Destaques

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    EU, ASSASSINO

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    Enrique Rodriguez é professor de História da Arte na Universidade do País Basco e, aos 53 anos, encontra-se no auge da sua carreira. Além de estar prestes a converter-se numa figura de destaque na sua área, e de ter de lidar com as consequentes rivalidades por parte dos seus colegas de profissão, cultiva uma estranha paixão à qual gostaria de se dedicar atempo inteiro: o assassinato como forma de arte.
    Enrique aproveita convenções e compromissos académicos para cometer assassinatos motivados por fins estéticos. Cada um deles é uma obra de arte inspirada numa técnica específica que marca a sua impecável trajectória como artista.

    19.95€
  • Capa do livro Sobressaltos - Terror por Autores Portugueses de BD. Europress Editora

    SOBRESSALTOS: TERROR POR AUTORES PORTUGUESES DE BD

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    Vinte momentos de horror, outros tantos sustos e “sobressaltos”, nesta antologia de contos de terror por alguns dos melhores autores portugueses de banda desenhada.

    Sobressaltos nasceu de um pedido por parte da organização do evento Sustos às Sextas para uma exposição ligada à banda desenhada de terror. Comissariada por Geraldes Lino, um dos mais entusiastas fãs de BD de sempre no nosso país, e por Bruno Caetano, da Comic Heart, essa exposição fez nascer a vontade de criar algo que prestasse homenagem às pequenas histórias curtas de duas páginas apresentadas. O resultado foi esta antologia que reúne pequenos episódios, momentos de terror, instantes de humor e pausas para reflexão, desenhadas por vinte grandes desenhadores (com apoio de dois argumentistas): um verdadeiro catálogo do que de melhor se faz em banda desenhada no nosso país! O resultado foi esta antologia que reúne pequenos episódios, momentos de terror, instantes de humor e pausas para reflexão, desenhadas por vinte grandes desenhadores (com apoio de dois argumentistas): um verdadeiro catálogo do que de melhor se faz em banda desenhada no nosso país!

    Com histórias de Álvaro, André Oliveira, Andreia Rechena, Bruno Caetano, Carlota Borba, Fernando Relvas, Filipe Alves, Joana Afonso, João Sequeira, José Lopes, José Smith Vargas, Luis Cavaco, Mosi, Nuno Rodrigues, Osvaldo Medina, Pedro Brito, Pepedelrey, Ricardo Drumond, Ricardo Santo, Rui Gamito, Rui Lacas, e Tiago Pimentel. Prefácio de António Monteiro.

    11.95€
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    O ASTRÁGALO

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    Anne tem 19 anos, e parte um osso do tornozelo chamado astrágalo, ao saltar a parede da prisão onde está presa por assalto. Salva por Julien, um ladrão como ela, Anne irá esconder-se, sofrer, rebelar-se, voltar a fugir, tanto faz, está loucamente apaixonada por Julien. Estavam em fuga, são jovens e bonitos, são livres e totalmente, furiosamente selvagens… E a sociedade autoritária do pós-guerra da França vai fazer-lhes pagar o preço dessa liberdade.

    Lançado em 1965, O Astrágalo fez descobrir a milhões de leitores o destino de uma jovem mulher escandalosamente livre na França de antes de Maio 68. Desse destino, Albertine conseguiu fazer uma grande obra, graças ao “estilo Sarrazin”, uma maneira de escrever que misturava a frescura do argot, o calão francês tão típico de Paris, a mestria da língua francesa e verdadeiros achados poéticos, sob o signo de uma liberdade audaciosa, tónica e cheia de humor. O Astrágalo é o primeiro volume de uma autobiografia que continuou em La Cavale e depois La Traversière. No ano em que saiu esse terceiro romance, 1967, Albertine Sarrazin morreria numa mesa de operações. Ainda não tinha 30 anos.

    Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg trabalham juntos há alguns anos, em adaptações à banda desenhada de livros vários, e em projectos próprios. Anne-Caroline Pandolfo é ilustradora e argumentista; um encontro fortuito com produtores de filmes leva-a a realizar duas curtas-metragens animadas para crianças, e isso vai encorajá-la a continuar esse trabalho criativo na banda desenhada. Terkel Risbjerg é um artista dinamarquês que estudou cinema e filosofia em Copenhaga, e acabou por se fixar em França, onde trabalhou alguns anos em animação, tendo trabalhado nomeadamente em Le Chat du Rabin e na série Yakari. Juntos, assinaram já quatro romances gráficos: este O Astrágalo, bem como Mine: Une Vie de Chat, La Lionne (uma biografia de Karen Blixen em BD), Le Roi des Scarabées, e mais recentemente (acabado de lançar há dias) Perceval, adaptação do Romance de Perceval, publicado nas Éditions Le Lombard.

    Do prefácio de Jean-Jacques Pauvert:

    “…Nesse ano, aparecia …um artigo de Jacques Senelier, “Passage des étoiles”, que contava a história violenta de duas adolescentes (de dezasseis e dezoito anos) que fugiram de uma casa de correcção. Combinaram encontrar-se alguns meses mais tarde, no dia 1 de Novembro, aos pés do obelisco da Place de la Concorde, separam-se, reencontram-se no dia combinado, vivem de pequenos expedientes, e acabam por assaltar uma loja, um pouco ao acaso. Uma delas entra em pânico e fere a dona da loja com um tiro de pistola. Fogem, e acabam por ser capturadas uns dias mais tarde. A mais nova, Anne-Marie – a futura Albertine Sarrazin – lê Baudelaire e Rimbaud, e faz declarações cínicas ao juiz (“Não tive tempo de me arrepender, mas se um dia o fizer, não me esquecerei de o informar logo.”). …Jacques Senelier escreve: “Nestas duas figuras de mulheres ‘perdidas’, condensa-se para nós a imagem fulgurante das verdadeiras aspirações dos nossos tempos”.

    “Albertine, a pequena santa dos escritores inconformistas. Pergunto-me se sem ela, eu seria o que sou hoje. O seu mantra juvenil foi aceite de corpo e alma, impregnando o meu espírito juvenil.”
    Patti Smith

    13.99€
  • Capa do livro A Tragédia da Rua das Flores, de Eça de Queirós. Manufactura Editora

    A TRAGÉDIA DA RUA DAS FLORES

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    Quantos tesouros oculta o espólio de um grande escritor? No caso de Eça de Queirós (1845-1900), muitos. Prolífico a escrever, frugal a publicar, só postumamente foi conhecida uma parte significativa da sua produção literária. A Tragédia da Rua das Flores, que agora se reedita segundo as normas da nova ortografia, permaneceu inédita durante um século. Escrita entre 1877 e 1878 e apenas editada em 1980, esta história de incesto antecede o mais célebre romance do autor, Os Maias (1888), de que pode ser considerada um primeiro ensaio. No entanto, o enredo em torno da paixão fatal de Vítor e Genoveva, que já foi alvo de uma adaptação televisiva, não é tratado por Eça com o romantismo açucarado que tornou a narrativa dos amores de Carlos da Maia e Maria Eduarda admissível para consumo dos leitores da época. A Tragédia da Rua das Flores é um romance realista, assumidamente cru e sensorial, que revela um Eça em pleno domínio da sua técnica, sem pejo em afrontar, com arrojo e notório divertimento, os tabus da sociedade portuguesa de finais do século XIX.

    14.95€

Novidades

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    OUTCAST VOL. 1 – AS TREVAS QUE O RODEIAM

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    A nova série do criador de THE WALKING DEAD, que serviu de base à série de TV da FOX

    Toda a vida, Kyle Barnes foi perseguido por influências demoníacas, que lhe assombram a sua vida e a de todos os que alguma vez amou. Quando finalmente consegue fazer a ligação entre uma estranha série de novos casos, e a terrível possessão da sua mãe, que lhe destruiu a infância, sente que está finalmente no caminho de desvendar o segredo dos seus temíveis dons sobrenaturais. Infelizmente, aquilo que ele vai descobrir poderá significar o fim do mundo tal como o conhecemos.

    Robert Kirkman é um dos mais influentes criadores de comics actual, e um dos cinco partners da Image – o único que não é um dos fundadores. Kirkman é mundialmente famoso pela série The Walking Dead, que foi adaptada à TV pela Fox e se transformou num dos maiores êxitos mundiais. Kirkman iniciou a sua carreira com títulos auto-publicados, mas em 2003 a sua carreira mudou radicalmente, com o lançamento das séries que lhe granjearam fama e sucesso: a série de super-heróis Invincible, e The Walking Dead. A partir daí, trabalhou em inúmeros outros comics, incluindo séries para a Marvel, entre as quais podemos destacar Marvel Zombies ou Ultimate X-Men. Mas deixaria os trabalhos free-lance para outras editoras em 2008, quando foi aceite como partner da Image. Desde então tem-se dedicado à editora, e ao trabalho de produção televisiva das suas séries. É considerado como um dos grandes responsáveis daquilo que foi chamado “a Revolução Image”, o incrível período de criatividade pelo qual a editora tem passado e que a transformou numa das maiores editoras de BD do mundo, a terceira maior do mercado americano.

    Paul Azaceta, o desenhador de Outcast, é um artista cujo estilo simples, directo e arrojado, já ilustrou séries como Demolidor, Punisher Noir, Homem-Aranha e outras. Foi também o co-criador de Graveyard of Empires, com Mark Sable, publicado pela Image. Outcast é o seu trabalho mais mediático e aclamado, onde o seu estilo, geralmente visto nas páginas de comics de acção muito dinâmicos, é posto ao serviço de uma narrativa pausada e inquietante: “Outcast é um comic mais difícil, é um grande desafio. É fácil tornar as coisas dinâmicas quando há murros e tiros. Mas nestas cenas mais calmas, é tudo uma questão de tom. Tenho de trabalhar com as poses das personagens, as expressões. Há uma página em que a única coisa que o Kyle faz é varrer a casa. Uma página inteira. É desse género de coisas que gosto: como tornar algo assim interessante?”

    “Ao contrário do horror presente na outra grande série de Kirkman, The Walking Dead, em Outcast a ameaça é invisível, esconde-se por baixo da superfície da narrativa… as personagens existem no presente, mas vivem no passado, assombradas pelos terrores e provações das suas vidas passadas.”

    James Charisma – Playboy

    “Um fabuloso primeiro volume que não podem perder. Vai invadir-vos e rastejar por baixo da vossa pele e lembrar-vos que existem coisas negras e terríveis que vos querem apanhar… e que existe Outcast!”

    Adventures in Poor Taste

    Reúne os #1 a #6 da série original de Outcast

    11.99€
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    VELVET VOL. 2: VIDAS SECRETAS DE HOMENS MORTOS

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    Dos criadores de ‘Capitão América: O Soldado de Inverno’, uma das mais brilhantes séries de espionagem em banda desenhada.

    A mais temível e ousada das espias regressa, na segunda parte da sua saga. Tudo aquilo que Velvet Templeton pensava saber sobre a pior noite da sua vida era afinal mentira… agora, ela está de regresso a Londres, e vai ser ela a levar a vingança aos seus inimigos e confrontar aqueles que foram seus colegas na agência. E vai descobrir a verdade, ou morrer a tentar!

    Ed Brubaker é um dos mais aclamados argumentistas da actualidade, com histórias em todas as grandes editoras americanas, e Steve Epting é um dos grandes desenhadores de comics. A colaboração entre os dois começou quando Brubaker foi contratado pela Marvel para escrever a série do Capitão América. O resultado foi uma das fases mais aclamadas deste herói, que incluiu a história O Soldado do Inverno, que serviu de base ao segundo filme do Capitão América. Velvet é o resultado da nova junção destes dois criadores, numa aventura de espionagem ambientada nos anos 70, em que descobrimos Velvet Templeton, a secretária executiva duma agência secreta de espionagem… que em tempos foi uma agente operacional, e que agora, na sua meia-idade, terá de voltar ao activo para resolver um caso complexo, e salvar a sua própria vida.

    Velvet é uma série em três volumes (originalmente publicada em 15 comics, e que se concluiu no passado Verão). O terceiro volume será lançado em Março/Abril.

    House of Flying Scalpels, um dos principais blogs britânicos de comics, nomeou a equipa criativa desta série – Brubaker, Epting e Breitweiser nas cores – como a mais impressionante do ano de 2016: “Um grupo de criadores que são uma combinação perfeita e que produzem um trabalho glorioso. A utilização das luzes e sombras e da iluminação em geral é um dos pontos fortes do livro, e o Steve Epting e a Elizabeth Breitweiser fazem com que se torne numa história de espiões que era obrigatório contar.”

    “A dupla Brubaker e Epting vai desenvolvendo – perante os nossos olhos – uma personagem interessante, dura, segura de si, mas saudosa do passado, apesar das sombras que com ele vêm, e a tentar superar as marcas que o tempo foi deixando em si – e também nos outros.”
    Pedro Cleto – As Leituras do Pedro

    “Velvet Templeton não é nenhuma Bond girl, nem é um Bond feminizado, é antes uma personagem complexa e impressionante, e os elementos textuais e visuais desta história combinam-se para criar algo de único. Velvet é uma série a não perder.”

    ign.com

    9.99€
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    O SEGREDO DO JUIZ BEAN

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    Em perseguição do bandido Lonnie Moon, Tex e Carson chegam a Langtry, pequeno povoado onde vive o juiz Roy Bean, “a lei a oeste do Pecos”, acabando por ajudá-lo a enfrentar Pablo Morientes e seus acólitos, interessados nos vinte mil dólares roubados pela quadrilha de Collins, dos quais acreditam ter o juiz tomado posse. Depois de auxiliar à fuga de Moon da prisão, Morientes monta duas armadilhas: uma destinada a Tex e Carson, para serem massacrados pelos Comanches de Cachorro Louco, seus cúmplices; a outra dirigida ao juiz Bean, que é atraído a San Antonio depois de receber uma carta anónima em que lhe anunciam o iminente rapto da actriz inglesa Lillie Langtry, por quem o juiz nutre uma profunda paixão. Após derrotarem os guerreiros Comanches e libertarem o juiz, que entretanto tinha sido sequestrado por Morientes, Tex e Carson chegam a San Antonio no final da apresentação da Senhorita Langtry, quando os sobreviventes do bando de Morientes e ele próprio estão prestes a entrar em acção. É então que tudo se precipita…

    16.99€
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    SOS METEOROLOGIA

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    Pierre Veys
    Nasceu em Cambrai, em 1959. Multiplicou experiências de escrita no café-teatro e no teatro (onde também é actor) e posteriormente na televisão antes de escrever histórias curtas para a revista semanal Spirou. É o argumentista de Igor et les monstres, de Space Mounties, de Maître détective e de Avatars. Escreve igualmente gags para Boulle et Bill.

    Nicolas Barral
    Nascido em 1966, começa a trabalhar na revista Fluide Glacial antes de desenhar Les Ailes de plomb (argumento de Gibelin). O seu encontro com Pierre Veys muda-lhe a vida: juntos, criam Baker Street, e depois Les Aventures de Philip et Francis. Em colaboração com o argumentista Tonino Benacquista, Barral assina os dois tomos de Dieu n’a pas réponse à tout, e depois Les Cobayes. Argumentista de Mon pépé est un fantôme (desenho de TaDuc), sucede também a Tardi retomando a personagem de Nestor Burma.”

    14.50€
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    JESSICA JONES: ALIAS VOL. 2

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    Argumento de BRIAN MICHAEL BENDIS e arte de MICHAEL GAYDOS

    TUDO O QUE ELA QUERIA, ERA TER SIDO UMA SUPER-HEROÍNA.

    As aventuras da Vingadora que se tornou detective privada continuam em mais dois casos. Jessica Jones viaja para uma pequena cidade do interior, uma cidade cheia de preconceitos e racismo, para investigar a desaparição de uma adolescente que todos acreditam ser uma mutante… mas será mesmo? E, logo depois, a nossa investigadora azarada vai sair num encontro com… o Homem-Formiga?!

    Continuam as aventuras da heroína de banda desenhada da Marvel que deu origem à série de TV
    da NETFLIX com o mesmo nome! Alias volume 2 apresenta-nos mais dois casos da vida da super-heroína que abandonou os Vingadores para se tornar detective. E inclui também um dos mais aclamados números de sempre da série, e considerado uma das histórias curtas mais importantes da década em saíu, o número 10 da série:

    J. Jonah Jameson contrata Jessica Jones para descobrir a identidade secreta do Homem-Aranha, usando as suas conexões com outros super-heróis! Pela primeira vez ouvimos falar do passado de Jessica como heroína, mas Jessica engendra um plano… diabólico. Contada de modo diferente do habitual, em painéis experimentais de uma página, pintados a aguarela, e focando o diálogo rápido, divertido e feroz que era a marca de Bendis na altura, como se estivéssemos a ver um ecrã de TV, este história curta foi escolhida pela revista Wizard como um dos 100 melhores números de sempre dos comics.

    Inclui um extenso caderno de esboços e arte de DAVID MACK, o criador das capas da série

    12.99€
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    SAGA VOL. 5

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    Argumento de BRIAN K. VAUGHAN e arte de FIONA STAPLES

    SAGA narra a luta de uma jovem família para encontrar o seu lugar num universo vasto e hostil, e já foi descrito como um épico de ficção científica cruzado com fantasia, com romance e comédia à mistura, um encontro entre a Guerra dos Tronos e a Guerra das Estrelas ou Romeu e Julieta no espaço.

    Várias histórias se cruzam neste volume: Gwendolyn e a Gata Mentirosa arriscam tudo para tentarem encontrar uma cura para A Vontade, enquanto Marko e o Príncipe Robot IV se tornam aliados improváveis na busca dos seus filhos desaparecidos, presos num mundo estranho por terríveis inimigos. Fantasia, ficção científica, sexo, política, traição, morte, amor verdadeiro e reality shows – todos se juntam como nunca antes neste épico subversivo e provocante do escritor Brian K. Vaughan e da artista Fiona Staples.

    “SAGA volume 5: a prova de que se pode escrever grande ficção científica com extraterrestres malucos e política a sério.”
    – Cory Doctorow, boingboing.net

    SAGA venceu já sete Prémios Eisner – o galardão máximo da banda desenhada anglo-saxónica – um feito sem precedentes para um comic independente. Foi também premiado com o Hugo para Melhor História Gráfica – os Hugos distinguem a melhor ficção científica publicada em cada ano. Finalmente, foi distinguido com uns incríveis 17 Prémios Harvey Harveys, atribuídos pelos profissionais dos comics.

    10.99€
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    O AZUL É UMA COR QUENTE

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    O livro conta-nos a história de Clementine, uma adolescente de 15 anos que, um dia se cruza na rua com um par de raparigas. Uma delas tem o cabelo pintado de azul e sorri-lhe. A partir desse preciso momento, tudo muda na vida de Clementine: a sua relação com os amigos na escola, a sua relação com a família, as suas prioridades… e sobretudo a sua sexualidade.
    Esta novela gráfica, que se encontra editada em 15 línguas, incluindo o inglês, espanhol, alemão, italiano e holandês, e que pela sua sensibilidade se tornou um êxito mundial, não deixa ninguém indiferente

    19.95€
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    CEMITÉRIO DOS SONHOS

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    Se estás a ler isto enquanto estás a trabalhar na  tua profissão de sonho…então és um sortudo.

    O Dre Amos não teve a tua sorte, é responsável pelos testes de máquinas de lavar roupa e leva uma vida inútil.

    Um dia, uma entidade estranha dá-lhe a oportunidade de ele recuperar o seu sonho de infância, mas para isso Dre Amos terá de mergulhar nos recantos da sua própria mente e enfrentar os seus fantasmas e traumas interiores, se quer chegar ao Cemitério dos Sonhos.

    Terá Dre Amos força de vontade suficiente para ultrapassar os obstáculos que se avizinham?

    Para saberes, tens mesmo de embarcar numa verdadeira odisseia onírica trazida pela mente surreal do argumentista Miguel Peres e acompanhada pelo talento de 4 ilustradores brasileiros diferentes como Rodrigo Martins dos Santos, Marília Feldhues, Rômulo de Oliveira e Cinthia Fujii.

    12.99€
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    HARROW COUNTY VOL. 1: ASSOMBRAÇÕES SEM FIM

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    Argumento de Cullen Bunn e arte de Tyler Crook

    BEM-VINDOS A HARROW COUNTY…

    Na pequena vila de Harrow County, no Sul dos Estados Unidos, a jovem Emmy sempre soube que a floresta à volta da sua casa estava cheia de fantasmas e monstros. Mas, na véspera do seu décimo oitavo aniversário, ela descobre que está profundamente ligada a essas criaturas – e à própria terra que pisa – de uma maneira que nunca poderia ter imaginado. Aos poucos, sentirá nascer dentro dela os estranhos poderes que a ligam ao passado de Harrow County… estará ela pronta para enfrentar todos os seus mistérios?

    Considerada pelo lendário Mike Mignola como a melhor série do ano de 2015, Harrow County conta-nos a viagem iniciática de uma jovem rapariga numa terra imbuída de sobrenatural. Uma história terrível e onírica ao estilo “southern gothic”, criada pelo escritor Cullen Bunn e assombrosamente desenhada e pintada pelo artista Tyler Crook.

    “Brilhantemente escrito, belissimamente ilustrado, criado por uma imaginação fabulosa, Harrow County parece já ser um clássico do terror.”
    Michael Chabon

    Harrow County foi originalmente escrito como um romance por Cullen Bunn, que nunca o concluiu em prosa. Transformado em série de BD, esgotou a primeira tiragem do #1 da série, venceu já um Ghastly Award (para os melhores comics de horror) e foi nomeado para o prémio Eisner da Melhor Série em Continuação em 2016.

    Cullen Bunn é um autor de comics americanos, bem conhecido pelas histórias que escreveu para a Marvel, em particular para Uncanny X-Men e várias mini-séries de Deadpool, bem como pelas suas próprias séries, The Damned e The Sixth Gun (publicadas pela Oni Press). Romancista Cullen Bunn já foi nomeado para o Bram Stoker Award (que distingue a melhor ficção de terror) e para dois Eisners, um dos quais por Harrow County. Tyler Crook trabalhou durante anos na indústria de vídeojogos, até ao lançamento, em 2011, de Petrograd, uma novela gráfica escrita por Phillip Gelatt, e publicada pela Oni Press, que marcou a sua estreia na BD. Desde então, tem trabalhado em projectos independentes, incluindo em B.P.R.D. (no universo de Hellboy), Witchfinder, Badblood, etc… Crook venceu também um Russ Manning Award, um prémio atribuído durante os Eisners, e que premeia o trabalho de um estreante no mundo da BD.

    O primeiro volume inclui também uma extensa galeria de esboços e estudos preliminares, anotada e comentada pelos autores, e uma galeria de pinups desenhados por uma variedade de artistas de comics célebres, como Jason laTour, Jeff Lemire, etc…

    Reúne os #1 a 4 de Harrow County. Série prevista para um total de seis volumes.

    9.99€
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    COISAS DE ADORNAR PAREDES

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    Qualquer cidade está viva, respira e expressa-se. Podemos entendê-la através dos elementos decorativos, raros ou corriqueiros, que se encontram nas suas paredes. Tudo aquilo que é possível pendurar, riscar, colar ou criar sobre elas, fala não só do nosso ambiente, mas de nós mesmos. A relação que as pessoas constroem com os seus objectos quotidianos, atribuindo-lhes valores emocionais, sociais ou até surreais é alvo de estudo de um aspirante a escritor, cujas narrativas ninguém quer publicar. Esta é a sua história.

    11.90€
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    FEALDADE DE FABIANO GORILA

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    Fealdade de Fabiano Gorila, de 1999, é o romance gráfico de estreia de Marcello Quintanilha, ainda sob o pseudónimo de Marcello Gaú, nome com que assinou os seus trabalhos iniciais. Baseado em acontecimentos reais da vida de seu pai, Hélcio Carneiro Quintanilha, jogador de futebol profissional na década de 1950, tem como pano de fundo o suicídio do presidente da nação brasileira, Getúlio Vargas, em 24 de Agosto de 1954, que lançou o país num caos institucional cujas consequências imediatas foram conflitos armados espalhados por vários pontos da então capital Rio de Janeiro. Trata-se de uma metáfora sobre a forma como as pessoas reagem às adversidades e aos reveses, que acabam por determinar a sua futura forma de viver. O livro foi aclamado pela crítica e confirmou o autor como um dos principais nomes na nova cena brasileira que emergia na época.

    10.90€
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    DRUUNA – AS ORIGENS

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    Druuna está de regresso para desvendar as suas origens numa história sem palavras que dá pelo título de Anima. Vinte anos depois de lhe ter dado vida, e 13 anos após a publicação do último álbum, Serpieri regressa ao universo da sua famosa heroína, o qual é um misto de ficção científica e de heroic fantasy, povoado de estranhas criaturas, hostis ou amorosas.
    Este tomo 0 é complementado com um caderno de 18 páginas que contem esboços e uma história curta de 7 páginas, inédita, a qual data de 1981.

    16.50€
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    TONY CHU VOL. 5: FOME DE VENCER

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    Tony CHU, o detective cibopata com a habilidade de sentir impressões psíquicas de tudo o que come, foi raptado! Atacado de surpresa, puseram-no KO e levaram-no para um local remoto. Os seus raptores querem obrigá-lo a comer um conjunto de comidas específicas para descobrirem o que ele vê, e obterem pistas preciosas… E a sua filha, Olive, também foi raptada, e pelas mesmas razões. Dois raptores, dois prisioneiros, e dois resultados muito diferentes, nesta nova aventura de Tony Chu, detective canibal.

    9.99€
  • Capa do livro Revisão: Bandas Desenhadas dos Anos 70. Editora Chili com Carne

    REVISÃO – BANDAS DESENHADAS DOS ANOS 70

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    2016 marca 40 anos do fim da icónica Visão, uma revista improvável num país com graves problemas económicos mas que se apresentava nas bancas com ar luxuoso, cores ácidas e brilhantes, temáticas políticas e libertárias.
    Quisemos comemorar esta publicação que fez uma ruptura com a BD tradicional portuguesa mas sobretudo recuperar um conjunto de BDs esquecidas dos anos 70 cheias de frescura, rebeldia e prazer criativo, vindas de outras experiências editoriais como Evaristo, O Estripador ou &etc.
    Contem com António Pilar, Bruno Scoriels, Carlos Barradas, Carlos “Zíngaro”, Fernando Relvas, Gracinda, Isabel Lobinho, J.L. Duarte, João Manuel Barroso, Nuno Amorim, Paralta & Zé Baganha, Pedro Massano, Pedro Potier, Tito, Zé Paulo (1937-2008), Zepe e ainda António Pinho, Carlos Soares, Jorge Lima Barreto (1949-2011) e Mário-Henrique Leiria (1923-1980) para muita BD psicadélica, urbana, cósmica, mórbida, erótica, pessimista, ácida, crítica, tão ying & yang tal como foi a década de 70 neste país periférico.

    20.00€
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    NOVOS SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DE CABO VERDE

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    O Embaixador Daniel Pereira preparou o presente livro, privilegiando a publicação de uma seleção de documentos do século XIX que enriqueceu, com a sua escrita própria, analisando-os, anotando-os e, por vezes, estabelecendo convictamente elos com a atualidade, numa livre mas verificável interpretação das informações.

    15.00€
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    MIRACLEMAN

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    Miracleman foi o primeiro de uma série de obras “revisionistas” que puseram em questão todos os clichés e características das histórias de super-heróis. Foi só na sequência de Miracleman, que O Regresso do Cavaleiro das Trevas, Watchmen, ou histórias como Batman Ano Um ou Piada Mortal, escritas por autores inovadores como Frank Miller ou Alan Moore, estabeleceram o cânone deste revisionismo, que aplicava a psicologia real ao universo dos super-heróis, com resultados nem sempre agradáveis, que iam da violência excessiva, da subversão social e política à psicose e sociopatia. Mas até nisso Miracleman foi revolucionário, e abriu caminho a um novo entendimento do género super-heróico, com as suas raízes no mito e na lenda. De certo modo, Miracleman pode ser visto como uma exploração daquilo que pode acontecer num mundo povoado de super-heróis, se levarmos até às últimas consequências a sua existência. Onde é que tudo pode acabar? O que pode sair dali?

    25.00€
  • Capa do livro Rendez-Vous em Phoenix, de Tony Sandovalrendez_vous_p1

    RENDEZ-VOUS EM PHOENIX

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    Nascido no noroeste do México, Tony Sandoval narra-nos a sua travessia clandestina da fronteira para os Estados Unidos. «Rendez-vous em Phoenix» é o relato autobiográfico de um jovem  ingénuo e idealista em busca do sonho americano. Entre desventuras e encontros fortuitos, o autor apercebe-se da angústia e do medo daqueles que deixam o México em busca de um Eldorado.

    Uma visão sentida e muito pessoal das agruras por que passam os migrantes ilegais, num registo bem diferente do universo fantástico do criador de «As Serpentes de Água» e «Mil Tormentas».

    13.99€
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    COMO VIAJA A ÁGUA

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    Aos 83 anos, Aniceto tem muito poucos incentivos para se levantar todas as manhãs. Com o seu pequeno grupo de amigos octogenários, decide animar um pouco a sua rotineira existência dedicando-se à venda e tráfico de artigos roubados. O que começa quase como um passatempo torna-se inesperadamente numa tragédia quando os companheiros de Aniceto começam a aparecer mortos em estranhas e violentas circunstâncias.

    15.95€
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    MAÇONARIA REGULAR SEM SEGREDOS

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    Este livro que agora se actualiza é um contributo para conhecer melhor a Grande Loja Legal de Portugal /GLRP, que comemorou em Junho o seu vigésimo quinto aniversário.
    Entre 1802 e o início do Estado Novo, a regularidade maçónica esteve presente no nosso país e é essa tradição de aproximadamente 150 anos, que também celebramos.
    A 29 de Junho de 1991, concluiu-se um processo iniciado em 1984 com a saída de um conjunto de maçons do Grande Oriente Lusitano que, mais tarde e com o apoio da Grande Loja Nacional Francesa, constituíram numa primeira etapa o distrito de Portugal desta obediê

    15.00€
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    O CHEIRO DA ANONEIRA

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    Quando o mundo que Rafaela havia construído para si e para a filha se desfaz como um castelo de areia, ela não se deixa abater pela derrota e pelo desespero.

    O destino, consultado numa mesa de tarot, diz-lhe que o futuro fica no lugar da infância. Ela abre, então, a porta desse mundo esquecido. Como quem folheia um álbum de fotografias, recorda a velha quinta onde nasceu, a aldeia de casinhas brancas, os barcos coloridos varados no cais.

    Os homens a jogar à bisca debaixo de palmeiras queimadas pelo sol. As mulheres a bordar à sombra da montanha a pique. E aquele mar azul fundo, que em noites de tempestade se atira à vila em ondas brancas de raiva e espuma.

    Perdida, procura no passado a rota que uma carta de tarot lhe aponta como uma seta numa cruz de caminho.

    O cheiro da anoneira é um romance pungente e também humorístico, salpicado aqui e ali de cenas hilariantes, protagonizadas por alguns habitantes da aldeia.

    Rafaela vive na fronteira entre o mundo que conhecemos e um mundo que pressentimos e que, de alguma forma, receamos.

    Espiritismo, vidência e contactos com o paranormal são uma constante nesta obra, que não pretende revelar nada de novo. Apenas tocar uma realidade que, quer queiramos quer não, irá marcar decisivamente este novo milénio.

    12.50€

Sugestões

  • Capa do livro Santo António em Banda Desenhada, de José Garcês. Europress Editorasanto-antonio-em-bd-1

    SANTO ANTÓNIO EM BANDA DESENHADA

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    A história de um santo de Lisboa, de Portugal e do mundo, contada através das palavras e do traço realista de um dos grandes mestres e pioneiros da BD lusa.

    Na sua narrativa fluída e envolvente, José Garcês recria a vida, os milagres e a herança de Santo António, um homem comum com qualidades invulgares que o transformaram em ícone da Igreja Católica e da cultura popular.

    Sobre o autor

    José Garcês nasceu em Lisboa, a 23 de Julho de 1928, e desde muito jovem manifestou talento para o desenho e para as artes gráficas. O seu percurso como desenhador teve início em1944, quando criou O Melro, uma publicação de exemplar único que circulava entre amigos.

    Em 1946, concluiu o Curso de Artes Gráficas na Escola António Arroio, tendo, nesse mesmo ano, começado a sua carreira de autor de banda desenhada n’O Mosquito, o mais célebre periódico infantojuvenil da época. Nas áreas da BD e da ilustração, colaborou com os mais variados jornais e revistas, como O Papagaio, Cavaleiro Andante, O Foguetão, Pisca-Pisca, Tintin, O Século ou Modas e Bordados, entre vários outros.

    Fruto de um talento abrangente e de um genuíno gosto pela história e pelo património de Portugal, José Garcês abraçou, ao longo da sua obra, uma notória componente didática, notabilizando-se também na ilustração de livros escolares e infantis, monografias, sebentas, construções de armar, postais, cromos, selos postais e até carteiras de fósforos.

    A par das histórias serializadas que concebeu para periódicos, o autor executou, desde os anos 80, inúmeros álbuns com histórias completas em banda-desenhada. Neste domínio, Eurico, o Presbítero (adaptação da obra homónima de Alexandre Herculano), História de Portugal em Banda Desenhada ou Cristóvão Colombo, Agente Secreto de D. João II são alguns dos seus trabalhos mais marcantes.

    Entre as mais diversas distinções que recebeu ao longo de uma carreira longa e prolífica, destaca-se, mais recentemente, o Prémio Especial Anim’Arte BD (GICAV) 2015, pelo conjunto da obra. Em 2016, assinalando os seus 70 anos de atividade profissional, foi homenageado pela Biblioteca Nacional e pelo Clube Português de Banda Desenhada, do qual foi, na década de 80, o primeiro presidente.

    6.90€
  • capa-caravaggiop5-caravaggio-o-pincel-e-a-espada-3

    CARAVAGGIO – O PINCEL E A ESPADA

    0 de 5

    Outono de 1592. O jovem Michelangelo Merisi da Caravaggio, que ficará conhecido como Caravaggio, chega a Roma com a intenção de se converter no maior pintor de Itália. Inspirando-se nas sombras e nas cores de uma cidade que se debate entre a grandeza e a decadência – bem como nas personagens que nela habitam – tornar-se-á rapidamente admirado pelo seu talento ao mesmo tempo que alguns lhe criticam a liberdade artística, nomeadamente no que refere aos modelos a que recorre (frequentemente mendigos e prostitutas) para pintar temas religiosos.

    18.80€
  • Capa do livro Southern Bastards Vol.2: Sangue e Suor, de Jason Aaron e Jason Latour. G. Floy Studios

    SOUTHERN BASTARDS VOL. 2: SANGUE E SUOR

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    A aclamada série “frita à moda do Sul” regressa com o seu segundo volume, que vai iluminar a história negra e sórdida do condado de Craw e do seu mais famoso e temido residente, Euless Boss, o treinador de futebol do liceu local, que se tornou em senhor do crime. Numa terra onde só os sacanas é que se safam, o que foi preciso para ele se tornar no maior, pior e mais poderoso de todos os sacanas? Só o Coach Boss sabe. Mas talvez seja melhor não lhe perguntar…

    Um regresso ao passado de um sacana de primeira ordem. Podem odiá-lo, podem sentir-se chocados com os seus crimes e com o final terrível do primeiro volume, mas, depois de lerem este volume, irão por fim entender o Coach Boss e as suas motivações!

    Southern Bastards é a mais recente criação de Jason AARON (argumentista de Thor e Wolverine, entre outros) e do desenhador Jason LATOUR (Wolverine, Spider-Gwen). Misturando ficção e memórias bem vivas dos autores, este livro mergulha no Sul dos Estados Unidos e revela todo o amor que eles têm pelas suas origens, bem como como o seu ódio pela maldade e estupidez humana, venham de onde vierem. O resultado é um thriller de que ninguém sairá incólume, tanto autores como leitores.

    Southern Bastards venceu o Prémio Harvey para Melhor Nova Série em 2015.

     

    9.99€
  • 19247_capa_espiao_extremo_ocidente_tomo-ii_

    O ESPIÃO DO EXTREMO OCIDENTE – TOMO II

    0 de 5

    O meu 2.º Tomo, refere-se à época, para mim importantíssima, que vai dos finais do reinado de D. João II, do reinado de D. Manuel I e ao início do reinado de D. João III, onde «surjo esotericamente» como «Miguel de La Roza», cujo pai teria sido «espião» de D. João II e o teria auxiliado na 2.ª versão do «Tratado de Tordesilhas».
    Eu teria sido aio de D. Manuel I e mais tarde, como que herdara as funções do meu pai e passara a «Espião do Extremo Ocidente» — nome do actual livro. Devemos lembrar-nos que nessa altura, para os países europeus, «extremo ocidente» era Portugal! Assim teria feito uma aprendizagem nas Feitorias Portuguesas nas Flandres (Antuérpia/Lovaina) como auxiliar de Damião de Góis, para me inteirar do factor económico e político das mesmas. Também fora integrado na 2.ª Expedição às «Terras do Preste João das Índias» como «Espião» do Rei D. Manuel I, com o fim de me inteirar da potencialidade de uma aliança com o dito Imperador da Etiópia, visto haver suspeitas de lá haver grandes riquezas em minas de ouro, prata, pedras preciosas além das tão desejadas «especiarias»!

    16.90€
  • Capa-O-Escravo-e-Epistola-A...

    O ESCRAVO & EPÍSTOLA

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    O Escravo assinala o nascimento da literatura cabo-verdiana em prosa. A expressividade do título decorre não só do facto de ele identificar a realidade social da época, mas também de nos chamar a atenção e de nos despertar para outra realidade, ainda mais curiosa, onde, no seio da massa escravocrata, se pudesse atender a um escravo enquanto sujeito bem definido, numa época em que um escravo era só um objeto. Epístola a… trata-se de um poema que engenhosamente mistura elementos líricos e épicos. As ilhas de Cabo Verde aparecem como lembrança invocada por “de café pequena taça” que traz recordações de “uns doze’ anos de bem custosa vida” e “d’esse povo meigo e dócil”.

    15.00€

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