata-se de uma metáfora sobre a forma como as pessoas reagem às adversidades e aos reveses, que acabam por determinar a sua futura forma de viver. O livro foi aclamado pela crítica e confirmou o autor como um dos principais nomes na nova cena brasileira que emergia na época.

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    SAGA VOL. 5

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    Argumento de BRIAN K. VAUGHAN e arte de FIONA STAPLES

    SAGA narra a luta de uma jovem família para encontrar o seu lugar num universo vasto e hostil, e já foi descrito como um épico de ficção científica cruzado com fantasia, com romance e comédia à mistura, um encontro entre a Guerra dos Tronos e a Guerra das Estrelas ou Romeu e Julieta no espaço.

    Várias histórias se cruzam neste volume: Gwendolyn e a Gata Mentirosa arriscam tudo para tentarem encontrar uma cura para A Vontade, enquanto Marko e o Príncipe Robot IV se tornam aliados improváveis na busca dos seus filhos desaparecidos, presos num mundo estranho por terríveis inimigos. Fantasia, ficção científica, sexo, política, traição, morte, amor verdadeiro e reality shows – todos se juntam como nunca antes neste épico subversivo e provocante do escritor Brian K. Vaughan e da artista Fiona Staples.

    “SAGA volume 5: a prova de que se pode escrever grande ficção científica com extraterrestres malucos e política a sério.”
    – Cory Doctorow, boingboing.net

    SAGA venceu já sete Prémios Eisner – o galardão máximo da banda desenhada anglo-saxónica – um feito sem precedentes para um comic independente. Foi também premiado com o Hugo para Melhor História Gráfica – os Hugos distinguem a melhor ficção científica publicada em cada ano. Finalmente, foi distinguido com uns incríveis 17 Prémios Harvey Harveys, atribuídos pelos profissionais dos comics.

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